Instituto Butantan decide suspender a produção da Coronavac por falta de insumos

Vacina tem produção paralisada por falta de insumos

O Instituto Butantan paralisa temporariamente a produção da vacina Coronavac que está sendo utilizada contra a Covid-19. A decisão de suspender foi devido a falta de matéria-prima.

Mas a entrega de vacinas vai permanecer na próxima semana, porque tem 2,5 milhões de doses já prontas aguardando o prazo do controle de qualidade.

O Butantan também informa que vai cumprir os prazos estabelecidos nos contratos com o Ministério da Saúde e ainda se comprometeu a entregar 46 milhões de doses até o fim de abril.

Em novo carregamento de matéria-prima (IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) estava previsto para chegar da China na próxima sexta-feira, dia 09 de abril, mas o prazo precisou ser adiado. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), adimitiu o atraso em coletiva de imprensa nesta quarta-feira 07.

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Vacina Pfizer/BioNTech é 100% eficaz em adolescentes de 12 a 15 anos

A vacina da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 é 100% eficaz em adolescentes entre os 12 e os 15 anos, segundo os resultados de um ensaio clínico, anunciaram hoje (31) os dois laboratórios.

As empresas esperam que a vacinação dessa faixa etária comece antes do próximo ano letivo.

Os ensaios de Fase 3 realizados em 2.260 adolescentes nos Estados Unidos “demonstraram uma eficácia de 100% e respostas robustas de anticorpos”, declararam as empresas em comunicado.

A norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech vão agora submeter os dados às diferentes autoridades de regulação no mundo, “na esperança de começar a vacinar esse grupo etário no início do próximo ano escolar”, declarou em comunicado Albert Bourla, diretor-geral do laboratório farmacêutico norte-americano.

Por parte do laboratório alemão, Ugur Sahin considerou que os resultados sobre a faixa dos 12 a 15 anos são “muito encorajadores, tendo em conta a tendência observada nas últimas semanas relativamente à propagação” da variante do vírus inicialmente detectada no Reino Unido.

A vacina da Pfizer/BioNTech, baseada na tecnologia inovadora de RNA mensageiro (mRNA), foi a primeira contra a covid-19 aprovada no ocidente, no final de 2020.

Os Estados Unidos e a União Europeia autorizaram a utilização para as pessoas com 16 anos ou mais.

Até agora, a vacina foi usada em milhões de adultos com mais de 65 anos.

Estudo realizado em 1,2 milhões de pessoas em Israel demonstrou eficácia de 94%.

As crianças são menos propensas a casos graves da doença, por isso a vacinação não é prioritária neste momento.

Agência Brasil


Agentes da segurança pública entram no grupo prioritário da vacinação

Vacina também será aplicada em agentes da segurança pública

Os profissionais da segurança pública foram incluídos no grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19. Nesta terça-feira, o Ministério da Saúde acatou a resolução proposta pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), composta recentemente pelo órgão federal, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, para gerir a crise sanitária causada pelo coronavírus.

Os governadores apresentaram o pleito ao novo ministro, Marcelo Queiroga, em reunião virtual realizada na sexta-feira (26). O pedido foi reforçado nesta terça-feira (30) pelo Consórcio Nordeste, em carta endereçada ao presidente da República Jair Bolsonaro. “Os agentes de segurança estão trabalhando de forma intensiva na linha de frente desde o início da pandemia no país inteiro, e em nosso estado são trabalhadores essenciais nas ações do Pacto Pela Vida. Nada mais justo que possam trabalhar protegidos”, defendeu a governadora.

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Fase atual: Saiba onde, como e quem pode se vacinar contra a Covid-19 em Caicó

Vacinação segue com calendário em Caicó

A vacinação contra a Covi-19 em idosos segue acontecendo nesta semana em Caicó, de acordo com o cronograma definido pela Secretaria Municipal de Saúde.

Nesta segunda-feira, dia 29 de março, serão vacinados os idosos com 74 e 73 anos, no horário é das 09 às 16h.

Na terça-feira (30), será a vez dos idosos de 72 e 71 anos. Na quarta, os de idade entre 70 e 69 anos e na quinta, os de idade entre, 68 e 67 anos.

Os documentos que devem ser levados, são: Cartão do SUS e documento oficial com foto. Também é preciso ter feito o cadastro no portal RN + Vacina.

