Remessa de 3,8 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca chega ao Brasil

Avião com o imunizante deve pousar às 16h em Guarulhos – (Foto: Fernando Frazão/ABr)

Chega hoje (2) ao Brasil uma remessa com 3,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Os imunizantes foram obtidos no âmbito do mecanismo Covax Facility, consórcio que conta com governos e fabricantes e é coordenado pela Organização Mundial da Saúde(OMS).

As doses chegam em voo que aterrissará no aeroporto de Guarulhos. O voo está previsto para às 16h e será recebido pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a representante da OMS no Brasil, Socorro Gross.

Ontem, um novo voo já havia entregado 220 mil doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. O Brasil tem direito a mais de 10 milhões de doses pelo mecanismo da Covax Facility.

Segundo balanço do Ministério da Saúde, considerando essa nova carga, foram disponibilizados, por meio de fabricação no país ou importação, 17,1 milhões de doses em um intervalo de seis dias, contando a partir do dia 28 de abril. Nesse dia, o ministério recebeu 5,2 milhões.

No dia 29, chegou ao Brasil 1 milhão de doses da Pfizer. No dia 30, foram entregues 6,5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de 420 mil da vacina CoronaVac, parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Agência Brasil


Brasil ultrapassa marca de 30 milhões de pessoas vacinadas contra a covid-19

Vacinação segue em todo o Brasil

O Brasil superou, nesta terça-feira (27), a marca de 30 milhões de pessoas vacinadas contra a covid-19. Até a última atualização desta matéria, 30.171.054 pessoas receberam a primeira dose da vacina, segundo o Vacinômetro do R7, o que corresponde a 14,25% da população, sendo que 13.777.890 já receberam a segunda dose e estão completamente imunizadas.

De acordo com a plataforma Our World In Data, ligada à Universidade de Oxford, o Brasil é 12º colocado no ranking mundial de vacinação no que diz respeito à quantidade de pessoas imunizadas com a primeira dose da vacina. Em relação ao número de doses administradas, o país ocupa o 5º lugar no ranking.

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No Brasil, casos de Covid-19 em pessoas de 30 a 59 anos supera 1.000%

Faixa etária de 20 a 29 anos também cresceu – (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)

Os casos de covid-19 nas faixas etárias de 30 a 39 anos de idade, de 40 a 49 anos, e de 50 a 59 anos aumentaram 1.218,33%, 1.217,95% e 1.144,94%, respectivamente, entre as semanas epidemiológicas 1 (3 a 9 de janeiro de 2021) e a 12 (21 a 27 de março), segundo o novo boletim covid-19 elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

De acordo com o boletim, além da manutenção do rejuvenescimento da pandemia no Brasil, a comparação entre as semanas epidemiológicas 1 e 12 sinalizou um aumento global da doença de 701,58%.

Os pesquisadores do Observatório Covid-19 Fiocruz verificaram que a faixa etária de 20 a 29 anos, que durante a Semana Epidemiológica (SE) 10, teve aumento inferior ao aumento global (256%), após uma atualização dos dados, passou a apresentar crescimento de 876% naquela semana (7 a 13 de março). Agora, na análise mais recente (SE 12), o crescimento foi de 740,80%, também maior do que a média global (701,58%).

Para os óbitos, a comparação entre as semanas epidemiológicas 1 e 12 mostrou um crescimento global de 468,57%. As faixas etárias que mantiveram crescimento superior ao global foram de 20 a 29 anos  (872,73%); de 30 a 39 (813,95%); de 40 a 49 (880,72%); de 50 a 59 (877,46%); e de 60 a 69 anos (566,46%).

Regiões críticas

O boletim mostra que as maiores taxas de incidência de covid-19 ocorreram em Rondônia, no Amapá, no Tocantins, no Espírito Santo, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, no Mato Grosso e no Distrito Federal. As taxas de mortalidade mais elevadas foram verificadas em Rondônia, no Tocantins, em São Paulo, no Paraná, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, em Goiás e no Distrito Federal.

Segundo os pesquisadores, esse padrão coloca as regiões Sul e Centro-Oeste como críticas para as próximas semanas, o que pode ser agravado pela saturação do sistema de saúde nesses estados e no Distrito Federal.

