Morre vítima da Covid-19, Dom Henrique Soares, bispo da Diocese de Palmares/PE

Dom Henrique Soares, era bispo da Diocese de Palmares no Pernambuco

Morreu na noite deste sábado (18), vítima da Covid-19, aos 57 anos, o Bispo da Diocese de Palmares/PE, Dom Henrique Soares. O religioso estava internado desde o dia 4 de julho na Unidade de Tratamento Intensiva do Hospital São José, de Recife.

No dia 6, saiu o resultado do exame confirmando que ele estava com Covid-19. Apresentou leve melhora no quadro respiratório, mas, há dois dias precisou ser entubado. A informação da morte de Dom Henrique foi confirmada pelo Padre Noberto, Vigário Geral da Diocese.

O bispo, Dom Henrique Soares, era natural da cidade de Penedo, mas, foi criado em Junqueiro – Alagoas, Diocese de Penedo. Era filho de Lourival Nunes da Costa e Maria Francisca Tereza Soares da Costa.

Sua ordenação sacerdotal, foi pela Arquidiocese de Maceió, em 2009 e nomeado pelo então Papa Bento XVI, como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Aracaju, em Sergipe.

Em 2014, sucedeu o bispo emérito, Dom Genival Saraiva de França, sendo o terceiro bispo da Diocese de Palmares, nomeado pelo Papa Francisco.

Dom Henrique formou em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas, em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. Era Mestre em Teologia Dogmática pela Universidade Gregoriana, em Roma, com especialização em Eclesiologia.

E ainda:

  • Professor de Teologia no Seminário Provincial Nossa Senhora da Assunção, em Maceió
  • Professor de Teologia no Curso de Teologia do CESMAC, em Maceió
  • Diretor e Professor de Teologia no Instituto Nossa Senhora do Livramento, em Maceió
  • Capelão do Mosteiro da Santíssima Trindade, das Servas da Ssma. Trindade de Rovigo
  • Professor de Teologia do Seminário Diocesano de Caruaru
  • Professor de Teologia do Instituto Franciscano de Teologia de Olinda
  • Professor de Teologia no Instituto Sedes Sapientiae, em Recife
  • Vigário Episcopal para os Leigos da Arquidiocese de Maceió
  • Pregador de Retiros para Sacerdotes, Religiosos, Monges e Leigos
  • Reitor da Igreja de Nossa Senhora do Livramento, em Maceió
  • Cônego do Cabido da Catedral Metropolitano de Maceió
  • Membro do Conselho de Cultura do Estado de Alagoas representando a Arquidiocese de Maceió
  • Membro do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Maceió
  • Coordenador da Comissão de Educação Política da Arquidiocese de Maceió
  • Articulista em vários jornais da cidade de Maceió, do Jornal da Cidade, em Aracaju e editorialista e articulista do jornal arquidiocesano O Semeador, em Maceió
  • Bispo Titular de Acúfida e Auxiliar e Vigário Geral de Aracaju desde 2009
  • Apresentador do programa dominical Hora Católica, pela Rádio Cultura de Sergipe
  • Bispo referencial para os Religiosos do Regional Nordeste III da CNBB
  • Vice-Presidente da Região Pastoral Sergipe do Regional Nordeste III
  • Atual bispo da Diocese de Palmares – PE

TSE divulga até 31 de agosto limite de gastos de candidatos

A data tem como base, o novo calendário eleitoral aprovado pelo Congresso Foto TSE

Agência Brasil – Os candidatos a prefeito e vereador nas Eleições 2020 terão acesso aos valores que poderão ser utilizados em suas campanhas no dia 31 de agosto, prazo final para a Justiça Eleitoral dizer qual será o limite de gastos para cada cargo eletivo em disputa.

Além de contratação de pessoal de forma direta ou indireta, com detalhamento dos prestadores de serviço, dos locais de trabalho, das horas trabalhadas, da especificação das atividades executadas e da justificativa do preço contratado, a regra também alcança a confecção de material impresso de qualquer natureza, a propaganda e publicidade direta ou indireta por qualquer meio de divulgação; aluguel de locais para a promoção de atos de campanha eleitoral; e despesas com transporte ou deslocamento de candidato e de pessoal a serviço das candidaturas.

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TIM, Claro e Telefônica fazem oferta por negócio móvel da Oi

Oferta foi feita de forma conjunta – (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

As empresas TIM, Claro e Telefônica Brasil fizeram uma oferta conjunta para a compra do negócio móvel da Oi, que se encontra em recuperação judicial.

