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Livro sobre obra do caicoense José Ezelino é eleito um dos melhores fotolivros de 2018

Livro foi escolhido um dos melhores

O livro “Quando a pele incendeia a memória”, de autoria da pesquisadora Ângela Almeida que resgata o trabalho do fotógrafo caicoense José Ezelino da Costa, foi eleito por um grupo de especialistas em fotografia como um dos melhores fotolivros de 2018. A publicação contou com patrocínio do Morada da Paz, por meio do programa de incentivo à cultura Djalma Maranhão da Prefeitura do Natal, com realização da Cultura de Valor.

Promovida pela revista ZUM, publicação semestral do Instituto Moreira Salles (IMS) dedicada ao universo fotográfico, a distinção foi dada apenas a dois livros: “Quando a pele incendeia a memória”, de Ângela Almeida (Edufrn); e “Conhecidos de vista”, de Letícia Lampert (Editora Incompleta). O livro sobre José Ezelino da Costa foi o único do Rio Grande do Norte a participar do festival ZUM, realizado em setembro deste ano na sede do IMS em São Paulo/SP.

Sobre o livro

José Ezelino da Costa, o primeiro fotógrafo negro da região do Seridó, nascido em 1889 em Caicó, filhos de escravos, é o pioneiro no registro da identidade social da cultura seridoense. Além disso, Ezelino imortalizou imagens de parentes e amigos e o cotidiano da sociedade da sua época. Para a elaboração do livro, Ângela Almeida contou com o apoio da sobrinha-neta do retratista, a arquiteta Ana Zélia Moreira, que apresentou o álbum de família, herança deixada por sua mãe. O livro conta com projeto gráfico de Rafael Sordi Campos e ilustrações de Michelle Holanda.

Não existe nenhum registro fotográfico semelhante ao de José Ezelino no Brasil. A maioria dos registros é da população negra retratada como vendedores de ruas ou como trabalhadores de baixo escalão. Além dos registros familiares, Ezelino produziu um vasto material da cidade de Caicó e demais regiões do Seridó. Infelizmente, muitas destas fotos foram perdidas ao longo dos anos, o que fortalece ainda mais a importância do trabalho da pesquisadora Ângela Almeida.



Exposição com fotografias de Zé Ezelino começa nesta sexta-feira (01) em Caicó

Jose Ezelino da Costa terá suas fotografias expostas em Caicó, sua terra natal

Começa nesta sexta-feira (01), em Caicó, a exposição “Quando a pele incendeia a memória – Nasce um fotógrafo no sertão do século 19” que mostra as fotografias feitas por José Ezelino da Costa. A mostra fica aberta ao público de 1º a 11 de dezembro, no Salão Nobre da antiga Prefeitura.

A iniciativa conta com patrocínio do Morada da Paz, por meio do programa de incentivo à cultura Djalma Maranhão da Prefeitura do Natal, com realização da Cultura de Valor.

São os primeiros retratos de pessoas negras do Rio Grande do Norte fotografadas no início do século 20 por José Ezelino que serão mostrados na terra natal do artista.

A exposição, que tem curadoria de Ângela Almeida e expografia de Rafael Campos e Michelle Holanda, conta com 40 fotografias e foi apresentada em Natal no mês de setembro, em galeria no Natal Shopping aberta à visitação do público.

Saiba mais: http://sidneysilva.com.br/caico-recebe-exposicao-sobre-identidade-da-cultura-negra-do-sertao-potiguar/



Caicó recebe exposição sobre identidade da cultura negra do sertão potiguar

Exposição ficará em Caicó no período de 01 a 11 de dezembro

Os primeiros retratos de pessoas negras do Rio Grande do Norte fotografadas no início do século 20 por José Ezelino da Costa chegam a Caicó, terra natal do artista, por meio da exposição “Quando a pele incendeia a memória – Nasce um fotógrafo no sertão do século 19“. A mostra fica aberta ao público de 1º a 11 de dezembro, no Salão Nobre da antiga Prefeitura. A iniciativa conta com patrocínio do Morada da Paz, por meio do programa de incentivo à cultura Djalma Maranhão da Prefeitura do Natal, com realização da Cultura de Valor.

A exposição, que tem curadoria de Ângela Almeida e expografia de Rafael Campos e Michelle Holanda, conta com 40 fotografias e foi apresentada em Natal no mês de setembro, em galeria no Natal Shopping aberta à visitação do público. Os retratos revelam a identidade social da cultura negra e o dia a dia da região do Seridó, cuja sociedade da época era predominantemente branca, comandada por uma elite de coronéis e fazendeiros. A pesquisadora contou com o apoio da sobrinha-neta do retratista, a arquiteta Ana Zélia Moreira, que apresentou o álbum de família, herança deixada por sua mãe.

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