Agência Brasil


Brasil registra novo recorde com 4.249 mortes por Covid nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (8):

– O país registrou 4.249 óbitos nas últimas 24h, totalizando 345.025 mortes;

– Foram 86.652 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.279.857 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.732.193, com o registro de mais 68.035 pacientes curados. Outros 1.202.639 pacientes estão em acompanhamento.


Brasil tem 1.240 mortes por covid-19 em 24 horas

O Brasil chegou a 331.433 mortes por covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada neste domingo (4). Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.240 novos óbitos pelas secretarias estaduais de Saúde.

A soma de casos acumulados foi de 12.984.956. De ontem para hoje, foram notificadas 31.359 novos casos de infecção. Os dados indicam também que 1.296.002 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 11.357.521, o correspondente a 87,5% dos infectados, já se recuperaram.

Os registros de casos e mortes costumam ser menores em feriados, sábados e domingos, em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde. O represamento das informações durante os fins de semana costuma inflar os dados dos dias seguintes.

Estados

São Paulo chegou a 2.527.400 pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (1.156.435) e o Rio Grande do Sul (860.136). Já o Acre tem o menor número de casos (71.157), seguido de Roraima (90.350) e do Amapá (98.898).

Em número de mortes, São Paulo também lidera, com 77.020 óbitos. O Rio de Janeiro (37.687) e Minas Gerais (25.654) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são o Acre (1.291), Amapá (1.323) e Roraima (1.352).

Agência Brasil


Petrobras aumentou o gás de cozinha em 5% para as distribuidoras nesta sexta (02)

(Foto: Pedro Ventura/Ag Brasília/Fotos Públicas)

Petrobras vai aumentar o preço médio de venda do gás liquefeito de petróleo (GLP) em 5% para as distribuidoras nesta sexta-feira (2).

O valor passará a ser de R$ 3,21 por quilo, com um aumento médio de R$ 0,15 por quilo, valendo tanto para o uso em indústrias quanto para o uso doméstico. O aumento foi confirmado pela estatal.

Esse é 4º reajuste realizado pela petrolífera desde o início do ano. Segundo a companhia, em nota enviada ao CNN Brasil Business, “os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo“. Nesta quinta-feira (1º), às 15h38, a moeda americana subia 1,24%, a R$ 5,7005.

O último reajuste realizado pela Petrobras foi em 1º de março, o que deixou o preço do botijão de gás de cozinha praticamente estável em R$ 83,25, frente à média de R$ 83,18 uma semana antes. O valor mais alto da história do combustível foi encontrado na região Centro-Oeste, a R$ 120,00, mesmo após os impostos federais serem zerados para o botijão de 13 quilos de GLP.

CNN Brasil


Congresso aprova Orçamento da União para 2021

Texto segue para sanção presidencial – (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

O Senado referendou a votação ocorrida na Câmara, durante a sessão do Congresso Nacional realizada nesta quinta-feira (25), e aprovou o projeto de lei do Orçamento da União para 2021. A Lei Orçamentária Anual (LOA) indica a estimativa da receita e a fixação de quanto pode ser gasto, apresentando a política econômica e financeira e o programa de trabalho do governo. 

No Senado, o Projeto de Lei do Orçamento teve 60 votos a favor, 12 votos contra e uma abstenção. Agora, o texto segue para sanção presidencial. Pela Constituição, o projeto deveria ter sido aprovado em dezembro, mas um impasse político na instalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO) e a pandemia de covid-19 afetaram os trabalhos.

Agência Brasil


Bolsonaro defende ‘nebulização’ de cloroquina

Presidente Jair Bolsonaro volta a fazer defesa do uso da Cloroquina – (Foto: Alan Santos)

Jair Bolsonaro voltou a defender o uso da cloroquina no tratamento de pacientes com Covid, e dessa vez através de nebulização.

Na última sexta-feira, o presidente entrou ao vivo em um programa da rádio Acústica, do interior do Rio Grande do Sul, para comentar o caso de uma médica que teria sido demitida após fazer uso de nebulização de hidroxicloroquina diluída em soro nos pacientes com Covid.

Nós temos uma doença que é desconhecida, com novas cepas, e pessoas estão morrendo. Os médicos têm o direito, ou o dever, de que, no momento que falta um medicamento específico para aquilo com comprovação científica, ele pode usar o que se chama de off-label – fora da bula”, afirmou o presidente.