A apoiadora técnica da Saúde em Caicó, Jardênia Noronha, disse que as pessoas aptas a receber as vacinas, também podem, se for o caso, procurar as Unidades Básicas de Saúde.

Os locais de vacinação:

Zona Norte

O Laboratório da Secretaria Municipal de Saúde, atenderá as demandas dos Bairros: Vila do Príncipe, Recreio, Serrote Branco, Darcy Fonseca, Entre Pontes e Boa Passagem.

O Cras da Boa Passagem, atende as demandas dos Bairros: Boa Passagem, Samanaú, Salviano Santos, Nova Caicó e Alto da Boa Vista.

Zona Leste

O Salão Paroquial do Bairro Castelo Branco, atende as demandas dos Bairros: Castelo Branco, Itans, Nova Descoberta, Vila Altiva, IPE, Canutos e Filhos e Santa Clara.

Zona Oeste

Os Laboratórios da UERN (localizado ao lado do Hospital Regional), atendem as demandas dos Bairros: Paulo VI e João Paulo II.

Salão da Maçonaria (no Bairro Barra Nova), atende as demandas dos Bairros, Barra Nova, Casas Populares e Walfredo Gurgel.

Obs: Os moradores do Bairro Frei Damião, serão vacinados na sua Unidade Básica de Saúde.

Centro

Salão Nobre da antiga Prefeitura, ao lado da Praça do Santuário do Rosário e a Casa Paroquial da Igreja de Sant’Ana, atendem as demandas dos Bairros: Centro, Acampamento e Penedo.

Zona Sul

Salão da Pré-Vocacional (ao lado do CDS) atende as demandas dos Bairros: Paraíba, Soledade e João XXIII.

Zona Rural

Na Zona Rural, as equipes de Saúde, irão de casa em casa para vacinar os idosos, independentemente do cronograma estabelecido pela Secretaria de Saúde. Os idosos não precisam se deslocar para uma unidade de saúde.


Fiocruz recebe insumos para produção de vacina da Oxford/AstraZeneca

Insumos chegaram na manhã deste domingo ao Brasil – (Foto: Marco Guvea)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu no início da manhã de hoje (28), no Rio de Janeiro, mais duas remessas de insumo farmacêutico ativo (IFA) suficientes para produzir 12 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, usada na imunização contra a covid-19.

O produto, procedente da China, chegou ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) às 6h22 deste domingo. Inicialmente, o voo estava previsto para chegar às 18h de ontem (27). O motivo da mudança da data se deveu a um atraso na conexão do voo.

Na última quinta-feira (25), a Fiocruz já havia recebido uma remessa para produzir 6 milhões de doses. Esta semana, está prevista a chegada de uma nova carga suficiente para fabricar 5 milhões de vacinas.

As 23 milhões de doses serão produzidas pela própria Fiocruz e, uma vez prontas, serão entregues ao Ministério da Saúde, entre abril e maio.

Este mês, a Fiocruz já produziu e entregou 1,8 milhão de doses de vacinas produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).

Ainda está prevista a entrega de mais 2,1 milhões de doses nesta semana, que irão completar os 3,9 milhões de vacinas previstas até o fim desta semana.

Agência Brasil


CoronaVac cria anticorpos em crianças, diz pesquisa

CoronaVac está sendo testadas em crianças – (Foto: Rovena Rosa/Abr)

A CoronaVac, vacina da Sinovac Biotech contra a covid-19 parece ser segura e capaz de provocar reações imunológicas em crianças e adolescentes, conforme resultados preliminares de testes iniciais a intermediários.

A empresa informou nesta segunda-feira (22) que os dados preliminares são de testes clínicos iniciais a intermediários com mais de 500 crianças e adolescentes com idades entre 3 e 17 anos, que receberam duas doses médias ou baixas da vacina ou um placebo.

A maioria das reações adversas foi branda, disse Zeng Gang, pesquisador da empresa, em uma conferência acadêmica em Pequim.

Segundo relatos, duas crianças que receberam a dose menor tiveram febre alta e foram categorizadas como grau 3, disse pesquisador, sem dar detalhes ou especificar as temperaturas.

