Sindicatos e movimentos sociais fizeram uma manifestação na tarde desta segunda-feira (5), na capital paulista, em que pediram a libertação de Nicolás Maduro. O ato ocorreu em frente ao Consulado dos Estados Unidos. 

Os participantes defenderam a autonomia do país vizinho, a busca pela paz e o respeito e solidariedade ao governo e povo venezuelanos.
“A gente veio para esse ato hoje não só para demonstrar nossa solidariedade ao povo venezuelano, mas para conseguir colocar a posição dos estudantes da classe trabalhadora em relação aos ataques imperialistas, em especial dos Estados Unidos. O imperialismo, independente de qual país que seja, se coloca numa posição de dominação dos países, em especial os da periferia do capitalismo”, disse a estudante de Gestão de Políticas Públicas da USP Bianca Mondeja, integrante da direção da União Nacional dos Estudantes (UNE).
A organização estudantil considera ser “inegociável” a “capacidade de autodeterminação” de um povo.
Os Estados Unidos retiraram nesta segunda-feira (5) a recomendação de que todas as crianças sejam vacinadas contra a gripe e outras três doenças, medida que promove um dos objetivos de longo prazo do secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr.

A decisão de retirar a recomendação das vacinas foi tomada um mês após o presidente Donald Trump pedir a redução do número de vacinas no calendário das crianças, dizendo que os EUA precisam se alinhar a outras nações desenvolvidas.
O diretor interino do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês), Jim O’Neill, aprovou a atualização das diretrizes, informou o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, na sigla em inglês) nesta segunda-feira (5).
A medida foi tomada fora do processo típico de recomendações de imunização, no qual um painel externo de consultores especializados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças considera os méritos de cada vacina com vistas à saúde pública.
O Procon Carioca notificou a concessionária de distribuição de energia Light nesta segunda-feira (5) após moradores dos bairros do Leme e de Copacabana, no Rio de Janeiro, permanecerem por mais de 48 horas sem fornecimento de energia elétrica. A empresa terá 24 horas, sob pena de multa, para apresentar esclarecimentos detalhados sobre o restabelecimento do serviço, além de um plano de ação e compensação aos consumidores prejudicados.

Em alguns trechos a energia voltou nesta segunda-feira, mas muitos locais continuam sem o serviço. Devido à falta de energia, os moradores dos dois bairros fizeram “panelaço” na noite deste domingo pedindo o retorno da energia.
Entre as medidas exigidas pelo Procon Carioca estão o ressarcimento por perdas de alimentos, danos a eletrodomésticos e abatimento proporcional nas faturas de energia. A notificação ocorre após o recebimento de várias denúncias que apontam falha grave e reiterada na prestação de um serviço essencial, sem comunicação adequada, sem cronograma claro de resolução e sem qualquer providência imediata para mitigar os prejuízos à população, condutas que violam diretamente o Código de Defesa do Consumidor.
O Procon Carioca enfatiza que energia elétrica é um serviço indispensável à vida cotidiana, e a interrupção prolongada gera impactos severos, como perda de alimentos perecíveis, queima de aparelhos, dificuldades de comunicação, aumento da sensação de insegurança e prejuízos financeiros significativos ao comércio local.

Apesar das tensões com a invasão da Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro, o mercado financeiro teve um dia de alívio. O dólar caiu para o menor valor em 25 dias. A bolsa de valores subiu e atingiu o maior nível desde a metade de dezembro.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (5) vendido a R$ 5,405, com queda de R$ 0,018 (-0,84%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,45 por volta das 10h30, mas inverteu a trajetória e passou a cair, acompanhando o movimento internacional.
A moeda estadunidense está no menor valor desde 12 de dezembro. Na ocasião, a divisa fechou em R$ 5,41.
No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou a segunda aos 161.870 pontos, com alta de 0,83%. O indicador alternou altas e baixas durante a manhã, mas firmou a tendência de alta à tarde.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso do medicamento polilaminina no tratamento do trauma raquimedular agudo, que é uma lesão da medula espinhal ou coluna vertebral.

No anúncio feito, nesta segunda (5), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (à esquerda, na foto), destacou que a pesquisa será um marco importante para quem sofreu uma lesão medular e também para as suas famílias.
“Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, disse Padilha.
“Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, disse Padilha.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse nesta segunda-feira (5) que, se necessário, poderá voltar a pegar em armas para defender o país. O mandatário ressaltou ainda que deu ordem à força pública colombiana para atirar contra o “invasor”. 

