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Google, Facebook, Twitter e WhatsApp vão aderir ao Programa de Enfrentamento à Desinformação do TSE

O Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ganhará o reforço das quatro principais plataformas de mídia social e de serviço de mensagens do mundo: Google, Facebook, Twitter e WhatsApp. A adesão ao programa acontecerá nesta terça-feira (22), às 18h15, no Gabinete da Presidência do Tribunal, em Brasília, e contará com a presença da presidente da Corte, ministra Rosa Weber.

Com as novas adesões, o programa passará a contar com 40 instituições parceiras no desenvolvimento e execução de ações conjuntas capazes de reduzir os efeitos negativos que a desinformação pode causar no trato de temas que dizem respeito à Justiça Eleitoral e às eleições, como o sistema eletrônico de votação.

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WhatsApp deve contar com novo recurso em breve: Transmissão ao vivo

Nova ferramenta do Whatsapp deve estar disponível em breve

O aplicativo de mensagens WhatsApp deve contar com novo recurso em breve para os usuários da popular plataforma.

A plataforma deve contar com o recurso de transmissão ao vivo, de acordo com o site especializado WABetaInfo.

“O aplicativo suporta um recurso de streaming. Eles podem usar a mesma tecnologia para transmissão de vídeo”, explicou o site.

Ainda sem data oficial para o lançamento, o recurso já passa por uma fase de analise na popular. Ele deve chegar em uma grande atualização próxima.



TRF multa WhatsApp e Facebook por descumprimento de decisões judiciais

O Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF4) multou o Facebook e o WhatsApp em R$ 23 milhões por descumprimento de decisões judiciais. As representações no Brasil de ambas as plataformas, controladas pelo conglomerado Facebook, desrespeitaram uma ordem da 1a Vara Federal de Umuarama (PR), que impôs sanção de R$ 2 bilhões às empresas.

A decisão veio após as duas redes sociais se negarem a fornecer dados sigilosos e a interceptar comunicações em contas investigadas na Operação Malote, da Polícia Federal (PF). A turma do TRF4 que avaliou o caso considerou o valor alto e fixou novo montante.

Entenda

A operação foi deflagrada em 2017 e investigou uma rede de narcotraficantes sediada na cidade paranaense. Como parte das investigações, a PF solicitou ao Judiciário a quebra do sigilo de dados e a interceptação das comunicações realizada por meio do WhatsApp dos suspeitos de integrarem a organização criminosa.

Como as empresas não cumpriram as ordens judiciais, a PF requereu que fossem impostas multas, com o bloqueio de valores pelo sistema do Banco Central do Brasil (Bacenjud).

A 1a Vara da Justiça Federal de Umuarama condenou o Facebook e o WhatsApp aplicando multa de R$ 2 bilhões. O Whatsapp argumentou que não teria condições técnicas de cumprir a decisão e apontou o valor definido como desproporcional.

O relator do caso, desembargador João Paulo Gebran Neto, considerou correta a penalização do não atendimento à decisão judicial. Contudo, o magistrado apontou o valor como desproporcional.

A Agência Brasil procurou o Facebook solicitando a posição da empresa sobre a decisão, mas não recebeu resposta.



PF detona esquema de venda de drogas sintéticas realizada pelo WhatsApp

A Polícia Federal deflagrou operação, nesta terça-feira (12), para combater uma quadrilha de traficantes que usava o aplicativo de smartphones, o WatsApp, para espalhar drogas em cinco estados do país.

Agentes da Polícia Federal cumpriram mandados em vários estados

Os agentes da PF cumpriram 10 mandados de prisão, buscas e apreensão em São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais. Durante o início da operação, nove pessoas foram presas pelos policiais.

Os investigadores passaram a monitorar anúncios de venda de drogas sintéticas nas redes sociais e conseguiram se infiltrar em grupos de WhatsApp usados pela quadrilha. Os anúncios realizados pelos traficantes no App eram por meio de vídeos e fotos de ecstasy e MDMA, uma forma mais pura do ecstasy.

