Doações para combater danos sociais e econômicos causados pela Covid-19 alcançam os R$ 7 bilhões no Brasil

O movimento de doações para o combate à pandemia, causada globalmente pelo novo Coronavírus (Covid-19), acaba de alcançar a marca dos R$ 7 bilhões arrecadados no Brasil. A quantia foi atingida dia 26 de maio e representa um recorde absoluto na história recente de doações para emergências no país.

A informação é do monitor da ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos), organização que reúne e representa os profissionais de captação, mobilização de recursos e desenvolvimento institucional, que atuam para as organizações da sociedade civil no Brasil, que vem acompanhando os números de doações no país desde a chegada do vírus, em março de 2020. O controle passou a ser feito pela instituição no dia 31 de março do ano passado. O objetivo do Monitor das Doações Covid 19 é consolidar e conhecer os números das doações realizadas em razão do Coronavírus, promovê-las e inspirar outras, promovendo, com isso, o estímulo a uma “cultura de doação” cada vez maior no país.

A intensidade das ofertas havia estacionado em outubro do ano passado – em torno dos R$ 6,5 bilhões – mas ganhou fôlego nos últimos meses, impulsionada por mais investimentos para o setor da assistência social, por exemplo, segundo Márcia Woods, presidente do Conselho da ABCR.


Eleições 2020: Indícios de irregularidades em doações já somam mais de R$ 35 milhões

Doações para candidatos são investigadas pelo TSE

Levantamento mais recente em relação aos números da prestação de contas de candidatos nas eleições 2020 mostra indícios de irregularidades que ultrapassam R$ 35 milhões.

Essa é a segunda rodada de identificação de indícios de irregularidades, realizado pelo Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral, que envolve, além do TSE, outros seis órgãos federais – Receita Federal, Coaf, Ministério Público Eleitoral, Defensoria Pública Federal, Tribunal de Contas da União e Ministério da Cidadania. Os números da primeira rodada foram divulgados na semana passada.

A maior ocorrência é de doações realizadas por pessoas sem emprego formal registrado, cujos valores somam mais de R$ 21 milhões e envolve 5.362 doadores.

Em seguida, aparecem 1.145 doadores com renda incompatível com o valor doado. As doações realizadas por essas pessoas chegam a quase R$ 10 milhões.

Outra irregularidade apontada é que 1.146 fornecedores sem registro ativo na Junta Comercial ou na Receita Federal receberam R$ 1,9 milhão por serviços prestados durante a campanha deste ano. Há ainda 827 fornecedores com sócios ou representantes e seus familiares que receberam Bolsa Família. Já os doadores que receberam Bolsa Família somam 863 e doaram juntos quase R$ 370 mil.

Além disso, 416 fornecedores têm relação de parentesco com candidato ou seu vice. Por fim, oito doadores constam no Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi) e, ainda assim, aparecem como doadores de uma quantia total de R$ 8.690,00.


TSE detecta 3,7 mil desempregados que fizeram doações a candidatos

Doações de recursos para os candidatos é investigada pela Justiça Eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) identificou cerca de R$ 25 milhões pagos a fornecedores ou doados a candidatos às eleições municipais deste ano com alguns indícios de irregularidade. São quase sete mil indicativos de problemas, tanto no pagamento a prestadores de serviços quanto no recebimento de doações.

O levantamento faz parte de uma parceria do Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral, que envolve, além do TSE, outros seis órgãos federais – Receita Federal, Coaf, Ministério Público Eleitoral, Defensoria Pública Federal, Tribunal de Contas da União e Ministério da Cidadania.

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Até agora, dois candidatos a prefeito de Caicó declararam doações financeiras

Justiça Eleitoral só informou doações declaradas de dois candidatos

Até a tarde deste sábado (10), o sistema DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral, mostrava que apenas os candidatos Diego Vale (Solidariedade) e Dr. Tadeu (PSDB), declararam as doações financeiras para a campanha. Ao todo, são 7 os nomes que disputam a cadeira de prefeito de Caicó.

O candidato do Solidariedade, Diego Vale, declarou ter recebido R$ 4.500,00 e 88,89% desses recursos foram doações de pessoas físicas. Os R$ 500,00 restantes, que representam 11,11%, foram de recursos próprios. O valor total, foi usado para pagar materiais impressos e adesivos.

O limite de gastos para Diego Vale, é de R$ 314.801,85.

O candidato do PSDB, Dr. Tadeu, declarou ter recebido doações que somam R$19.420,00, sendo 100% repassado por pessoas físicas.

Não constam informações sobre sobre as despesas tidas até agora e nem o limite de gastos previsto para o candidato.


Levantamento aponta casos de indícios de irregularidades em doações e gastos de campanha

A primeira rodada da identificação de indícios de irregularidades do financiamento das Eleições 2018 apontou 12.172 casos de inconsistência em doações e gastos de campanha. O levantamento foi realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) com base na movimentação declarada à Justiça Eleitoral.

A amostragem englobou os dados disponíveis até o dia 29 de setembro e totalizou o valor de R$ 42.338.450,40. Entre os casos identificados encontram-se, por exemplo, doadores inscritos no programa Bolsa Família, desempregados, parentes de candidatos e até mesmo mortos.

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RN: Doações para Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente crescem mais de 300%

Dados da Superintendência da Receita Federal da 4ª Região, que reúne Rio Grande do Norte, Alagoas, Paraíba e Pernambuco, apontam que a arrecadação por meio do Imposto de Renda para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA) para o Rio Grande do Norte aumentou 344,33% de 2015 a 2018. Em termos absolutos, o crescimento foi de R$ 111.815,71 para R$ 496.834,21.

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Robinson e Fábio Faria afirmam que doações da JBS foram legais e sem contrapartida

Sobre a citação do governador do Rio Grande do Norte Robinson Faria e do deputado federal Fábio Faria na delação da JBS, é preciso esclarecer os seguintes pontos:

1 – Ambos informam que conheceram a JBS no período eleitoral e confirmam que receberam doações da empresa citada, somente durante o período de eleições, oficialmente, legalmente, devidamente registradas na Justiça Eleitoral e sem qualquer contrapartida nem ato de ofício;

2 – Não existia, da parte de Robinson e Fábio Faria, qualquer motivo para que houvesse desconfiança em relação à origem da doação feita por meio de contatos do PSD Nacional;

3 – É importante ressaltar que, desde a campanha eleitoral, Robinson Faria tem destacado em inúmeras declarações públicas e entrevistas que não pretende e nem irá privatizar a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN), o que seria, segundo o delator, a motivação do suposto pagamento irregular;

Por fim, Robinson e Fábio Faria consideram absurdas as declarações do delator que chama de propina contribuições eleitorais lícitas, com o claro objetivo de se livrar de crimes graves praticados.

Robinson Faria, governador do RN
Fábio Faria, deputado federal pelo RN