As declarações, escritas no X, foram dadas em resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, neste domingo (4), ameaçou armar uma operação militar contra a Colômbia.
“Embora eu não tenha sido militar, conheço a guerra e a clandestinidade. Jurei não empunhar mais uma arma desde o Pacto de Paz de 1989, mas pela Pátria pegarei novamente em armas, ainda que não queira”, disse Petro, que participou do movimento de guerrilha M19 (Movimento 19 de Abril), nos anos 1980.
O presidente da Colômbia afirmou ainda que os comandantes da força pública que não defendam a soberania popular deverão deixar a corporação.

O governo brasileiro voltou a condenar a ação armada dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira dama Cilia Flores, no último sábado (3).

Durante a reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira (5), o embaixador Sérgio França Danese disse que a paz na América do Sul está em risco.
Segundo o diplomata, intervenções armadas anteriores no continente resultaram em regimes autoritários, violações de direitos humanos, mortes, prisões políticas, tortura e desaparecimentos forçados.
“O recurso à força em nossa região evoca capítulos da história que acreditávamos ter deixado para trás e coloca em risco o esforço coletivo de preservar a região como uma zona de paz”, declarou Danese.
A Polícia Civil de São Paulo fez uma operação nesta segunda-feira (5) em uma adega em Cidade Tiradentes, na zona leste da capital paulista, após a morte de uma adolescente de 15 anos que teria ingerido bebida alcoólica comprada no local com suspeita de ter sido adulterada por metanol. 

No entanto, o proprietário da adega acabou sendo preso por “ligação clandestina de energia elétrica e armazenamento irregular de fogos de artifício”, segundo a Polícia Civil. A polícia investiga se as bebidas que ele comercializava no local estavam adulteradas e poderiam ter provocado a morte da adolescente.
No local foram apreendidas bebidas destiladas e também 17 caixas contendo fogos de artifício.
A adolescente morreu neste final de semana, após ter consumido bebidas alcoólicas na virada do ano. A causa da morte ainda está sob investigação no Instituto Médico Legal (IML).
“Se os Estados Unidos atacarem outro país da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte], será o fim de tudo”, afirmou, nesta segunda-feira (5), a primeira-ministra da Dinamarca, Matte Frederiksen.

Tanto a Dinamarca e quanto os EUA são membros da Otan. Como a Groenlândia é uma região semiautônoma da Dinamarca, também faz parte da organização.
Donald Trump, que acusa a Dinamarca de não ter recursos para garantir a segurança da área, recusou afastar a possibilidade de uma intervenção armada contra a maior ilha do mundo.
A questão voltou a surgir após o ataque dos EUA à Venezuela, no último sábado (5), para capturar o presidente Nicolás Maduro e levá-lo a julgamento nos EUA, onde é acusado de narcoterrorismo.
O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (5) que distribuiu mais de de 1 milhão de testes rápidos para detecção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) nos territórios indígenas em 2025, o que representa um aumento de 25% em relação a 2022. Segundo a pasta, que contou com apoio dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), a cobertura de testagem para HIV/AIDS nas comunidades indígenas aumentou em 47% desde 2022.

Entre 2024 e 2025, a cobertura da testagem para HIV e outras ISTs cresceu 63,62%, o que reflete o crescimento da oferta de exames para o diagnóstico precoce e o acesso oportuno ao tratamento. As ações nos territórios também incluem a distribuição de preservativos, visando fortalecer as estratégias de prevenção.
Na avaliação do secretário de saúde indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, essa estratégia é crucial, porque “amplia e qualifica o diagnóstico precoce, melhora o acesso ao tratamento e reduz a transmissão entre a população indígena, além de revelar a real dimensão da carga de doenças e infecções nas terras indígenas”.
A diretora do Departamento de Atenção Primária à Saúde Indígena (DAPSI) do Ministério da Saúde, Putira Sacuena, afirmou que a ampliação da testagem “fortalece o controle das ISTs, principalmente quando combinada com estratégias de prevenção e ações para reduzir as morbidades e garantir ao paciente tratamento rápido e qualificado”.
Em reunião do Conselho de Segurança na Organização das Nações Unidas (ONU), o embaixador do Brasil Sérgio Danese disse, nesta segunda (5), que não é possível aceitar o argumento de que os fins justificariam os meios na intervenção armada dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro, no último sábado (4). 