De acordo com a Polícia Federal, algumas encomendas realizadas no grupo eram despachadas pelos Correios. Ao todo, cerca de 200 pessoas faziam parte do grupo de vendas de drogas dos traficantes, no WhatsApp.

Os suspeitos devem ser indiciados por associação e tráfico de drogas e podem pegar de três a 15 anos de prisão.



TSE define relator para processo que envolve Bolsonaro, WhatsApp e empresários

O ministro Jorge Mussi, corregedor-geral eleitoral, foi o nome escolhido para apurar o caso que trata do suposto esquema de empresas que enviaram mensagens em massa pelo WhatsApp contra o PT.

O processo tem como base uma reportagem da Folha de S.Paulo, que indica um possível pagamento de contratos que chegariam a 12 milhões de reais para disseminação dos conteúdos.

A coligação de Fernando Haddad, candidato à Presidência da República pelo PT, pede que Bolsonaro seja considerado inelegível por oito anos, por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

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WhatsApp remove contas de disparo em massa de notícias falsas

O WhatsApp está tomando medidas contra empresas que atuam com envio em massa de mensagens com conteúdos falsos ou enganosos. A informação foi repassada hoje (19) à Agência Brasil pela assessoria da empresa. Ontem (18), o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem segundo a qual empresas de marketing digital custeadas por empresários estariam disseminando conteúdo em milhares de grupos do aplicativo.

De acordo com a nota da empresa, o WhatsApp está “tomando medidas legais imediatas para impedir empresas de enviar mensagens em massa via WhatsApp”. A companhia também informou que baniu contas associadas a estas empresas.

No comunicado, a assessoria da empresa informou que foram canceladas também “centenas de milhares de contas durante o período das eleições no Brasil”. “Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação”, acrescentou a nota.

A reportagem da Folha de S. Paulo apontou uma rede de empresas de marketing digital contratadas para efetuar os disparos em massa. Os contratos, que chegariam até R$ 12 milhões, seriam bancados por empresários próximos ao candidato, como Luciano Hang, da rede de varejo catarinense Havan.

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MP Eleitoral analisará caso de suposto grupo de whatsapp com ameaças de violência

O Ministério Público Eleitoral instaurou um procedimento para analisar as denúncias quanto ao suposto grupo de whatsapp “Opressores RN 17”, no qual teriam sido feitas ameaças de morte, estupro e outros tipos de violência a eleitores contrários, através da possível organização de um grupo armado.

Após analisar os indícios de veracidade, ou não, do diálogo mantido na rede social, a Procuradoria Regional Eleitoral deverá decidir sobre a remessa do caso ao promotor eleitoral competente, se for o caso de apuração de possível crime do artigo 301 do Código Eleitoral (Usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar, ou não votar, em determinado candidato ou partido, ainda que os fins visados não sejam conseguidos).

Por outro lado, na hipótese de se tratar de propaganda falsa (grupo fake), com intuito de promover publicidade negativa de candidato, o procedimento será encaminhado para algum dos procuradores auxiliares eleitorais.



Whatsapp limita encaminhamento de mensagens para combater fake news

O aplicativo de mensagens WhatsApp vai passar a ter um limite de destinatários para o encaminhamento de mensagens. Segundo a empresa, de propriedade do Facebook, o objetivo com isso é reduzir a disseminação de notícias falsas. A novidade foi anunciada ontem (19) pela empresa por meio de seu blog institucional.

O Whatsapp é a segunda maior rede social do planeta, com 1,5 bilhão de usuários. A plataforma perde apenas para o Facebook, com 2,2 bilhões de pessoas inscritas. No Brasil, são mais de 100 milhões de pessoas com o aplicativo.

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Facebook e WhatsApp criam canais diretos de comunicação com a Justiça Eleitoral

Canal será direto com a Justiça Eleitoral

A plataforma de mensagens instantâneas WhatsApp criou, nesta terça-feira (17), um canal de comunicação direto com a Justiça Eleitoral para facilitar o cumprimento de decisões judiciais sobre conteúdo divulgado por meio do seu serviço. A iniciativa segue o que já foi feito pela rede social Facebook.

