
A Secretaria de Comunicação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte divulgou, na tarde desta segunda-feira (1º), às 16h, o segundo boletim sobre o júri popular de Pedro Inácio Araújo de Maria, acusado pela morte da jovem Zaira Cruz, 22 anos, ocorrida em março de 2019, durante o Carnaval de Caicó.
Os trabalhos foram retomados logo após o almoço e tiveram início por volta das 13h, no Plenário do Fórum Miguel Seabra Fagundes, em Natal. Nesta etapa, começaram a ser colhidos os depoimentos das testemunhas convocadas pelo Ministério Público e pela defesa.

Foi encerrado na tarde desta terça-feira (3), em Natal, o júri popular de Pedro Inácio, acusado pelo assassinato da jovem Zaira Cruz, ocorrido em Caicó no ano de 2019. A sessão foi interrompida após o juiz negar pedido da defesa do réu.
O incidente teve início quando a advogada de Pedro Inácio solicitou autorização para fazer perguntas às testemunhas sobre a vida sexual anterior a morte de Zaira Cruz. O juiz indeferiu o pedido, fundamentando sua decisão na ADPF 1077 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) do Supremo Tribunal Federal (STF), que considera inconstitucional a prática de questionar a vida sexual ou o modo de vida da vítima em crimes contra a dignidade sexual, tanto durante a investigação quanto no julgamento, somado ao Art. 474-A do Código de Processo Penal.
O júri popular do policial militar Pedro Inácio Araújo de Maria, acusado de matar a jovem universitária Zaira Cruz, em 2019, em Caicó, teve o seu primeiro dia nesta sgunda-feira (02), no Fórum Miguel Seabra, em Natal.
Pelo menos 7 pessoas foram ouvidas, entre elas, a mãe de Zaira, Dona Hozanete Dantas. De acordo com informações chegadas ao Blog Sidney Silva, foi um momento de grande emoção. Ao todo, acusação e defesa indicaram 22 pessoas entre testemunhas e declarantes.