Para ele, não é admissível justificar o uso da força ou a derrubada ilegal de um governo em função da exploração de recursos naturais ou econômicos.
“Esse raciocínio carece de legitimidade e abre caminho para conceder aos poderosos o direito de definir o que é justo ou injusto, certo ou errado, e até mesmo de desconsiderar a soberania nacional, impondo decisões que os fracos devem tomar.”
“Esse raciocínio carece de legitimidade e abre caminho para conceder aos poderosos o direito de definir o que é justo ou injusto, certo ou errado, e até mesmo de desconsiderar a soberania nacional, impondo decisões que os fracos devem tomar.”
A Venezuela pediu formalmente ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) que condene de forma “clara e inequívoca” a ação militar dos Estados Unidos em Caracas no último sábado (3), que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.

O apelo foi feito pelo embaixador venezuelano Samuel Moncada na reunião de emergência realizada nesta segunda-feira (5) na ONU.
“Os acontecimentos de 3 de janeiro constituem uma violação flagrante da Carta da ONU perpetrada pelo governo dos Estados Unidos, em especial do princípio da soberania dos Estados e da proibição absoluta do uso ou da ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer país”, disse Moncada.
“Os acontecimentos de 3 de janeiro constituem uma violação flagrante da Carta da ONU perpetrada pelo governo dos Estados Unidos, em especial do princípio da soberania dos Estados e da proibição absoluta do uso ou da ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer país”, disse Moncada.
As 40 pessoas que morreram no incêndio em festa de ano novo em Crans Crans-Montana, Suiça, foram identificadas, anunciou nesta segunda-feira (5) a polícia local.

Foram identificados 21 suíços, nove franceses, incluindo um franco-suíço, uma pessoa com tripla nacionalidade França/Israel/Reino Unido, seis italianos, incluindo um italo-emiradense, uma belga, uma portuguesa, um romeno e um turco, segundo comunicado da polícia.
Os mortos no incêndio têm entre 14 e 39 anos, sendo 21 delas menores, segundo a informação oficial. Ainda falta identificar seis dos 119 feridos.
Segundo as autoridades federais suíças, 35 feridos, com queimaduras extensas e graves, foram transferidos para hospitais na França, na Bélgica, na Alemanha e na Itália.
Os Estados Unidos negaram nesta segunda-feira (5) estar em guerra ou ocupar a Venezuela ao justificar, na reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), a operação que resultou no sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro no último sábado (3), em Caracas.

O representante dos EUA na ONU, o embaixador Michael Waltz, disse que a ação em território venezuelano teve caráter jurídico e não militar. Na retórica estadunidense, houve “aplicação da lei, facilitada pelas Forças Armadas”.
“Não há guerra contra a Venezuela nem contra o seu povo. Não estamos ocupando um país. Tratou-se de uma operação de aplicação da lei em cumprimento de acusações legais que existem há décadas”, disse Waltz.
“Não há guerra contra a Venezuela nem contra o seu povo. Não estamos ocupando um país. Tratou-se de uma operação de aplicação da lei em cumprimento de acusações legais que existem há décadas”, disse Waltz.

Os trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) já podem se organizar para os pagamentos de 2026. Quem nasceu em janeiro e optou pela modalidade está com o valor liberado desde o dia 2 de janeiro, primeiro dia útil do mês.

O saque-aniversário fica disponível por até 90 dias e pode ser feito de forma digital, pelo aplicativo do FGTS, ou presencialmente nas unidades da Caixa.
A seguir, confira quem tem direito, como sacar, o calendário completo de 2026 e quanto é possível receber.
Quem pode sacar o FGTS em 2026?

Formada em direito na Universidade Central da Venezuela (UCV), a nova presidente interina do país sul-americano, Delcy Eloína Rodríguez Gómez, de 56 anos, é um quadro histórico do chavismo e mulher de confiança do presidente sequestrado Nicolás Maduro.

Nascida em Caracas, Delcy foi escolhida por Maduro para a vice-presidência ainda em 2018. Diferentemente do Brasil, o vice-presidente na Venezuela não é eleito em uma chapa, mas escolhido pelo presidente do país, podendo, inclusive, ser trocado.
Além da vice-presidência, Delcy acumulava os cargos de ministra da economia e de presidente da PDVSA, a estatal de petróleo da Venezuela. Ela assumiu a principal empresa do país, em 2024, após a prisão de parte da diretoria da estatal acusada de corrupção.
A formação de Delcy inclui uma pós-graduação em Direito Social na Universidade de Paris e mestrado em Política Social pela Universidade de Birkbeck, em Londres.