A proposta foi confirmada em fato relevante comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pelas quatro maiores companhias que ofertam o serviço de telefonia celular no Brasil. O valor do negócio não foi informado.

A oferta é vinculante, ou seja, está sujeita a determinadas condições, inclusive a de garantir que TIM, Claro e Telefônica tenham o direito, como primeiras proponentes (ou “stalking horse”, no jargão do mercado), de cobrir outras propostas melhores, caso surjam.

Em seu comunicado, divulgado neste sábado (18), a Oi disse que a oferta confirma “o interesse do mercado no seu negócio móvel”.

A empresa disse que pretende focar sua atuação como provedora de infraestrutura de telecomunicações, incluindo a massificação da fibra ótica e internet de alta velocidade, e no fornecimento de soluções.


Ivonete Dantas solicita recuperação de estradas na Zona Rural de Caicó

A vereadora Ivonete Dantas solicitou entendimentos entre o prefeito de Caicó, Robson de Araújo (Batata), e o setor responsável, a fim de providenciar a recuperação de estradas na Zona Rural. Os dois trechos solicitados dão acesso aos sítios Seridozinho e Alegre.

Segundo ela, há uma grande quantidade de buracos nas extensões dessas estradas. “Causando transtornos aos condutores de veículos que trafegam naquelas áreas”, disse Ivonete.


Declínio de Competência: Decisão relaxou a prisão de 32 presos em Mossoró; SAIBA MAIS

A ação prendeu várias pessoas envolvidas com crimes de morte, tráfico de drogas e roubos

Sobre o relaxamento da prisão de 32 pessoas detidas na Operação Resistência, deflagrada na cidade Mossoró, no dia 14 de maio de 2020, como divulgado em post anterior, fomos em busca de (como diz um amigo advogado), CLAREAR os fatos.

Fonte segura explicou ao Blog Sidney Silva que o Promotor de Justiça que atua na 2ª Vara Criminal da Comarca de Mossoró, Paulo Carvalho, “pegou” o processo e ao invés de fazer a denúncia, disse ao juiz que não era de sua competência, explicando que tratava-se de “CASO DE TJP – Tribunal do Júri Popular”. Isso, por causa dos crimes de homicídio.

O juiz aceitou o argumento e encaminhou o processo para a 1ª Vara Criminal, responsável pelos referidos processos. O seu titular, é Vagnos Kelly, que encaminhou a peça para o Ministério Público, que disse não ser de competência da 1ª Vara Criminal julgar aquele processo, pois a mesma só julga casos de crime contra a vida. Então, o caso foi para o Tribunal de Justiça que decidiu mandar o juiz Vagnos Kelly, resolver as questões emergenciais do processo.

Com o processo de volta, o magistrado encontrou como “primeira emergência”, o pedido de soltura por falta de denuncia do Ministério Público.

Do Blog Sidney Silva

Ainda sem entender o motivo de o promotor Paulo Carvalho, que atua na 2ª Vara Criminal de Mossoró, não ter ofertado denúncia no mencionado processo.

Nada disso teria acontecido se ele tivesse feito seu trabalho, é como penso.


Promotor não oferece denúncia no processo de operação ocorrida em Mossoró e 32 presos serão soltos

Polícia cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão durante a operação – (Foto: InterTV Costa Branca)

Em Mossoró, por causa da ação do Promotor de Justiça, Paulo Carvalho, que pediu declínio de competência para não se manifestar no processo contra os presos na Operação Resistência, deflagrada no dia 14 de maio deste ano, pela Polícia Civil, PM e Polícia Rodoviária Federal, e com isso, não oferecendo denúncia, as 32 pessoas indiciadas, estão sendo postas em liberdade.

A decisão que relaxou as prisões foi do juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de Mossoró, Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros.

A operação fez parte da investigação da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) de Mossoró que durou 1 ano. O objetivo foi desmontar uma organização criminosa envolvida em homicídios, roubos e tráfico de drogas. No dia da operação, ao todo, os policiais cumpriram 55 mandados de prisão de busca e apreensão.

As informações que chegam de Mossoró dão conta que o promotor só opinou no processo, mais de 1 mês depois do dia da operação, dizendo que não era de sua atribuição, denunciar os presos. O prazo para o MP se manifestar, seria de 10 dias.

Não está afastada a possibilidade de que todos os atos judiciais tomados até então sejam consideradas nulos.

A conclusão de tudo é que os presos estão há mais de 60 dias detidos, com investigação concluída, mas, sem nenhuma denúncia por parte do Ministério Público do Rio Grande do Norte.

*Com informações do Blog de Carlos Santos