Ela (a médica) falou muito humildemente que não é ideia dela a questão da nebulização. A primeira vez que ouvi falar disso foi lá no estado do Amazonas. Agora, aqui no Brasil, a pessoa é criminalizada quando tenta uma alternativa para salvar quem está em estado grave.”

Bolsonaro precisa ser removido do Planalto o quanto antes.

O Antagonista


Datafolha: 79% dos brasileiros acham que pandemia está fora de controle e 82% temem ser contaminados

Pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” na noite desta quinta-feira (18) informou que 79% dos brasileiros acham que a pandemia está fora do controle e 82% têm medo (muito ou um pouco) de ser infectado pelo coronavírus.

O instituto perguntou ao entrevistado se a pandemia do coronavírus está controlada ou não. As respostas:

Fora de controle: 79%

Em parte controlada: 18%

Totalmente controlada: 2%

Não sabe: 1%

Na pesquisa anterior, realizada em janeiro, 62% dos brasileiros disseram que a pandemia estava sem controle; 33% falaram que a situação estava controlada parcialmente; 3% entenderam que estava totalmente controlada; e 2% não souberam responder.

O levantamento também mostra o medo do brasileiro em ser contaminado:

Muito medo: 55%

Um pouco de medo: 27%

Não tem medo: 12%

Já pegou coronavírus: 7%

Pesquisas anteriores do instituto sobre o medo do brasileiro indicaram:

Muito medo: 44% (janeiro de 2021); 41% (outubro de 2020); 43% (agosto de 2020); 47% (junho de 2020); 45% (maio de 2020); 38% (abril de 2020); e 36% (março de 2020)

Um pouco de medo: 33% (janeiro de 2021); 32% (outubro de 2020); 36% (agosto de 2020); 31% (junho de 2020); 34% (maio de 2020); 39% (abril de 2020); e 38% (março de 2020)

Não tem medo: 16% (janeiro de 2021); 24% (outubro de 2020); 18% (agosto de 2020); 19% (junho de 2020); 21% (maio de 2020); 23% (abril de 2020); e 26% (março de 2020)

Já pegou coronavírus: 7% (janeiro de 2021); 3% (outubro de 2020); 4% (agosto de 2020); e 3% (junho de 2020)

A pesquisa foi realizada com 2.023 brasileiros adultos, que possuem telefone celular, em todas as regiões e estados do país entre os dias 15 e 16 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

G1


Covid-19: Brasil registra 2,2 mil mortes e 85 mil casos em 24 horas

Pelo terceiro dia seguido, o Brasil teve mais de duas mil mortes registradas em consequência da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas foram computados 2.216 óbitos. Ontem (11) foram 2.233 falecimentos. Na quarta-feira (10), 2.286.

A soma de pessoas que não resistiram à pandemia subiu para 275.105. Ontem, o número estava em 272.889. Ainda há 2.966 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

O número de casos confirmados desde o início da pandemia chegou a 11.363.380. Entre ontem e hoje, foram registrados 85.663 novos diagnósticos de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus.

O número de pessoas recuperadas superou a marca dos 10 milhões, com 10.000.980. Já a quantidade de pessoas com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.087.295.

Foi o segundo dia com mais novos registros. No dia 7 de janeiro foram acrescentados às estatísticas 87.843 pessoas contaminadas. Ontem a soma de casos desde o início da pandemia estava em 11.277.717.

A informação está na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite de hoje (12). A atualização é produzida a partir das informações levantadas pelas autoridades estaduais e locais de saúde sobre casos e mortes provocados pela covid-19.

Agência Brasil


Governo federal edita 4 decretos que ampliam acesso a armas e munições

Decreto do Presidente Bolsonaro foram publicados

O governo federal alterou quatro normas de 2019 que flexibilizam os limites para compra de armamento e munição por agentes de segurança e grupos de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs).

O decreto amplia de quatro para seis o número máximo de armas que cada cidadão pode ter. As mudanças foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União.

Segundo o governo, “a medida desburocratiza procedimentos, aumenta clareza sobre regulamentação, reduz discricionariedade de autoridades e dá garantia de contraditório e ampla defesa”. Os decretos regulamentam a Lei nº 10.826/2003, mais conhecida como Estatuto do Desarmamento.