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Doses de vacina adquiridas através do consórcio Covax Facility chegam ao Brasil

Chegada das vacinas Covax Facility ao Brasil

O Brasil recebeu neste domingo (21) mais de 1 milhão de doses da vacina contra a Covid-19 fabricada pela AstraZeneca/Oxford. No total, 1.022.400 doses de imunizantes adquiridos por meio do Covax Facility chegaram ao aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, por volta de 17h30, na primeira entrega feita pelo consórcio ao país.

O acordo do Brasil com o consórcio, que é uma iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), prevê mais de 42 milhões de doses neste ano.

O Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), responsável pela aquisição via Covax Facility das vacinas contra a Covid-19 para os países das Américas, enviou ao Brasil as doses da vacina AstraZeneca/Oxford, fabricada pelo SK Bioscience, da Coreia do Sul.

A vacina AstraZeneca fabricada pelo SK Bioscience é do mesmo tipo que a fabricada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que teve o registro definitivo concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste mês.

Os imunizantes desembarcaram no Brasil por volta das 18h deste domingo (21), no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Segundo o cronograma do Ministério da Saúde, 575,9 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 serão entregues até o fim de 2021.

Neste domingo, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou ao colunista da CNN Igor Gadelha que o Brasil deve dobrar o número de vacinados na próxima semana, após solicitação da pasta para que todas as vacinas estocadas em secretarias de Saúde sejam usadas como primeira dose.

CNN Brasil


Itália, Espanha e mais: veja os países que suspenderam o uso da vacina de Oxford

Vacinas de Oxford AztraZeneca

Quatorze países da Europa já anunciaram a suspensão do uso da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a universidade de Oxford contra a Covid-19. A medida foi tomada após a imunização ser relacionada à formação de coágulos sanguíneos, o que é negado pela AstraZeneca. 

A Espanha foi o último país a entrar nesse grupo que já conta com Itália, Alemanha, França, Holanda, Dinamarca, Noruega, Bulgária, Irlanda, Áustria, Estônia, Lituânia, Luxemburgo e Letônia.

Em uma coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (15), a ministra da Saúde da Espanha, Carolina Darias, anunciou que a suspensão durará duas semanas no país. A agência reguladora da Itália, a AIFA, também suspendeu o uso da vacina contra Covid-19 de Oxford / AstraZeneca “como precaução”.

No domingo (14), o laboratório afirmou que conduziu uma análise com 17 milhões de pessoas vacinadas na União Europeia e no Reino Unido e não encontrou evidências de risco aumentado de trombose ou embolia pulmonar em nenhum grupo de idade, gênero, lote ou nacionalidade.

CNN Brasil


Novas doses da Coronavac chegam nesta quarta-feira (10) ao RN

Novas doses da vacina chegam ao RN nessa quarta

O Rio Grande do Norte recebe nessa quarta-feira (10), à tarde, mais 43.200 doses da vacina Coronavc para dar seguimento à Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) sugere que as novas doses sejam destinadas aos idosos, na faixa etária dos 75 a 79 anos. A expectativa é que estas doses consigam atingir 45% deste público.

Serão entregues aos municípios um quantitativo estimado em 20 mil e 810 doses. Desta forma, a segunda dose ficará resguardada na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), em Natal, para garantir a imunização da população e, também, a reserva técnica preconizada pelo Ministério da Saúde, estimada em 2.180 doses.

Esta já é a nona remessa de vacinas que o Rio Grande do Norte recebe por meio do Ministério da Saúde.

Confira todas as doses já recebidas:

18 de janeiro – Coronavac: 22.440 doses
18 de janeiro – Coronavac: 60.000 doses
24 de janeiro – Oxford: 31.500 doses
24 de janeiro – Coronavac: 14.600 doses
07 de fevereiro – Coronavac: 29.000 doses
07 de fevereiro – Coronavac: 17.800 doses
24 de fevereiro – Oxford: 35.500 doses
24 de fevereiro – Coronavac: 19.400 doses
10 de março – Coronavac: 43.200 doses

Oxford: 67.000 doses
Coronavac: 206.440 doses

Total de doses recebidas: 273.440


Vacina da Pfizer é capaz de neutralizar variante brasileira, diz estudo

Vacina tem eficácia contra variante

Em artigo publicado nessa 2ª feira (8.mar.2021) na revista científica The New England Journal of Medicine, pesquisadores indicaram que a vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech conseguiu neutralizar 3 novas variantes do coronavírus: a B.1.1.7 (do Reino Unido), a B.1.351 (da África do Sul) e a brasileira P.1.

