Três pacientes morreram com Covid-19 no Hospital Regional do Seridó neste domingo (28)

Os três pacientes eram das cidades de Assu e Currais Novos

A Assessoria de Comunicação do Hospital Regional do Seridó, confirmou que ocorreram três mortes por Covid-19 na unidade, neste domingo, dia 28 de junho.

Os pacientes eram, 1 de Assu e dois de Currais Novos.

Não foram divulgas informações como o tempo de internamento e se tinham algum tipo de comorbidade.


Fluminense perde a primeira partida na Taça Rio

Fluminse perde para o Volta Redonda no retorno de Fred ao Rio – (Foto: Lucas Merçon/ FFC)

No jogo que marcou o retorno do atacante Fred, a chuva começou a cair assim que a partida começou, neste domingo, no Nilton Santos. Fluminense e Volta Redonda se enfrentaram pela quarta rodada da Taça Rio.

O tricolor sentiu o tempo parado e foi vencido por 3 a 0.

A expulsão do lateral Egídio, aos 16 minutos do primeiro tempo e a falta de ritmo de jogo não foram superados.

Para marcar a discordância com o retorno dos jogos, os jogadores entraram em campo de preto e a camisa de jogo trazia duas homenagens: “Obrigado profissionais da saúde” e “Vidas negras importam”.


Com hat-trick de Cano, Vasco vence o Macaé em São Januário pela Taça Rio

Cano vibra com um dos gols marcados sobre o Macaé – (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)

O Vasco venceu o Macaé por 3 a 1 neste domingo (28/6), em São Januário, na partida que marcou o retorno do time após a parada por conta da pandemia do Covid-19. Os gols vascaínos foram todos marcados pelo atacante argentino Germán Cano, que é o artilheiro da equipe na temporada. A partida marcou a estreia do técnico Ramon Menezes no comando do Cruzmaltino.

O próximo compromisso do Gigante da Colina na Taça Rio será na quarta-feira (1/7), diante do Madureira, também em São Januário, pela última rodada da competição. O horário ainda será confirmado.

Site do Vasco


Advogado é preso em Campina Grande suspeito de participar de organização criminosa no Sertão Paraibano

Polícia Civil vai detalhar a prisão do advogado nesta segunda em entrevista coletiva

Policiais civis da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (Roubos e Furtos) de Campina Grande/PB, em ação conjunta com a Força Tarefa enviada para apurar crimes ocorridos em Catolé do Rocha, prendeu na tarde de sábado (27), um advogado que teria ligação com organizações criminosas responsáveis por ataque à bancos e homicídios no Sertão Paraibano.

O advogado foi detido por força de mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Mista da Comarca de Pombal. A prisão aconteceu no Bairro José Pinheiro, em Campina Grande.

Ele é suspeito de ser um dos líderes da organização criminosa desarticulada na Operação Ladinos, deflagrada no sertão paraibano, no final de 2019. “Durante as investigações ficou evidenciado que além de atuar na advocacia da organização criminosa, o advogado era o mentor intelectual da organização e o responsável pela aquisição de armas de fogo que eram utilizadas nas ações do grupo”, destacou o delegado Diego Beltrão, da DRF-CG.

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Acusado por foragido de mandar matar pré-candidato, Espedito Targino se defende em nota ao Blog

O servidor do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, que trabalha no Fórum da cidade de Janduis, Espedito Bezerra Targino, encaminhou nota ao Blog Sidney Silva, aonde rebate as acusações que lhe foram feitas pelo foragido da Justiça, Patrício Garcia.

Em entrevista no programa Cidade Alerta, da Rádio Rural FM 102,7, Garcia, acusou Espedito de ser o mandante da morte de RAIMUNDO GONÇALVES DE LIMA NETO, popularmente conhecido em Janduís como NETO DE NILTON ou NETINHO, que era declaradamente pré-candidato a prefeito de Janduís e ainda de tentar matar por três vezes, AILTON GARCIA, tio de Patrício, dentro de um Fórum da Justiça e de fazer parte de um consórcio de bandidos do qual fariam parte as famílias BRITO e MORAIS.

