Buscas por empresário no Gargalheiras serão retomadas nesta terça; Capitania dos Portos de Natal ajudará

A equipe do Corpo de Bombeiros de Caicó, formada por 3 mergulhadores e um piloto de embarcação, encerrou por volta das 17hs20min desta segunda-feira (13) às buscas pelo corpo do empresário Jácio Mamede Galvão, que está desaparecido nas águas do açude Gargalheiras, em Acari. A última vez que foi visto, foi domingo à tarde, quando entrou na barragem com a sua lancha para fazer um passeio.

O Capitão BM, Lima Verde, em contato com o Blog Sidney Silva, disse que as buscas serão retomadas na manhã desta terça-feira, agora, com o apoio de uma equipe da Capitania dos Portos de Natal.

Nossos mergulhadores fazem um trabalho minucioso, técnico, porém, algumas questões dificultam, é o caso da profundidade do local e a turbidez da água. Mas, não vamos parar. Esse é o nosso trabalho“, relatou.

O empresário José Virjânio, que mora em Acari, disse ao Blog Sidney Silva, que está ajudando nas buscas.

Eu saí de casa era por volta das 4 horas da madrugada e amanhã retomamos no mesmo horário. Nós encontramos alguns poucos objetos como banco da lancha, galão de gasolina que estava na embarcação, somente“, contou.

Ele relatou também que Jácio Mamede estava muito feliz nos últimos dias.

O blog conseguiu apurar ainda que Jácio Mamede, trabalhava com a representação açúcar nectar na região.


Empresário desaparece no açude Gargalheiras após passeio de lancha

Jácio Mamede Galvão está desaparecido no açude Gargalheiras em Acari – (FOTO: Rede Social)

Um homem está desaparecido desde a tarde deste domingo (12) após passear de lancha no Açude Gargalheiras, em Acari/RN. Identificado como Jácio Mamede Galvão, empresário do ramo alimentício, ele não foi visto desde que entrou no reservatório, na comunidade Bulhões.

O Corpo de Bombeiros de Caicó foi acionado para auxiliar nas buscas, na manhã desta segunda-feira (13), mas, Jácio ainda não foi encontrado.

Os primeiros relatos dão conta de que o homem pegou a lancha para passear no açude por volta das 16hs.

Segundo moradores da região, uma sacola com a máscara que Jácio usava e R$ 50 foi encontrada nas buscas.

A Polícia Militar também foi acionada.

*Com informações da Tribuna do Norte


Gargalheiras atinge 30,3% de sua capacidade; Veja vídeo

Açude Gargalheiras, na cidade de Acari, renasce com a chuvas registradas neste ano – (Foto: Marcos Moreira)

O Açude Gargalheira, localizado em Acari está com 13 milhões, 469 mil, 845 metros cúbicos de água, o que corresponde a 30,3% de seu volume total.

De acordo com medição feita pela Caern neste domingo (26), faltam 5,32 metros para sua sangria.

*Veja imagens feitas por Marcos Moreira:


Gargalheiras atingiu maior capacidade desde 2014

Gargalheiras segue elevando seu nível – (Foto: Alex Regis/Tribuna do Norte)

Com as chuvas caídas durante o início do ano, a barragem Marechal Dutra, o Gargalheiras, no município de Acari, atingiu sua maior capacidade desde janeiro de 2014. De acordo com monitoramento do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), atualmente o reservatório está com 14,36% de sua capacidade máxima e não sangra desde julho de 2011.

Com capacidade para 44.421.480 m³, o reservatório acariense acumula atualmente 6.380.717m³, de acordo com números divulgados pelo Igarn na manhã desta terça-feira, 10.

Com o notável aumento em seu volume de água ao longo dos primeiros meses do ano, a expectativa do Igarn é que o reservatório termine o período chuvoso com percentuais entre 20% e 30% de sua capacidade total.

O fato de já ter chegado ao seu maior volume desde 2014 nos faz ter boas perspectivas de terminar o inverno com uma quantidade de água que possa chegar à próxima quadra invernosa sem que o reservatório volte a secar totalmente e também possa continuar abastecendo Acari“, afirma Auricelio Costa, diretor-presidente do Igarn.

*Fonte: Tribuna do Norte


Caern reativa sistema do açude Gargalheiras em fase de testes

As chuvas no Seridó fizeram o açude Marechal Dutra, o Gargalheiras, atingir a marca de 6,79% de medição volumétrica. Por este motivo, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) iniciou em fase de testes a reativação da captação de água pelo manancial. De acordo com a gerente da Regional Seridó, Rosi Gurgel, estão sendo observadas as condições operacionais como vazão e qualidade da água, para a captação ser feita definitivamente pelo Gargalheiras.

A Caern deixou de captar água pelo Gargalheiras em 1º de setembro de 2015. A princípio, quando o sistema for colocado definitivamente em funcionamento, Acari terá seu abastecimento por rodízio. Já Currais Novos continuará sendo abastecida pelo açude Dourado. De toda forma, a Caern está trabalhando na reativação do sistema que vai do Gargalheiras para Currais Novos. Caso o açude Dourado entre em colapso, o abastecimento volta a ser pelo Gargalheiras.

Mesmo com as últimas chuvas, é necessário compreender, que a recuperação de mananciais leva tempo e necessita de bons volumes de chuvas. É importante que a população colabore fazendo uso racional da água em todas as regiões do Estado.