A vice-presidente Delcy Rodríguez tomou posse como presidente interina da Venezuela, após o sequestro de Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos, no último sábado (3). Delcy prestou juramento nesta segunda-feira (5) perante a Assembleia Nacional do país. 

Os Estados Unidos (EUA) lançaram no sábado (3) “um ataque de grande escala contra a Venezuela”, que capturou Maduro e sua mulher. Horas depois, em uma coletiva de imprensa, o presidente Donald Trump anunciou que os EUA vão governar o país até se concluir uma transição de poder.
Ainda no sábado, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela determinou que Delcy assumisse a presidência interina, “de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação”. No domingo (4), as Forças Armadas venezuelanas reconheceram Delcy como chefe de Estado.
Delcy Rodríguez é a primeira mulher na história do país a liderar o Executivo, já exigiu “a libertação imediata” de Nicolás Maduro, “o único presidente da Venezuela”, e condenou a operação militar dos Estados Unidos.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, refutou, nesta segunda-feira (5), as acusações de envolvimento com narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e uso de armamento pesado. Durante sua audiência de custódia, no Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, em Nova York, Maduro disse ser inocente, qualificando a si mesmo como um “prisioneiro de guerra” e um “homem decente”.

“Sou inocente. Não sou culpado. Sou um homem decente”, afirmou Maduro ao juiz Alvin Hellerstein, que conduziu a audiência de pouco mais de meia hora, realizada esta tarde. “Ainda sou presidente do meu país”, acrescentou o venezuelano após alegar que foi sequestrado por militares estadunidenses.
Durante a audiência, Maduro e sua esposa, a primeira-dama venezuelana Cíilia Flores, foram oficialmente notificados das acusações feitas por autoridades estadunidenses. Elas acusam membros do governo venezuelano, como o ministro do Interior, Diosdado Cabello, de se valerem de seus cargos para favorecer o “transporte de milhares de toneladas de cocaína para os Estados Unidos”, beneficiando-se da “corrupção alimentada” pelo narcotráfico.
Maduro e integrantes de sua equipe negam as acusações. Segundo Maduro, o real objetivo dos Estados Unidos, país presidido por Donald Trump, é se apoderar dos recursos minerais estratégicos venezuelanos. A Venezuela é, hoje, a dona das maiores reservas de petróleo do mundo, além de deter grande quantidade de gás e ouro. Especialistas também questionam a falta de provas quanto ao envolvimento de lideranças venezuelanas com o tráfico de drogas, destacando que o país não é um produtor de cocaína.
O governo da Venezuela, através da presidente interina Delcy Rodríguez, ordenou nesta segunda-feira (5) que a polícia “inicie de imediato a busca e captura em nível nacional de qualquer pessoa envolvida na promoção ou apoio ao ataque armado dos Estados Unidos”.

A ordem foi feita através de um decreto publicado no sábado (3), dia do sequestro de Nicolás Maduro e sua mulher, mas o texto completo só foi divulgado hoje.
Nesta segunda, Maduro e mulher dele, Cilia Flores, também raptada pelos militares norte-americanos, passaram por audiência de custódia numa corte em Nova York. O presidente venezuelano se declarou inocente das acusações impostas pelos Estados Unidos.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) se reuniu hoje também para discutir o ataque à Venezuela e o sequestro de Maduro. Rosemery DiCarlo, subsecretária-geral para assuntos políticos e de construção da paz na ONU declarou que está “profundamente preocupada que as leis do direito internacional não foram respeitadas na ação militar do dia 3 de janeiro”.
Representantes da China e a Rússia condenaram fortemente o ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela no sábado (3) e pediram a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Eles participaram de reunião de emergência convocada pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira (5).