Leia a nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Na última quinta-feira, 25 de junho, o foragido da Justiça PATRÍCIO GARCIA, por via telefônica, concedeu entrevista ao radialista e blogueiro SIDNEY SILVA, dentro do programa “Cidade Alerta”, da Rádio Rural FM de Caicó. Nessa entrevista, PATRÍCIO, pessoa que vive à margem da lei, bandido por profissão, fez pesadas acusações contra a minha pessoa, e também dirigiu acusações à Polícia do Rio Grande do Norte.

PATRÍCIO disse que a Polícia norte-rio-grandense persegue a família Garcia; que ele é perseguido; que “metade da Polícia do Rio Grande do Norte é comprada”.

A mim, PATRÍCIO dirigiu as acusações de tentar matar por três vezes seu tio AILTON GARCIA dentro de um Fórum da Justiça; fazer parte de um consórcio de bandidos do qual fariam parte as famílias BRITO e MORAIS; e, o mais grave, que eu seria o mandante do assassinato de RAIMUNDO GONÇALVES DE LIMA NETO, popularmente conhecido em Janduís como NETO DE NILTON ou NETINHO, que era declaradamente pré-candidato a prefeito de Janduís.

Depois dessas acusações no programa radiofônico apresentado por SIDNEY SILVA, elas se espalharam rapidamente, porque também foram veiculadas no próprio BLOG SIDNEY SILVA, no programa “Cidade Alerta” da TV TROPICAL (afiliada da REDE RECORD DE TELEVISÃO no Rio Grande do Norte), em telejornais da INTER TV (afiliada da REDE GLOBO DE TELEVISÃO no Estado), no BLOG DO JOÃO MARCOLINO, dentre outros veículos de comunicação. Além disso, a velocidade de propagação de notícias – verdadeiras ou falsas – pela internet levou essas graves acusações aos mais longínquos lugares. Ignorando uma regra básica do bom jornalismo, praticamente todos os veículos de comunicação que divulgaram as acusações de um FORAGIDO DA JUSTIÇA contra a minha pessoa não me procuraram para me ouvir, quando é sabido que, num fato dessa natureza, todos os interessados, ou todos os lados, devem ser ouvidos. Apenas o BLOG DO JOÃO MARCOLINO me concedeu um breve direito de resposta, permitindo que eu negasse as acusações a mim dirigidas.

Mas agora venho, de consciência limpa, com a mente tranquila e com a sobriedade dos justos e corretos, rebater uma a uma as acusações injustamente lançadas contra a minha pessoa por PATRÍCIO GARCIA.

E começo destacando que PATRÍCIO NÃO É PERSEGUIDO, MAS PROCURADO PELA POLÍCIA E PELA JUSTIÇA, porque, ele sim, é acusado de integrar um grupo de extermínio responsável pela morte de vários pais de família em Janduís e região, como também na grande Natal, cujos fatos são objeto de investigação policial, além da prática de diversos e graves outros atos criminosos.

A Polícia potiguar certamente se manifestará diante de tantas acusações que lhe foram dirigidas também por PATRÍCIO GARCIA. Dizer que “metade da Polícia do Rio Grande do Norte é comprada”, como disse esse foragido da Justiça, é uma acusação gravíssima, na qual, porém, nenhum cidadão de bem acreditaria, pois vemos diariamente o bom trabalho realizado pelas Polícias Civil e Militar deste Estado, mesmo com as muitas dificuldades estruturais e de efetivo que ambas enfrentam há décadas.

