Um quarto das pequenas empresas fechou em fevereiro, revela pesquisa

Mais da metade dos empreendimentos teve queda nas vendas – (FOTO: Wilson Dias/ABr)

Pesquisa realizada pelo Facebook revelou que a taxa de fechamento de pequenas e médias empresas (PMEs) aumentou no início deste ano em todo o mundo. Em outubro do ano passado, os fechamentos tinham se estabilizado após as altas taxas de maio. Quase um quarto (24%) das PMEs relataram, em fevereiro de 2021, seu fechamento, em comparação com uma média global de 16% em outubro de 2020 e de 29% em maio do mesmo ano.

Para elaborar o Global State of Small Business Report (Relatório Global Sobre a Situação das Pequenas Empresas), o Facebook pesquisou, em fevereiro, mais de 35 mil líderes de PMEs com página na rede social. O Facebook destaca que as pequenas e médias empresas foram atingidas de forma particularmente dura devido à sua vulnerabilidade a choques econômicos e que, além disso, os formuladores de políticas e líderes governamentais precisam entender suas perspectivas, desafios e oportunidades, dada a importância do setor para a recuperação econômica.

Apenas 54% das PMEs estavam confiantes na capacidade de continuar operando por pelo menos seis meses se as circunstâncias atuais persistirem. Além disso, as pequenas e médias empresas em operação estão vendendo menos: em mais da metade (55%) houve queda no início de 2021 na comparação com o ano anterior, pouco antes da pandemia. Considerando as PMEs que estão operação no Brasil, 59% relataram vendas menores.

*Leia a notícia completa da Agência Brasil, AQUI


Pesquisa feita no Seridó aponta Vivaldo Costa em primeiro lugar na intenção de voto

Pesquisa realizada no Seridó aponta deputado Vivaldo Costa como primeiro lugar na intenção de voto

Pesquisas realizadas durante este mês de dezembro em todas as cidades do Seridó, do Rio Grande do Norte, apontam a forte liderança do deputado Vivaldo Costa (PROS) em grande parte dos municípios. O parlamentar que nas próximas eleições disputará seu oitavo mandato na assembleia legislativa, é lembrado pelo eleitorado entrevistado como político que mais trabalha pela região e que nunca teve seu nome envolvido com escândalos. Em Caicó, seu principal reduto eleitoral o deputado nas eleições de 2014 obteve 10.039 votos e de acordo com a pesquisa conseguirá ampliar esta votação, chegando a quase 13 mil votos.

Cidades como Jardim do Seridó, Jardim de Piranhas, Serra Negra do Norte, Ouro Branco, Cruzeta, São José do Seridó, São João do Sabugi, Acari, Carnaúba dos Dantas, confirmam que se as eleições fossem hoje, Vivaldo, ampliaria sua votação em todos os municípios. As pesquisas artesanais tem sido divulgadas no programa Papa Jerimum, apresentado em várias rádios do estado e apontam Vivaldo como o primeiro lugar na intenção de voto do eleitorado seridoense.


A um ano das eleições, pesquisas apontam cenário polarizado

O Brasil decidirá, em menos de um ano, qual será nome do novo presidente da República. A eleição de 2018 para o Palácio do Planalto promete ser uma das mais acirradas e polarizadas da história do país. Desde a crise política que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o assunto tem tomado conta do debate público, fazendo com que possíveis candidaturas despontassem de forma precoce.

Na semana passada, o Ibope, um dos principais institutos de pesquisa do país, divulgou sua primeira pesquisa de intenção de voto para 2018. O cenário mostra uma liderança, com certa vantagem, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista teria 35% das intenções de voto contra 13% do segundo colocado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC). Capitão da reserva do Exército, o político conservador nunca disputou um cargo ao executivo, mas tem demonstrado ter fôlego para a disputa presidencial. Atrás de Lula e Bolsonaro, estão a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 8%, o governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), e o apresentador de televisão Luciano Huck (sem partido), com 5%, e o prefeito paulistano, João Doria, com 4%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 3% das intenções de voto.

O cenário, porém, é visto com ressalvas por analistas. O cientista político Rócio Barreto acredita que o ex-presidente Lula não poderá se candidatar, sendo barrado pela Lei da Ficha Limpa. Neste ano, o petista foi condenado por corrupção pelo juiz Sergio Moro e pode ser barrado caso a pena seja confirmada em segunda instância. “O Lula possivelmente vai ser condenado em segunda instância e possivelmente não poderá ser candidato. Ainda é muito cedo para a gente avaliar cenários com perspectivas que possam realmente acontecer”, afirma o analista.

Por conta desta situação, o cenário sem o ex-presidente no páreo também foi especulado pelo Ibope. Nesta hipótese a dianteira seria dividia entre Bolsonaro e Marina Silva, ambos com 15%. Mas o nome do militar da reserva volta a chamar atenção, pois Marina Silva conta com um recall de duas eleições presidenciais e, portanto, é mais conhecida pela população.

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