Dia: 9/05/2026

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A referida pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RN-04097/2026. O levantamento é de responsabilidade do Instituto Veritá LTDA, com sede em Minas Gerais, e tem valor informado de R$ 93.940,00.

De acordo com os dados disponíveis no sistema do TSE, e localizado pela reportagem de Sidney Silva, a pesquisa ouviu 1.220 eleitores no Rio Grande do Norte. O levantamento foi registrado no dia 3 de maio de 2026, teve entrevistas previstas entre 4 e 8 de maio e divulgação programada para o dia 9 de maio de 2026.

A pesquisa contempla os cargos de governador e senador nas Eleições Gerais de 2026. O estatístico responsável informado no registro é Guilherme Alvarenga Laia, inscrito no CONRE sob o número 10699.

Outro ponto que chama atenção da reportagem de Sidney Silva, é que, conforme o registro, a pesquisa foi realizada com recursos próprios. O próprio Instituto Veritá LTDA aparece como contratante e pagante do trabalho. Ou seja, eles vieram lá do estado de Minas Gerais, só para saber qual a opinião do eleitorado do RN sobre o pleito eleitoral deste ano.

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Uma nova pesquisa eleitoral sobre o cenário político do Rio Grande do Norte está prevista para ser divulgada na próxima segunda-feira, dia 11 de maio. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número RN-03354/2026.

A pesquisa foi registrada no dia 5 de maio de 2026 pela empresa Metadata Soluções Inteligentes LTDA, que atua com o nome fantasia Metadata. O levantamento foi contratado pela FM Nordeste LTDA. e tem valor informado de R$ 50 mil.

De acordo com o registro, a pesquisa ouviu 1.550 eleitores no Rio Grande do Norte. As entrevistas foram programadas para ocorrer entre os dias 7 e 9 de maio, de forma presencial, com aplicação de questionário estruturado.

O levantamento contempla cargos em disputa nas Eleições Gerais de 2026, incluindo governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Na metodologia apresentada, também há referência à pesquisa para presidente e vice-presidente da República.

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Tubulações bloqueadas na praia de Ponta Negra
Tubulações bloqueadas na praia de Ponta Negra
Tubulações bloqueadas na praia de Ponta Negra

Estudos técnicos citados pelo Ministério Público Federal (MPF) revelam falhas graves no sistema de drenagem da praia de Ponta Negra, em Natal, após a obra de aterro hidráulico, conhecida como “engorda”. De acordo com a ação civil pública movida pelo órgão, a estrutura existente não tem conseguido dar vazão adequada às águas das chuvas, o que tem provocado alagamentos, acúmulo de água contaminada e risco de danos ambientais em uma das áreas turísticas mais importantes do Rio Grande do Norte.

A ação se baseia em levantamentos da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) e da perícia do próprio MPF. Os estudos constataram a ineficiência do sistema de drenagem, apontando a existência de tubulações falsas e galerias bloqueadas com concreto e rochas. Segundo as análises, os 16 dissipadores instalados na praia não cumprem a função de dispersar corretamente as águas pluviais.

Com a drenagem comprometida, a água da chuva tem se acumulado e, em alguns pontos, se mistura à rede de esgotos. Para o MPF, essa situação representa risco à saúde pública, pois favorece a proliferação de vetores de doenças. O problema ganha ainda mais gravidade com a proximidade do período chuvoso, quando o volume de água tende a aumentar e pressionar ainda mais uma estrutura considerada deficiente pelos técnicos.

Outro ponto de alerta é o impacto sobre o Morro do Careca, principal cartão-postal de Natal. Os levantamentos indicam que as inundações podem acelerar o processo erosivo da duna e provocar a perda da faixa de areia recém-ampliada pela obra da engorda. O MPF aponta ainda que o deságue inadequado próximo à base do morro está carregando sedimentos e já causou danos físicos, como a derrubada de cercas de proteção.

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O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública contra o município de Natal para obrigar a reestruturação completa do sistema de drenagem pluvial da praia de Ponta Negra. A ação inclui pedido de liminar para que sejam feitas obras emergenciais, especialmente por causa da proximidade do período chuvoso e do risco de agravamento dos alagamentos.

Segundo o MPF, Ponta Negra passou a enfrentar alagamentos constantes após a conclusão da obra de aterro hidráulico, conhecida como “engorda” da praia, em 2025. O órgão aponta que a deficiência na drenagem causa prejuízos ao turismo, ameaça à saúde pública e pode acelerar a erosão do Morro do Careca, além de comprometer a nova faixa de areia.

A ação também critica a prefeitura por anunciar um concurso para contratação de projeto de paisagismo e urbanização da orla sem antes resolver o problema da drenagem. Para os procuradores responsáveis, a situação representa uma grave crise socioambiental e técnica, sendo necessária a intervenção judicial para impedir que novas obras consolidem danos ambientais difíceis de reparar.

Entre as medidas pedidas em caráter de urgência, o MPF solicita limpeza e desobstrução semanal de bocas de lobo e dissipadores, início das ações em até 30 dias, isolamento de áreas de risco e da base do Morro do Careca, além da proibição de novas licenças urbanísticas até a solução definitiva do problema. O órgão também pede que o município apresente documentos técnicos sobre a drenagem e dados mensais sobre a volumetria da areia da engorda.

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(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspendeu neste sábado (9) a aplicação da Lei da Dosimetria em pedidos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O ministro, que foi sorteado para ser relator de ações que questionam a validade da Lei da Dosimetria, decidiu que a suspensão terá validade até que a Corte julgue as ações contrárias à legislação.

Moraes firmou o entendimento ao analisar o caso de Nara Faustino de Menezes, condenada por participação nos atos de 8 de janeiro e que queria a aplicação da Lei 15.402/2026 promulgada ontem (8), após o Congresso derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A legislação tornada válida pelos congressistas estabelece a redução das penas de condenados pelo 8 de janeiro.

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Agência Brasil

A bactéria Pseudomonas aeruginosa, encontrada em diversos produtos da indústria Ypê, é uma bactéria de grande resistência a antibióticos, afirma o infectologista Celso Ferreira Ramos Filho em entrevista à Agência Brasil. “Agora, excepcionalmente, ela causa doenças de forma espontânea. Ela vai causar doenças dentro de um hospital, em uma pessoa com traqueostomia, com respirador, com cateter venoso”, completou.

Segundo o infectologista, como se trata de uma bactéria ambiental, esponjas usadas normalmente para lavar louça ou panos de chão podem estar contaminados, já que a bactéria permanece viva na água.

De acordo com ele, a Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria de “vida livre”, ou seja, diferente de outras bactérias como a Escherichia coli, que vive dentro do intestino, ou o meningococo, que vive nas fossas nasais das pessoas. “Nós não vivemos em um ambiente que não tem micro-organismos. Existem outras bactérias de vida livre, como a Burkholderia que, eventualmente, podem causar doenças no homem”.

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Agência Brasil

As seis dezenas do concurso 3.006 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 45 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

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