As alterações incluem, de acordo com texto divulgado pela Secretaria-Geral da Presidência da República:

Decreto nº 9.845

Aumento, de quatro para seis, do número máximo de armas de uso permitido para pessoas com Certificado de Registro de Arma de Fogo;

Decreto nº 9.846

Possibilidade de substituir o laudo de capacidade técnica – exigido pela legislação para colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) – por um “atestado de habitualidade” emitido por clubes ou entidades de tiro;

Permissão para que atiradores e caçadores registrados comprem até 60 e 30 armas, respectivamente, sem necessidade de autorização expressa do Exército;

Elevação, de 1 mil para 2 mil, da quantidade de recargas de cartucho de calibre restrito que podem ser adquiridos por “desportistas” por ano;

Decreto nº 9.847

Definição de parâmetros para a análise do pedido de concessão de porte de armas, cabendo à autoridade pública levar em consideração as circunstâncias do caso, sobretudo aquelas que demonstrem risco à vida ou integridade física do requerente;

Decreto nº 10.030

Dispensa da necessidade de registro junto ao Exército dos comerciantes de armas de pressão (como armas de chumbinho).

Exame


Brasil registra 8.745.424 pessoas curadas do coronavírus

Foto Divulgação/Sesa

O Brasil registrou neste domingo (14) mais 34.584 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 8.745.424 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 88,9% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de dez vezes superior ao número de casos ativos (849.844), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 81,3 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

BG


Bolsonaro: novo auxílio pode começar em março e durar até quatro meses

Presidente fez o anúncio em viagem ao Maranhão – (Foto: Alan Santos/PR)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (11) que o novo auxílio emergencial para os trabalhadores informais pode começar a ser pago em março e deve durar entre três e quatro meses. Segundo ele, o valor não está definido e o início dos repasses está em negociação com o Congresso Nacional, que precisa aprovar um projeto de lei instituindo novamente a medida.

Tá quase certo, né? Não sabemos o valor. Com toda a certeza, pode não ser, né?, a partir de março, [por] três, quatro meses, [é o] que está sendo acertado com o Executivo e com o Parlamento também“, afirmou em uma rápida entrevista à imprensa concedida após um evento em Alcântara (MA), para entrega de títulos de terra.

O novo auxílio emergencial substituirá o auxílio pago ao longo ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais. Inicialmente, o auxílio emergencial contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o auxílio foi estendido para o total de cinco parcelas e, em setembro de 2020, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o máximo de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa.

Agência Brasil


UFMG desenvolve vacina contra a covid-19

Testes deve começar em breve

Se tudo correr como previsto e houver os investimentos necessários, o Brasil terá uma vacina nacional contra o novo coronavírus (covid-19) em 2022. O primeiro imunizante nacional contra a covid-19 está sendo desenvolvido pelo Centro de Tecnologia em Vacinas (CT-Vacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), junto com outros estudos relevantes na mesma área de vacinas.

A parceria firmada no dia 4 de fevereiro entre a UFMG, o governo de Minas Gerais e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) pode acelerar a produção de vacinas no estado, disse, em entrevista à Agência Brasil, a professora Ana Paula Fernandes, uma das coordenadoras do CT-Vacinas.

Outros parceiros poderão participar do projeto, entre os quais a Fundação Ezequiel Dias (Funed), que tem uma fábrica para produção de vacinas. A professora disse que a parceria está sendo avaliada.

Agência Brasil


Bancos não terão expediente durante feriado de carnaval

Bancos não terão expediente bancário

Em razão da pandemia de covid-19, muitos estados e munícipios brasileiros revogaram seus pontos facultativos e cancelaram suas festas e desfiles de carnaval, mas, apesar disso, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que, de acordo resolução do Banco Central, o calendário de feriados bancários está mantido e nos dias 15 e 16/02 – segunda e terça-feira de carnaval – não haverá atendimento ao público nas agências.

Na quarta-feira de cinzas (17) o início do expediente será às 12h, com encerramento em horário normal de fechamento das agências.