Sou filho de BENEDITO TARGINO DO RÊGO, que, além de mim, gerou mais nove filhos. A todos, nosso pai cuidou de educar, ensinar o caminho do que é correto, doutrinar valores sociais e morais sólidos e, principalmente, ganhar o próprio sustento honestamente, à custa do trabalho digno. E assim, eu e meus irmãos e irmãs, sempre vivemos: tementes a Deus, obedientes à lei, trabalhando honestamente, constituindo também nossas próprias famílias; enfim, vivemos cuidando das nossas vidas da forma correta, legal e honesta. O mesmo não se pode dizer de PATRÍCIO GARCIA, sujeito afeito a práticas delituosas, nômade fugitivo das forças da Lei e da Justiça.

Vivendo em Janduís há cerca de sessenta anos, a nossa família nunca teve qualquer inimizade com qualquer pessoa de outra família, muito menos com a família GARCIA. Pelo contrário, sempre houve respeito de nossa parte para com a família GARCIA.

Quanto a mim, busquei no trabalho uma das razões de vida, ao lado do amor à família e do respeito a todos, e nesse desiderato fui trabalhador do sistema bancário, servidor da Prefeitura de Janduís e conto com trinta e cinco anos de serviços prestados ao Poder Judiciário, tendo trabalhado na Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte e sendo servidor efetivo do Tribunal de Justiça norte-rio-grandense, o que muito me honra, porque, como tal, dou também a minha contribuição à sociedade. No meu trabalho, sempre busco o fazer o bem e agir corretamente.

Não tem o menor cabimento a acusação de que por três vezes tentei matar dentro de um Fórum de Justiça a pessoa de AILTON GARCIA, tio de PATRÍCIO. AILTON realmente esteve no Fórum onde eu trabalhava por uma ou duas vezes, para participar de audiência na área do Direito de Família. Esteve escoltado pela Polícia Militar, sob o comando do então Sargento e agora Sub-Tenente TÁRCIO, lotado na Companhia de Polícia Militar de Campo Grande-RN. Eu não tinha qualquer motivo nem a intenção de tentar matar AILTON, nem teria como fazer isso dentro de um Fórum de Justiça, em dia de audiência, onde havia outros servidores trabalhando, policiais na escolta do próprio AILTON, um policial militar que sempre existe de serviço no Fórum e outras pessoas aguardando para também participarem de audiência.

Esse cenário real, de um dia-a-dia forense, por si só desmente essa infundada acusação de PATRÍCIO GARCIA. Nunca sequer fui chamado a uma Delegacia de Polícia Civil para prestar qualquer depoimento a respeito, porque nunca tentei matar o senhor AILTON GARCIA, tio do foragido de Justiça PATRÍCIO GARCIA. O próprio AILTON nunca me acusou de o tentar matar!

Sobre o assassinato de RAIMUNDO GONÇALVES DE LIMA NETO, conhecido por NETO DE NILTON ou NETINHO, pré-candidato a prefeito de Janduís, tenho a dizer que senti a dor da sua morte juntamente com a sua família e com todos os cidadãos de bem de Janduís. NETINHO era do meu ciclo de amizades, e com ele nunca tive qualquer problema, fosse pessoal ou familiar. Não existia entre nós nenhuma divergência, muito menos um motivo para que eu fosse o mandante da sua morte brutal, que abalou a todos nós de Janduís que vivemos sob a sombra da lei, mas que certamente agradou aos pensamentos maus e egoístas dos que vivem como fora-da-lei.

Nunca enveredei pela política partidária, pois nunca disputei qualquer mandato eletivo, e também por isso eu não era adversário político de NETINHO. Apesar do enorme rol de amigos que tenho em Janduís, nunca achei que isso me rendesse dividendos eleitorais, e assim pensando nunca almejei uma disputa eleitoral.

NETINHO era sujeito de bom coração, bom caráter, exemplo de honestidade, amigo de todos, inclusive de mim. Enfim, eu não tinha nem vontade nem qualquer razão para ser o mandante da sua morte.

A propósito, há um delegado de Polícia Civil especialmente designado para apurar o assassinato de NETINHO, e, do pouco que sei por ouvir dizer, porque o Inquérito Policial é sigiloso, pessoas foram ouvidas e as investigações prosseguem. De minha parte, torço para que as investigações prossigam e que a Polícia Civil ou o Ministério Público realmente descubra quem assassinou NETINHO, pois a justiça precisa ser feita nesse lastimável episódio de Janduís.