O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, disse que a China está profundamente chocada com a ação militar e condenou fortemente “os atos ilegais e de bullying” dos Estados Unidos.
Segundo o diplomata, a comunidade internacional tem expressado preocupações com as sanções, bloqueios e ameaças de uso da força norte-americanos contra a Venezuela. “Como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, os Estados Unidos têm ignorado as graves preocupações da comunidade internacional em relação à soberania venezuelana e infringiram a não interferência em assuntos internos e a proibição do uso da força nas relações internacionais”, afirmou Fu Cong.
O representante da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya, disse que o começo do ano chocou a todos pela falta de respeito às leis internacionais e ao princípio da não intervenção em assuntos internos de outros países.
Os acidentes em estradas federais durante o feriado do ano novo resultaram na morte de 109 pessoas e em 1.315 feridos, segundo números da Operação Ano Novo, divulgados nesta segunda-feira (5) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O levantamento contabiliza os acidentes entre os dias 30 de dezembro de 2025 e 4 de janeiro de 2026. Durante o período, foram reforçados os trabalhos de fiscalização de trânsito e de prevenção de sinistros causados por condutas de risco.
Nos seis dias da Operação Ano Novo feita na transição 2024 para 2025, entre 27 de dezembro e 1º de janeiro do ano passado, foram contabilizadas 79 mortes e 1.339 pessoas feridas nas rodovias federais do país.
Segundo a PRF, as fiscalizações na operação mais recente resultaram na abordagem de 101.118 pessoas e de 74.594 veículos. Foram contabilizados 1.152 sinistros de trânsito.
A Suíça congelou os bens detidos no país pelo líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e por seus associados, informou o governo suíço nesta segunda-feira (5), após a prisão do presidente venezuelano por forças norte-americanas em Caracas e posterior transferência para os Estados Unidos.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Suíça disse que a ordem afeta 37 pessoas. Ele afirmou ainda que o ministério não poderia fornecer detalhes sobre o valor dos bens em questão.
A medida, com efeito imediato e validade de quatro anos, visa impedir a saída de ativos potencialmente ilícitos e complementa as sanções já impostas à Venezuela desde 2018, afirmou o governo em comunicado.
O congelamento de bens não afeta os membros do atual governo venezuelano, e a Suíça afirmou que buscará restituir ao povo venezuelano quaisquer fundos que se comprovem ter sido adquiridos ilicitamente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou por telefone, na manhã de sábado (3), com a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que assumiu o comando interino do país após a invasão militar dos Estados Unidos (EUA), em Caracas, que resultou no sequestro do presidente, Nicolás Maduro, e da primeira-dama, Cília Flores.

Segundo informações do Palácio do Planalto, a conversa telefônica tratou da situação política daquele momento, sem mais detalhes. Desde ontem (4), as Forças Armadas venezuelanas reconheceram Delcy Rodríguez como presidente interina da Venezuela.
Em carta pública endereçada ao presidente dos EUA, Donald Trump, a presidente interina classificou como prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado e respeitoso” com o país norte-americano, “baseado na igualdade e não na ingerência”.
Já pelo lado de Trump, houve indicação de que os EUA pretendem exigir que seus interesses sejam atendidos pelo governo interino da Venezuela. O presidente dos EUA já deixou claro que quer controlar as reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo.
O relator que analisa o processo de liquidação do Banco Master no Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Jhonatan de Jesus, determinou uma inspeção do Banco Central, após considerar insuficiente nota técnica sobre o caso encaminhada à Corte pelo órgão regulador do mercado financeiro.

De acordo com o presidente do TCU, ministro Vital Rêgo, a autorização para o procedimento foi formalizada dentro de um trabalho técnico já em andamento, que “busca esclarecer os fundamentos técnico-jurídicos e operacionais da atuação do órgão regulador”.
O ministro Jhonatan de Jesus acolheu a representação formulada pelo Ministério Público Federal junto ao TCU que pede a investigação de possíveis falhas na supervisão exercida pelo Banco Central do Brasil sobre o Banco Master S.A. e suas controladas, culminando na decretação de sua liquidação extrajudicial.
Após abrir espaço para a manifestação do Banco Central, o TCU teria recebido do órgão uma nota técnica expondo o histórico do processo e os fundamentos e considerações que levaram a instituição a decidir pela liquidação extrajudicial. Para Jhonatan de Jesus, o documento foi considerado insuficiente.
Na reunião de emergência convocada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) para discutir o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro no dia 3 de janeiro, a subsecretária-geral para assuntos políticos e de construção da paz da ONU, Rosemery DiCarlo, representando o secretário-geral António Guterres, abriu a reunião criticando a operação militar.