O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e pela equipe de desenvolvimento e pesquisa da Pfizer. Eis a íntegra do artigo, em inglês (376 KB).

No início de fevereiro, a Pfizer já havia dito que o imunizante é eficaz contra as variantes britânica e sul-africana. O novo estudo indica que a vacina também protege contra a P.1, detectada inicialmente em Manaus (AM).

A vacina tem 94% de eficácia contra o Sars CoV-2 original.

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Em Brasília, vice-governador do RN visita farmacêutica que vai produzir vacinas

Governadores defendem rapidez para liberação da vacina Sputnik V no Brasil

O vice-governador do Rio Grande do Norte, Antenor Roberto, esteve nesta terça-feira, 2, em Brasília (DF), representando a governadora, Fátima Bezerra, em visita aos laboratórios da União Química, empresa responsável pela fabricação no Brasil da vacina russa contra o novo coronavírus, a Sputnik V.

A ação aconteceu por iniciativa do Fórum Nacional de Governadores, que defende celeridade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para liberar a fabricação do imunizante em larga escala no Brasil.

O vice-governador, o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, e 18 representantes de estados e do Distrito Federal conheceram as instalações do laboratório que tem capacidade para produção de 8 milhões de doses por mês.

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Bharat Biotech, da Índia, diz que poderá exportar vacina contra Covid-19 ao Brasil nesta semana

Covaxin é produzida pela indiana Bharat Biotech

A farmacêutica Bharat Biotech, da Índia, disse, nesta terça-feira (9), que provavelmente exportará sua vacina contra Covid-19 para o Brasil e para os Emirados Árabes Unidos nesta semana. A vacina foi aprovada na Índia para uso emergencial, sem apresentar dados de eficácia de um teste de estágio avançado.

A Bharat Biotech já forneceu milhões de doses da Covaxin, desenvolvida com o estatal Conselho Indiano de Pesquisa Médica, à campanha de inoculação do governo – que também está empenhado em exportar vacinas feitas localmente como parte de uma investida diplomática.

Uma porta-voz da Bharat Biotech confirmou à Reuters que haverá exportações aos dois países e que elas poderiam começar nesta semana. A mídia indiana já havia publicado a informação.

G1


Estudo aponta que vacina da Oxford tem 82% de eficácia após 2ª dose

Primeira dose alcança eficácia de 76% – (Foto: Tânia Rego/ABr)

Os resultados de um estudo publicado na revista científica Lancet, especializada em assuntos da área de saúde, apontam que a vacina contra covid-19 produzida em parceria pela Universidade de Oxford e a farmacêutica inglesa AstraZeneca tem 82,4% de eficácia geral com uma segunda dose aplicada após um intervalo de três meses. A pesquisa também revela que, com a primeira dose, já se alcança 76% de eficácia.

A vacina da Oxford/AstraZeneca está sendo usada no Brasil conforme as prioridades definidas pelo Ministério da Saúde. As primeiras doses do imunizante que estão sendo distribuídas no país foram importadas da Índia . É previsto que, nos próximos meses, a vacina comece a ser produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A instituição científica vinculada ao Ministério da Saúde firmou, em agosto do ano passado, um acordo com a Universidade de Oxford e com a AstraZeneca para transferência de tecnologia.

O estudo foi divulgado na revista como um artigo  ainda em formato preprint, isto é, trata-se de uma pré-publicação que passará pelo crivo de outros pesquisadores antes da publicação definitiva. O trabalho é assinado por 76 integrantes do grupo que avalia a vacina, incluindo brasileiros, pois os testes clínicos também estão sendo conduzidos no Brasil. Participaram das análises 17.177 voluntários, sendo 8.948 no Reino Unido, 6.753 no Brasil e 1.476 na África do Sul. Parte deles recebeu a vacina e outra parte um placebo.

Agência Brasil


Eficácia da vacina Russa Sputnik V contra Covid-19 é de 91,6%, diz estudo

Vacina Russa tem eficácia de quase 100%

A vacina Sputnik V mostrou grandes resultados em termos de eficácia, imunogenicidade e segurança contra o novo coronavírus em análise intermediária de um ensaio clínico de Fase 3.

A eficácia do imunizante foi de 91,6% em regime de duas doses, de acordo com a revisão do estudo publicada na revista médica The Lancet nesta terça-feira (2). 