Agência Brasil


Governo negocia compra de mais 30 milhões de doses das vacinas Sputnik V e Covaxin

Reunião será com fabricantes da Spunik V e da Covaxin – (Foto: Tânia Rêgo)

Representantes do Ministério da Saúde, do instituto russo Gamaleya, fabricante da vacina Sputnik V, e do laboratório indiano Bharat Biotech, fornecedor do imunizante Covaxin, reúnem-se na próxima sexta-feira (5) para negociar a aquisição de mais 30 milhões de doses de vacinas contra a covid-19.

Segundo o Ministério da Saúde, o avanço nas negociações foi decidido depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou um novo protocolo com simplificação do processo de concessão de uso emergencial e temporário de vacinas, dispensando a realização de estudos clínicos de fase 3 no Brasil. O ministério espera ter acesso aos imunizantes ainda neste mês.

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Brasil receberá da OMS até 14 milhões de doses da vacina de Oxford

Brasil receberá doses da vacina de Oxford

O Ministério da Saúde anunciou neste sábado (30) que o Brasil receberá entre 10 e 14 milhões de doses da vacina de Oxford e da AstraZeneca contra a Covid-19 a partir de “meados de fevereiro”.

O lote viria através do Covax Facility, consórcio para a aquisição de vacinas contra a doença do novo coronavírus articulado pela Organização de Saúde (OMS), do qual o Brasil faz parte.

Ao todo, o Brasil fechou um acordo de compromisso para adquirir, dentro do consórcio, vacinas suficientes para imunizar 10% da população brasileira. Como a vacina é ministra em duas doses, o acordo trata de um total de 42,5 milhões de doses de imunizantes.

“O governo federal reitera sua grande satisfação com os resultados exitosos da estratégia de acesso do Brasil às vacinas contra a Covid-19 desenhada ao longo de 2020”, diz o Ministério da Saúde, em nota.

O governo federal cita ainda a parceria direta com a AstraZeneca, acertada por meio de um convênio com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Coronavac, a vacina da farmacêutica Sinovac, que no Brasil é produzida pelo Instituto Butantan, entidade ligada ao Governo de São Paulo.

CNN Brasil


RN: antena do programa Wi-Fi Brasil é inaugurada na BR-304

O Ministro das Comunicações, Fabio Faria, participou hoje (11) da inauguração de uma antena do programa Wi-Fi Brasil no canteiro de obras da duplicação da rodovia BR-304, conhecido como Reta Tabajara, em Macaíba, Rio Grande do Norte. O ponto de internet de alta velocidade beneficiará os operários e engenheiros da obra.

Ministro Fábio Faria inaugurou antena do programa Wi-Fi Brasil em canteiro de obras da BR-304

A localidade tem pouca conexão de dados, e o sinal de telefonia móvel é precário. A ação, realizada em parceria com o Ministério da Infraestrutura, faz parte do programa Wi-Fi Brasil, que visa levar a conexão de internet a regiões de difícil acesso.

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Termina o programa de redução de jornada e suspensão de contratos

Programa de redução de jornada e suspensão de contratos termina nesta quinta

As empresas devem encerrar hoje (31) os acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos. Isso porque termina nesta quinta-feira o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), programa do governo federal que permitiu a medida excepcional em função da crise gerada pela pandemia de covid-19.

O BEm foi instituído em abril, por meio da Medida Provisória nº 936/2020 e transformado na Lei nº 14.020/2020 em julho. O programa foi prorrogado duas vezes ao longo deste ano.

“Não há previsão de prorrogação do Programa Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda para o próximo ano, já que o Decreto Legislativo 6, de 20 de março de 2020, estabelece os efeitos de reconhecimento do estado de calamidade pública até 31 de dezembro de 2020”, diz o Ministério da Economia, em nota.

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Bolsonaro anuncia aumento do salário mínimo para R$ 1.100

Aumento do mínimo será de pouco mais de 5%

O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (30), em redes sociais, a assinatura de uma medida provisória (MP) que elevará o salário mínimo para R$ 1.100, com vigência a partir de 1º de janeiro. O valor atual é de R$ 1.045.

O valor de R$ 1.100,00 se refere ao salário mínimo nacional. O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, e também para as aposentadorias e pensões”, afirmou o presidente.

Em meados de dezembro, o Congresso havia aprovado a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, fixando o salário-mínimo em R$ 1.088. Na proposta aprovada pelos parlamentares, não houve aumento real no salário, tendo sido feita apenas a correção com base na previsão da inflação acumulada no ano, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Agência Brasil