Perícia não encontrou vestígios que Máximo Augusto foi colocado na mala do carro

Os peritos criminais do Instituto Técnico-Científico de Polícia encerraram hoje (15) a análise no veículo do universitário Máximo Augusto, encontrado morto no último dia 3, na Zona Rural de São Gonçalo do Amarante. De acordo com o perito Leílson Azevedo, um dos quatro que participaram do exame, não foi encontrado nenhum vestígio ou indício que a vítima tenha sido levada ao local onde o corpo foi encontrado, dentro da mala do carro.

Depois que ele [suspeito] confessou o crime e contou como havia ocorrido, a gente deu uma atenção especial à mala do carro. Fizemos uma busca minuciosa, na parte externa e interna, usando luz forense e não foi achado nada, por isso encaminhei o carpete para o laboratório, pedindo que fosse verificada a existência de sangue humano, com o uso de reagentes”, explicou Leílson Azevedo.

Além da areia, vestes e digitais coletadas, os peritos também encontraram marcas de sangue na porta do motorista, no quebra-sol do passageiro e próximo a luz de teto.

Os laudos devem ser encaminhados para a autoridade policial que investiga o caso nos próximos 30 dias.