Também não sou membro de organização criminosa, da qual, segundo acusou o foragido da Justiça PATRÍCIO GARCIA, eu seria parte, juntamente com membros das famílias MORAIS e BRITO. Quem é envolvido com quadrilha é PATRÍCIO GARCIA, não eu!

De fato tenho amizade com as duas famílias mencionadas, e tenho laços afetivos de vida conjugal com uma pessoa da família BRITO, minha companheira de todas as horas, parte da minha família.

Tenho, sim, amizade com membros das famílias MORAIS, BRITO, e com dezenas de outras famílias de Janduís, repletas de pessoas de excelentes condutas sociais, porque simplesmente conquistei essas amizades ou fui conquistado por elas. Mas amizade nunca foi sinônimo de associação criminosa, que é uma entidade informal do crime da qual PATRÍCIO GARCIA tem profundo conhecimento, porque é acusado de diversas práticas criminosas.

Sou, sim, solidário à família MORAIS, pelo assassinato brutal de VALDECIR MORAIS e de outra pessoa ligada àquela família. Mas a minha solidariedade não passa disso: de lamentar junto e também sentir a dor dessas perdas.

Como família, nós também tivemos uma perda irreparável, que foi meu irmão FRANCISCO BEZERRA TARGINO, carinhosamente chamado de CHICO BOI, brutalmente assassinado por pistoleiros, em plena via pública, à luz do dia, atingido por cerca de trinta tiros de arma de fogo.

Choramos até hoje a morte de CHICO BOI, mas mesmo diante disso não tive por conduta a que não fosse a de buscar os meios legais para elucidar a questão, até hoje não desvendada. Eu e minha família buscamos a Polícia e o Ministério Público, e continuamos acreditando que, mais cedo ou mais tarde, a justiça será feita no caso da morte do meu irmão.

PATRÍCIO GARCIA não age sozinho. É marionete numa trama em que outras pessoas, por interesses diversos, mesquinhos e injustos, agem sorrateira e solidariamente, no intuito de prejudicarem ainda mais muitas pessoas de bem de Janduís e de Municípios próximos.

Sou cidadão de bem, trabalhador, membro de famílias – TARGINO, BEZERRA, FERNANDES e RÊGO – que muito me orgulham, tenho endereço certo (diferentemente de PATRÍCIO GARCIA), e estou à inteira disposição das autoridades competentes para prestar os esclarecimentos que se façam necessários. Não temo a verdade, porque vivo com ela. Não sou bandido, nem mandante de crimes, nem assaltante, nem de qualquer forma descumpridor da Lei Penal brasileira. Por isso estou tranquilo diante das muitas acusações inverídicas que contra mim foram lançadas por PATRÍCIO GARCIA.

Adotarei as medidas legais pertinentes, porque tive meu nome envolvido em acusações absurdas e caluniadoras, e provavelmente adicionarei mais um ou dois processos judiciais para PATRÍCIO GARCIA responder, além dos muitos procedimentos nos quais ele já é investigado. Vou começar pugnando aos mesmos veículos de comunicação que divulgaram tantas acusações sem me ouvirem, que eu possa me utilizar, com o mesmo destaque, do direito de resposta, nos termos do artigo 5º, inciso V, da Constituição Federal, e da Lei Federal nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967.

Quem me conhece – e Janduís me conhece bem -, sabe quem é o bandido nessa história. E não sou eu!

Janduís-RN, 27 de junho de 2020.