As duas plataformas digitais agora contam com endereços de e-mail para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) encaminhem intimações, notificações, citações ou pedidos para a tomada de providências que atendam ordens da Justiça Eleitoral. O serviço funcionará até a diplomação dos candidatos eleitos em 2018, que ocorrerá até o dia 19 de dezembro.

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Golpe por WhatsApp usa o saque do PIS para enganar usuários

Golpe por WhatsApp usa o saque do PIS para enganar usuários

Milhares de pessoas caíram, nesta semana, em mais um golpe de hackers. Desta vez, a mensagem falsa foi viralizada pelo WhatsApp e dizia que a pessoa que trabalhou de 2005 a 2018 tinha direito ao saque do PIS no valor de R$ 1.223,20.

A fraude induzia o usuário a compartilhar a informação para 30 amigos ou grupos do WhatsApp. E só depois, a pessoa poderia fazer o saque. A disseminação de conteúdos maliciosos, como este, é bem parecida com outros golpes que já ocorreram neste ano. Normalmente há um link, que redireciona para uma página e solicita os dados pessoais do usuário.

Por meio de nota, a Caixa Econômica Federal esclarece que não solicita informação de dados ou senha pessoal para verificação de direito à benefícios sociais. De acordo com o banco, no site e nas agências são disponibilizadas orientações de segurança com o objetivo de alertar seus clientes quanto ao risco de golpes, seja por e-mails spam, WhatsApp, sites falsos ou telefone.



Disque Denúncia da Sesed ganha novo número de WhatsApp

Uma das principais ferramentas oficiais da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) que auxiliam no combate ao crime, o Disque Denúncia 181 ganhou um novo número de WhatsApp.

A população pode fazer denúncias através do aplicativo pelo número (84) 98132-6057, podendo enviar, além das informações, fotos e vídeos. Assim como o 181, o horário de funcionamento é das 6h até meia noite. “Como o WhatsApp traz a possibilidade de envio de outras mídias, acaba ajudando o trabalho de investigação policial, facilitando na identificação de uma residência, por exemplo”, destacou o delegado Marcílio Bezerra, coordenador de inteligência da Sesed.

Assim como a ligação feita pelo telefone, a Sesed garante que a privacidade do denunciante será mantida. Os dados recebidos pelo atendente são enviados para o setor de inteligência das forças de segurança do Estado, que irá analisar a veracidade dos dados. Dependendo do teor do que foi repassado, os policiais que estão trabalhando nas ruas são acionados.

Cerca de 500 denúncias são recebidas pelo serviço todos os meses, o que tem resultado em aproximadamente 20 prisões mensais – como de foragidos da Justiça e traficantes – além da apreensão de drogas, armas e veículos.



Whatsapp fica instável no Brasil; empresa não explicou motivo

Whatsapp ficou instável em diversos países nesta quarta-feira

Da Agência Brasil – O aplicativo de troca de mensagens Whatsapp ficou instável no Brasil no fim da tarde de hoje (3). A empresa não informou o motivo do apagão, mas disse que está “ciente do problema e trabalhando para corrigi-lo o mais rápido possível”.

A assessoria de imprensa do WhatsApp disse que há registro de problemas em alguns países, além do Brasil, mas não informou quais. Nas redes sociais, foram postados vários relatos de dificuldades para acesso ao aplicativo, que tem mais de 100 milhões de usuários no país.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) informou que a instabilidade não ocorreu por problema com as prestadoras. No início da noite, o aplicativo voltou a funcionar para alguns usuários no Brasil.

O WhatsApp já foi bloqueado algumas vezes no Brasil por determinação judicial. O bloqueio mais recente foi em julho do ano passado, quando o aplicativo ficou fora do ar por determinação da Justiça, no Rio de Janeiro, mas voltou a funcionar no mesmo dia, depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal.