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Dr Tadeu

O prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, comentou com entusiasmo o anúncio feito pela governadora Fátima Bezerra na tarde/noite desta quarta-feira (23), durante evento sobre a futura construção de um Hospital Universitário no município. A unidade, que será ligada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte, representa um novo marco para a saúde e a educação na região do Seridó.

Em sua fala, o prefeito contextualizou a importância da Escola Multicampi de Ciências Médicas, considerada por ele como um divisor de águas na formação de profissionais da saúde para o interior do estado. “Essa escola foi construída através de um sonho de várias pessoas, especialmente do professor George Dantas, que encontrou apoio da UFRN para edificar esse sonho. E a partir disso a gente tem mudado a realidade da saúde da região”, disse.

Dr. Tadeu destacou ainda que, com a consolidação da formação de médicos e residentes na Escola Multicampi, tornou-se necessária a instalação de um hospital universitário para complementar o ciclo de ensino, pesquisa e assistência. Ele relembrou a entrega de uma carta ao presidente Lula, durante a visita à Barragem de Oiticica, cobrando a viabilização da obra. “A governadora se comprometeu em encabeçar essa luta e hoje vem trazer boas novas para que esse hospital possa, enfim, ser construído.”

O prefeito ressaltou que essa conquista é fruto da união de forças e não deve ter um “pai” específico: “Isso aqui é uma conquista da coletividade”. Segundo ele, o novo hospital atenderá casos de baixa, média e alta complexidade, fortalecendo o atendimento à população do Seridó.

Sobre a possível federalização do Hospital Regional do Seridó (Telecila Freitas), Dr. Tadeu informou que, de acordo com parecer técnico da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), a unidade não atende às exigências necessárias para funcionar como hospital universitário. Por isso, a proposta anunciada prevê a construção de um novo prédio.

Por fim, o gestor caicoense explicou que a obra deve ser conduzida pela própria universidade, com apoio político e recursos provenientes do Governo Federal, Governo do Estado e da bancada potiguar no Congresso Nacional. “Vai precisar realmente de apoio político, de uma conclamação de toda a classe política do Estado para que a gente consiga efetivar os recursos necessários”, finalizou.

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