ESPEDITO BEZERRA TARGINO


Nuvem de poeira do Saara tem baixo potencial de chegar ao RN

Nuvem de poeira teve origem no deserto do Saara Foto Reprodução

A nuvem de poeira do deserto do Saara, que saiu da África no começo desta semana e tem chegado às Américas nos últimos dias não deve trazer grandes alterações e problemas para o Rio Grande do Norte. A avaliação de pesquisadores e cientistas climáticos é de que a nuvem “Godzilla”, que viajou pelo menos 10 mil quilômetros e atravessou os oceanos, é de que a massa de ar seco vinda do continente africana será pouco sentida no RN.

De acordo com a professora Judith Hoelzemann, do Departamento de Ciências Atmosféricas e Climáticas da UFRN, essa nuvem de poeira que se desloca da África para as Américas acontece em todos os anos, em determinados períodos.

Não é impossível, mas é pouco provável. Pela situação meteorológica comum que temos, os meses mais propícios para ocorrer tufos de poeira em Natal, seria entre dezembro e fevereiro. Porém, com nossos instrumentos na UFRN, já observamos camadas em junho. Não é impossível, mas primeiro: é numa quantidade pequena, que não é preocupante. Na maioria das vezes, a gente não tem registros dessa poeira chegar na superfície por aqui no Nordeste e se for, não será em quantidades preocupantes“, disse.

*Leia a notícia completa da Tribuna do Norte, aqui


Ninguém foi sorteado e Mega-Sena acumula R$ 23 milhões

Prêmio da Mega acumulou para o próximo sorteio – (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

Ninguém acertou as seis dezenas no Concurso 2274 da Mega-Sena sorteadas na noite desse sábado (27) no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. As dezenas sorteadas foram 08, 11, 17, 33, 40, 55.

A quina teve 62 apostas ganhadoras, cada um vai receber R$ 24.042,23. As 2.996 apostas ganhadoras da quadra receberão prêmio individual de R$ 710,76.

O próximo concurso será quarta-feira (1º) e deverá pagar o prêmio de R$ 23 milhões a quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$4,50.


Cinco apostas foram vencedoras da Quina de São João

Cada ganhador vai receber mais de 30 milhões de reais – (Foto: Divulgação-Caixa)

Agência Brasil – O sorteio da Quina de São João deste sábado (27) teve cinco apostas vencedoras. Cada uma terá o prêmio e R$ 30.517.183,25. Os números sorteados foram 07, 17, 29, 55, 78.

As apostas ganhadores foram de Fortaleza (CE), Conceição das Alagoas (MG). Belém (PA), Cambé (PR), e Cotia (SP).

Na faixa da quadra, 1.830 apostas ganhadoras receberão R$ 6.472,20 cada. Já o temo, quando são três números sorteados, teve 139.675 apostas ganhadoras de R$ 127,51. Houve também 3.272.755 menos sortudos que acertaram dois números, o duque e receberão o prêmio de R$ 2,99.

O concurso especial chegou à sua 10ª edição este ano. As cinco dezenas  do concurso 5.299 da Quina foram sorteadas no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

O prêmio deste concurso especial não acumula e, caso não haja vencedores na faixa principal, o prêmio é dividido entre os vencedores da segunda faixa (quatro números) e assim por diante.

Para concorrer, o apostador marca de cinco a 15 números entre os 80 disponíveis no volante. O preço de uma aposta simples, com cinco números marcados, custa R$ 2.


Google vai veicular notícias com acesso aberto em nova ferramenta

Novo serviço deve estar disponível até o fim do ano – (Foto: Shutterstock)

Agência Brasil – O Google anunciou uma nova ferramenta por meio da qual veículos jornalísticos parceiros poderão disponibilizar para acesso gratuito notícias pelas quais cobram de forma aberta. O serviço deverá ser lançado no Brasil até o fim do ano. A previsão é que outros países, como Alemanha e Austrália, também tenham a novidade ainda em 2020.

O novo produto será incluído no agregador de notícias da empresa, o Google News. Nele aparecerão seções específicas para cada um dos veículos convidados para a parceria. Cada um destes escolherá quais conteúdos deixarão de ter a limitação de acesso pago (ou paywall na linguagem técnica em inglês).

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