“Estou profundamente preocupada que as leis do direito internacional não foram respeitadas na ação militar do dia 3 de janeiro”, disse nesta segunda-feira (5).
“Estou profundamente preocupada que as leis do direito internacional não foram respeitadas na ação militar do dia 3 de janeiro”, disse nesta segunda-feira (5).
Segundo ela, o uso da força contra a integridade territorial e a independência política de qualquer Estado não podem ser aceitos e a manutenção da paz mundial depende do comprometimento de todos os Estados-membros em respeitar a Carta das Nações Unidas.
As inscrições para o concurso público da Câmara dos Deputados foram abertas nesta segunda-feira (5) e podem ser feitas nosite do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), banca examinadora contratada para executar o certame.

As inscrições podem ser feitas até as 18h de 26 de janeiro, no horário de Brasília.
As 70 vagas imediatas são para os seguintes cargos, ambos de nível superior:
⦁35 para analista legislativo – especialidade processo legislativo e gestão;

A Prefeitura de Caicó, por meio das Secretarias Municipais de Meio Ambiente e de Infraestrutura e Serviços Urbanos, que atuam de forma integrada, está realizando nesta segunda-feira (05), uma importante ação de limpeza às margens do rio Barra Nova, nas proximidades da passagem molhada que dá acesso ao Mosteiro das Clarissas.
O serviço irá impactar as pessoas de vários pontos, uma vez que também serão realizados os mutirões em outros pontos às margens do rio, contemplando a retirada de podas de árvores e entulhos, garantindo mais organização, segurança e preservação ambiental.
Por se tratar de uma área ribeirinha, a limpeza é ainda mais essencial, pois evita que resíduos sólidos e galhadas sejam levados para o leito do Rio Barra Nova, prevenindo assoreamento, poluição e possíveis alagamentos, além de melhorar o aspecto visual e a mobilidade no local.
A ação faz parte do cronograma permanente de limpeza, que tem como prioridade manter a cidade limpa, sustentável e bem cuidada. A integração entre as secretarias reforça o compromisso com a proteção do meio ambiente e a qualidade de vida da população.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu José Vilson Ferreira, de 29 anos de idade, na tarde de domingo (4), autor do feminicídio contra Carla Carolina Miranda da Silva. Ela foi esfaqueada pelo agressor no bairro da Liberdade, região central da capital paulista, na noite de sábado (3).

Capturado no Jabaquara, zona sul, o agressor foi indiciado por feminicídio e descumprimento de medida protetiva de urgência, segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
“Policiais civis do Garra/Dope realizaram diligências, em apoio à 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e detiveram o autor, que foi encaminhado à unidade policial e permaneceu à disposição da Justiça”, diz nota da SSP-SP.
Ele passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (5), conforme confirmou o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). “Trata-se de cumprimento de mandado de prisão. Não foram identificadas irregularidades no cumprimento e ele segue preso”, diz a nota.
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela sequestrado pelos Estados Unidos no sábado (3), e sua mulher Cilia Flores, já estão no Tribunal Federal, em Nova York, para uma audiência de custódia na Justiça norte-americana. Eles serão notificados de maneira oficial sobre seus supostos crimes. O casal está detido num presídio federal no bairro do Brooklyn, também em Nova York.

Os venezuelanos vão depor a Alvin K. Hellerstein, juiz sênior no distrito Sul de Nova York. O depoimento acontece às 14h, no horário de Brasília.
Maduro e sua esposa são acusados de comandar um governo corrupto e sem legitimidade. Também há acusações de promover o narco-terrorismo e conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos.
Além de Maduro e Cilia, o filho do presidente venezuelano e outras três pessoas também são acusados dos mesmos crimes. Estas três pessoas não foram capturadas pela ação militar dos Estados Unidos na Venezuela.
A produção de petróleo e de gás natural no Brasil atingiu 4,921 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d) em novembro de 2025. Foram extraídos 3,773 milhões de barris por dia (bbl/d) de petróleo, o que representa uma queda de 6,4% frente ao mês anterior e aumento de 13,9% se comparado ao mesmo mês de 2024.

A produção de gás natural ficou em 182,57 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), o que significa recuo de 6,3% em relação a outubro e alta de 15,7% frente novembro de 2024.
Os dados – que fazem parte do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural – foram divulgados nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Na área do pré-sal, a produção de petróleo e gás natural, no mesmo mês, ficou em 3,913 milhões de boe/d, o que representa 79,6% da quantidade produzida no Brasil.