
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciará à 0h de sexta-feira (28) a Operação Carnaval 2025, que seguirá até as 23h59 do dia 5 de março com reforço na fiscalização em todo o estado. A ação faz parte da Operação Rodovida, uma iniciativa nacional voltada para a redução de acidentes e o aumento da segurança viária nos períodos de grande movimentação nas rodovias federais.
Neste ano, a PRF traz como tema da campanha: “Desacelere! Seu bem maior é a vida”, reforçando a importância de dirigir com prudência, respeitando os limites de velocidade e evitando condutas de risco.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou, às 23h59 de quarta-feira (22), a Operação Carnaval 2023 que iniciou às 00h00 da sexta-feira (17). Durante os seis dias de operação foi registrado movimento intenso nas rodovias federais que cortam o estado do Rio Grande do Norte.
Em comparação com o mesmo período do ano passado, a PRF registrou uma queda de 3,57% no número total de acidentes e uma redução de 22% nos acidentes graves. Dois óbitos foram registrados nas rodovias federais potiguares, um por acidente e outro por mal súbito de um ciclista enquanto pedalava na rodovia.


A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP), por determinação do titular da pasta, Helton Edi, desencadeou a Operação Carnaval, no dia 10 de fevereiro, com foco na segurança das unidades prisionais e na fiscalização das pessoas com tornozeleiras eletrônicas, resultando em 32 prisões no Rio Grande do Norte. Nas penitenciárias, não foram identificados riscos à segurança, nem objetos proibidos.
O Estado tem 3.267 pessoas monitoradas remotamente, sendo 2.435 detentos do regime semiaberto. As fiscalizações ocorreram remotamente na Central de Monitoramento Eletrônico (CEME) e presencialmente nos polos carnavalescos de todo o Estado. Nas festas de Carnaval, foram realizadas 23 detenções, casos em que os tornozelados são localizados pela Polícia Penal em situação diversa da ordem judicial como, por exemplo, na rua, quando deveriam estar recolhidos no domicílio. Nesses casos, são detidos por até 24 horas, enquanto aguardam decisão judicial.