Assassina disse que era ameaçada e chantageada por companheira caicoense

Marilene da Silva disse que temia ser morta

Após ser presa em uma pousada na cidade de Campina Grande/PB, Marilene da Silva Ramos, de 45 anos, confessou que matou a caicoense, Gilimara Santos da Costa, de 25 anos, com golpes de faca, na manhã de sábado, dia 19 de março, em João Pessoa.

Em sua defesa, ela alegou que fez para não morrer, pois, vinha, há dois anos sendo chantageada e ameaçada pela companheira (Gilimara), que dizia que ia entregá-la à polícia por causa de um mandado de prisão de homicídio cometido no Rio Grande do Norte. Ela também afirmou que era dopada pela companheira. A informação foi divulgada pelo G1/PB.

A prisão de Marilene da Silva foi efetuada por força do mandado em aberto no Rio Grande do Norte. Agora, ela será ouvida e autuada pela morte de Gilimara Santos e fica à disposição da Justiça.


Corpo de caicoense assassinada com 96 facadas em João Pessoa, é sepultado em Caicó

Corpo de Gilimara Santos, foi sepultado em Caicó

O corpo da caicoense, Gilimara Santos, de 36 anos, assassinada em um apartamento localizado no Bairro do Valentina em João Pessoa/PB, na manhã de sábado (19), foi sepultado no Cemitério São Vicente de Paulo, em Caicó, neste domingo (21), às 10h30min. A mulher com quem a vítima convivia há cerca de 5 anos, identificada como Marilene da Silva Ramos, de 45 anos, é a principal suspeita, inclusive, está foragida.

A mãe de Gilimara, que estava à passeio em sua casa junto com um neto de 7 anos, começou a pedir por socorro por volta das 5h. Ela relatou a uma vizinha que estava passando mal e que alguém matava sua filha. Outro vizinho socorreu a criança que relatou fraqueza nas pernas e visão turva. O garoto tomou um suco de maracujá. A idosa, disse ter tomado um café com leite.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu foi acionado e fez o atendimento das vítimas, conduzindo-as para o Hospital.

Marilene está foragida desde o dia do fato

Segundo relatos de familiares, Gilimara Santos, foi atingida por 96 facadas em várias partes do corpo. A Polícia Militar foi acionada e ao chegar, não encontrou a companheira da vítima. Câmeras de segurança do prédio captaram imagens de sua saída levando nas mãos, duas sacolas

No interior do apartamento, a polícia encontrou várias envelopes de medicamentos que pode ter sido usados para dopar a idosa e a criança. Ambos, já estão em casa, em cidade do Seridó.