A análise incluiu dados de 19.866 voluntários, que receberam a primeira e a segunda doses da vacina Sputnik V, ou seu placebo, entre os quais foram confirmados 78 casos de Covid-19.

O estudo apontou que entre os 2.144 idosos com mais de 60 anos que participaram do estudo, a taxa de eficácia foi de 91,8% e, portanto, não diferiu estatisticamente do grupo de 18 a 60 anos.

CNN Brasil


Coronavac pode ser atualizada para conter as novas cepas de coronavírus em 2 meses

CoronaVac pode ter atuação contra novas cepas em dois meses

As vacinas contra a Covid-19 produzidas na China, baseadas no vírus inativado, podem ser atualizadas para conter as novas variantes em cerca de dois meses, relatou o Global Times, do governo chinês, nesta terça-feira (26), citando um especialista do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças.

Existem preocupações de que as vacinas desenvolvidas no último ano possam ser menos eficazes contra novas variantes do vírus descobertas recentemente na Grã-Bretanha e na África do Sul. A Moderna Inc. disse na segunda-feira (25) que testaria uma nova injeção de reforço dirigida à variante sul-africana, após concluir que a resposta do anticorpo pode ser diminuída.

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Fiocruz negocia mais 15 milhões de doses de vacina da AstraZeneca

Laboratório quer garantir imunização antes da chegada de matéria prima ao Brasil – (Foto: Tomaz Silva/ABr)

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, disse que a instituição negocia com a AstraZeneca a possibilidade de receber 15 milhões de doses prontas de vacinas para garantir a imunização até que chegue ao Brasil o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) que vai permitir a produção de vacinas em BioManguinhos, da Fiocruz. 

Até que esse gap possa ser superado sempre com o objetivo de trazer de forma mais rápida possível a vacina para nossa população e também de começar a produzir o mais rápido possível”, informou em entrevista à imprensa neste sábado (23), logo antes do início da distribuição de 2 milhões de doses de vacina da AstraZeneca pelos estados brasileiros. O imunizante chegou na sexta-feira (22) ao Brasil, vindo da Índia.

Agência Brasil


Dr. Tadeu abre vacinação imunizando enfermeira, filha da primeira caicoense morta por Covid-19

Prefeito Dr. Tadeu fez a aplicação da vacina em enfermeira, primeira caicoense a ser imunizada

Às 18h desta terça-feira (19), a enfermeira Gabriela Macedo, foi a primeira caicoense a receber a vacina contra o novo coronavírus, em ato realizado na frente do Hospital Regional Telecila Freitas Fontes.

O prefeito Dr. Tadeu, foi quem aplicou o imunizante em Gabriela, inclusive, ela foi escolhida pois sua mãe, Maria das Graças Bezerra, “Gracinha da Unicat”, como era conhecida, foi a primeira pessoa que morreu com Covid-19, em Caicó, em maio de 2020.

Nossa equipe escolheu o Hospital Regional para fazer a primeira dose da vacina, porque aqui foi e, é, o grande centro de tratamento de Covid-19, da região Seridó. Outro motivo é a profissional de saúde que também atua aqui, ela que teve sua mãe morta por causa dessa doença terrível, sendo ela a primeira vítima em Caicó, então, esse é um momento simbólico e de esperança para a população”, disse.

A enfermeira, Gabriela Macedo, disse que “estava muito feliz e emocionada, pois, depois de tantas mortes, tantas perdas, agora, chegou a esperança. Minha mãe faleceu logo no início da pandemia e não teve a oportunidade de alcançar a vacina, mas, com certeza, ela está feliz por termos conseguido”, relata. Ela aproveitou para pedir à população que acredite na vacina. “Imunização é sempre bem vinda. Eu digo que tomem a vacina, porque, por mais que se pegue futuramente o Covid, não vai ter chance de chegar a casos graves”.

Gabriela Macedo tomou a primeira dose da vacina

O diretor do Hospital Regional do Seridó, Caio Dantas, falou sobre esperança de dias melhores, com vitória sobre o Covid-19. “A vacina, é uma possibilidade de vencer essa guerra que estamos travando há tanto tempo. Esse é um momento que representa esperança acima de tudo. Com esse ato simbólico a gente apenas deu um primeiro passo rumo a vitória”, comentou.