Termo de Referência para obras de recuperação da Passagem das Traíras e do Gargalheiras será apresentado

Gargalheiras em Acari está precisando de reforma na estrutura física

Uma nova reunião para discutir o relatório de segurança de Barragens, publicado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 2016, com a necessidade urgente de obras de recuperação no Açude Marechal Dutra (Gargalheiras) em Acari e na Barragem Passagem das Traíras, em São José do Seridó, será realizada nesta quinta-feira (16), a partir das 10 horas na sede da Secretaria de Recursos Hídricos do RN, em Natal.

Na ocasião será apresentado o Termo de Referência pelo órgãos empreendedores dos dois reservatórios, a Semarh no caso da Passagem das Traíras e o DNOCS no caso do Gargalheiras, na perspectiva de resolução das recomendações constantes no relatório, e ao mesmo tempo, discutir com a Procuradoria Geral da República (PGE), Ministério Público Estadual e Federal possibilidades do enquadramento dessas obras como emergenciais.

Para a reunião, que também está sendo articulada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Piancó-Piranhas-Açu, já foram confirmadas as participações de representantes da Procuradoria Geral do RN, prefeitos e presidentes das Câmaras de Caicó, Jardim do Seridó, Acari e São José do Seridó, além de promotores do Ministério Público Federal e Estadual.


Comitê vai provocar órgãos para solucionar problemas em barragens no Seridó

Comitê vai provocar debates sobre problemas existentes no Gargalheiras e na Passagem das Traíras

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Piancó-Piranhas-Açu vai provocar os órgãos gestores com a finalidade de buscar soluções para os problemas em duas barragens potiguares. A informação foi confirmada pelo presidente do CBH PPA, Procópio Lucena. Os problemas foram diagnosticado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e apresentado no relatório de segurança de barragens 2016, que foi divulgado este ano.

Precisamos urgentemente realizar uma reunião envolvendo bancada federal e estadual, os prefeitos, Semarh, IGARN, ANA e comitê pra resolver essa grave e urgente questão de segurança destas Barragens. O momento de recuperar essas Barragens é agora no período seco. Não para esperar o retorno das chuvas para querer resolver um problema tão sério como este”, disse Procópio.

Ainda de acordo com ele, “vamos, enquanto comitê, provocar mais uma vez todos esses segmentos sociais pra juntos efetivar as devidas soluções elencadas por esse relatório da ANA sobre os reservatórios de Gargalheiras e Traíras. Não é possível esperar que chegue o período de inverno pra buscar soluções e ainda tentamos limitar volume do reservatório em decorrência de sua segurança em tempo de grave crise hídrica”, explicou.


País tem ao menos 25 barragens com estrutura danificada e com risco de ruptura; Duas estão no Seridó

Barragens Gargalheiras e Passagem das Traíras nno mapa das que precisam passar por reformas

Ao menos 25 barragens espalhadas por oito Estado brasileiros estão com estrutura comprometida e precisam de reparos para evitar danos em possíveis acidentes.

O diagnóstico faz parte do Relatório de Segurança de Barragens 2016 da ANA (Agência Nacional de Águas), obtido pela Folha. Esse é o primeiro relatório feito após o desastre da barragem da Samarco, em Mariana (MG), que resultou no maior desastre ambiental do país e deixou 19 mortos em Mariana (MG).

Para identificar as barragens com problemas, a ANA ouviu 43 órgãos de fiscalização estaduais e federais. Destes, nove responderam e apontaram 25 barramentos com danos estruturais que afetam a segurança.

Obviamente que é um número subdimensionado. Há barragens que não foram alvo de uma análise crítica feita diretamente pelo fiscal, que muitas vezes contradiz as informações dadas pelo empreendedor da barragem”, afirma Alan Vaz Lopes, superintendente-adjunto de fiscalização da agência de águas.

Das 25 barragens, 16 são públicas e 9 privadas, sendo a maioria ligada ao agronegócio. Nenhuma delas tem relação com mineração ou geração de energia. Em Alagoas, por exemplo, são sete em usinas de açúcar e álcool que estão comprometidas.

A Usina Seresta, em Teotônio Viela (AL), tem quatro barragens com vertedores insuficientes, que carecem de ampliação. O vertedor é a estrutura da barragem projetada para a água escoar em caso de uma cheia extraordinária.

Já a barragem de Canoas, na Usina Santa Clotide, em Rio Largo (AL), possui problemas de erosão no vertedor com chance de rompimento. A recuperação foi estimada em R$ 400 mil.

Entre as barragens públicas, a maioria é de reservatórios de água ou açudes –sendo a maior parte no Ceará, onde os órgãos de fiscalização apontaram nove com estrutura comprometida. Destas, sete são geridas pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos, responsável pela gestão da água bruta no Estado.

Em nota, o órgão informou que os problemas de cinco barragens já foram solucionados com investimentos de R$ 420 mil e que as obras para as de Tijuquinha e Cupim estão em fase de licitação.

A barragem no Ceará que mais precisa de reparos, contudo, pertence à Prefeitura de Potangi. A estrutura de Pau Preto possui erosões, afundamentos, buracos, árvores em meio aos canais de aproximação e restituição. O custo da recuperação foi estimado em R$ 496 mil –é o maior valor entre as 25 barragens com problemas estruturais.

No RN aparece duas barragens com estrutura que precisa de reparos imediatamente. São as barragens Marechal Dutra(Gargalheiras), em Acari e a Barragem Passagem das Traíras em Jardim do Seridó.

* Da Folha de São Paulo