A partir desta quarta-feira (20), equipes da Secretaria de Saúde de Caicó, estão percorrendo as unidades de saúde e abrigos para fazer a imunização dos profissionais de saúde. Ao todo, serão aplicadas 750 doses da CoronaVac.


RN recebe primeiro lote da CoronaVac com 82.440 doses

Lote de vacinas do Rio Grande do Norte, já chegou – (Fotos: Elisa Elsie)

Ato simbólico do início da campanha de vacinação no estado será realizado nesta terça-feira (19), às 10h, na Escola de Governo

O primeiro lote de vacina contra a Covid-19 – a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan junto à Sinovac – chegou ao Rio Grande do Norte na madrugada desta terça-feira (19). O esperado voo com as doses do imunizante desembarcou no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante por volta de 1h. Do aeroporto, as 82.440 doses foram transportadas para a Central de armazenamento e distribuição instalada na Unicat (Unidade Central de Agentes Terapêuticos), em Natal.

Este primeiro lote vai atender 39.258 potiguares com duas doses da vacina, aplicadas entre um intervalo de 28 dias, priorizando os grupos prioritários: trabalhadores de saúde e pessoas idosas residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas).

A secretária adjunta de Estado da Saúde Pública (Sesap), Maura Sobreira, explicou que, a partir de orientações do Governo Federal, foram estabelecidos critérios priorização para a aplicação das doses. “Nesse primeiro momento, receberão a vacina os idosos que estão institucionalizados, ou seja, aqueles que moram em abrigos. Com relação aos profissionais de saúde, também houve uma necessidade de escalonamento. Como prioridade, primeiramente, serão os próprios vacinadores, além dos profissionais que estão atuando na linha de frente, seja em urgências e emergências, seja em Upa’s, Samus, unidades hospitalares, hospitais de campanha, Centros Covid e profissionais da atenção primária”, disse.

Nas próximas horas, a Sesap vai separar os lotes que serão enviados às seis centrais de distribuição instaladas nas Regionais de Saúde nos municípios de Mossoró, Caicó, Pau dos Ferros, Santa Cruz, São José de Mipibu e João Câmara, além de Natal e cinco municípios da Região Metropolitana – Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Ceará-Mirim. O tempo de espera entre a chegada das vacinas à Unicat e sua saída para distribuição é estimado em 3 horas. A estas centrais, os secretários municipais de saúde devem enviar as equipes de saúde para receber os lotes de cada município. Estão previstas mais de 12 mil doses para a Natal, já a quantidade de doses a serem encaminhadas aos demais municípios não será divulgada de forma antecipada por motivos de segurança.

A expectativa é de que todas as doses de vacinas recebidas pelo Estado sejam distribuídas em até 12 horas para os locais de imunização e que a primeira vacina seja aplicada em até 72 horas. “A gente estima que até o final do dia todas as regionais de saúde já estejam devidamente abastecidas”, destacou Maura Sobreira ao afirmar que o Estado garantiu toda a logística em relação aos insumos necessários, como as seringas que serão enviadas junto com as vacinas.

Cabe destacar que a chegada da vacina não marca o fim da pandemia, a gente continua tendo o desafio que é garantir todos os cuidados sanitários: o uso da máscara, a higienização das mãos, evitar aglomerações, porque estamos, inclusive, num cenário de expansão de casos. Contudo, com a chegada da vacina, há um processo de controle desse cenário“, acrescentou.


Após aprovação da vacina pela Anvisa, enfermeira de São Paulo foi primeira a ser imunizada contra o Covid-19

Enfermeira de São Paulo recebeu a primeira dose do imunizante – (Foto: Rodrigo Rodrigues/G1)

O governo de São Paulo aplicou a primeira dose da CoronaVac na tarde deste domingo (17), após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da vacina contra a Covid-19.

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista, foi a primeira pessoa, fora dos estudos clínicos, a receber a vacina.

Segundo informou o governo paulista, Mônica atua na linha de frente contra Covid-19 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Após ser imunizada, ela recebeu do governador João Doria um selo simbólico com os dizeres “Estou vacinado pelo Butantan” e uma pulseira com a frase “Eu me vacinei”.

A aplicação foi feita no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O governador João Doria (PSDB) acompanhou.

A enfermeira Jéssica Pires de Camargo, 30 anos, do Controle de Doenças e Mestre de Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo, foi responsável por aplicar a dose.

G1