Previsão para salário mínimo em 2021 é de R$ 1.088, segundo o Governo

Salário mínimo tem previsão divulgada pelo Governo Federal

O Ministério da Economia revisou de R$ 1.067 para R$ 1.088 a sua previsão oficial para o salário mínimo a partir de janeiro de 2021. O aumento está na proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), documento enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional.

A mudança na estimativa se deve ao crescimento da inflação nos últimos meses. Por conta disso, a área econômica revisou para cima, no mês passado, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo pelo governo.

Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.045. Com a revisão do valor para R$ 1.088 em 2021, o aumento seria de R$ 43. A previsão anterior, feita em agosto, era de que o reajuste seria menor a partir de janeiro, para R$ 1.067.

*Confira a notícia completa do G1, aqui


Meteorologistas se reúnem em Parnamirim/RN para discutir Previsão Climática para o Semiárido

Meteorologistas dos principais centros de previsão climática da região Nordeste estarão, na próxima terça-feira (18) em Parnamirim/RN, para III Reunião de Análise Climática para o Semiárido Nordestino- Etapa Rio Grande do Norte. Representantes dos Centros da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e do Instituto Nacional de Meteorologia (DF) já confirmaram a presença. Outros poderão participar via vídeo conferência.

A reunião acontecerá em duas etapas. Na primeira, a equipe de especialistas se reúne no auditório da sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), às 9h, para fazerem balanço dos primeiros meses do ano, análises de modelos meteorológicos, condições atuais dos oceanos e elaboração de boletins para o período. “A expectativa é que seja mantida a previsão divulgada em janeiro com chuvas dentro do normal ou acima do normal para este período de março a maio de 2020”, comentou Gilmar Bristot, Chefe do Núcleo de Meteorologia da EMPARN.

No dia seguinte (19), às 10h, os meteorologistas farão a divulgação dos resultados das análises para autoridades, imprensa e sociedade em geral no auditório da Governadoria, no Centro Administrativo do RN.


Primavera tem previsão de temperatura elevada

Gráfico mostra as temperaturas em Outubro 2019

A estação da primavera no Hemisfério Sul do planeta começou neste domingo (22), às 04h50 e termina no dia 21 de dezembro às 8h02, quando começa o verão. De acordo com a Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), a primavera representa o início do período mais quente no Hemisfério Sul.

Os dias ficarão mais longos do que as noites, as temperaturas aumentarão e o vento na costa leste do Nordeste tende a diminuir com o enfraquecimento do centro de Alta Pressão do Atlântico Sul. Quanto às chuvas, a estação é a mais seca do ano. Os valores são baixos, tanto no litoral como no interior.

O meteorologista Gilmar Bristot, destaca que “no início da primavera as condições climáticas não terão mudanças significativas aqui no Rio Grande do Norte, pois em todas as regiões, a variável que define o clima, a chuva, praticamente estará ausente, uma vez, que está época do ano e o período de estiagem. As temperaturas máximas e mínimas irão aumentando com o passar dos dias até atingirem os maiores valores durante o mês de outubro. Ao contrário a umidade relativa do ar, nas regiões do interior, apresentarão os menores valores, em média abaixo de 50%, atingindo concentrações ainda menores em determinados horários do dia, por exemplo no período da tarde, onde a temperatura atinge valores máximos e a umidade do ar valores mínimos”.

No aspecto global, segundo Bristot, quando se analisa a presença de algum fenômeno climático ou meteorológico que possa ocasionar alguma mudança no comportamento do clima, evidencia-se o início do resfriamento do Oceano Pacífico Tropical, significando que a estação de primavera irá ocorrer sob condições normais na circulação atmosférica dos ventos. Quanto ao comportamento do Oceano Pacífico, está em fase de transição da fase quente da oscilação sul (El Niño) para uma fase mais fria, e para a primavera (próximos três meses), predominará uma condição de neutralidade no Oceano Pacífico Equatorial.


Meteorologista Luiz Molion discorda de previsão que aponta El Niño em 2018/2019

O meteorologista e professor universitário, Luiz Carlos Molion, disse em entrevista ao Sistema Rural de Comunicação, que o inverno de 2019, no Seridó do Rio Grande do Norte, deve ficar ligeiramente a baixo do normal, algo em torno de 100 milímetros à menos. Não deve ser igual ao mesmo período de 2012 a 2017, quando tivemos uma estiagem muito forte. Ele afirma que sua previsão aponta para um inverno abundante em 2020, com chuvas a cima da normalidade.

Perguntado sobre previsão de meteorologistas que apontaram o surgimento do fenômeno Al Niño no final de 2018 e início de 2019, ele disse que discorda. “No fundo, o que o pessoal faz é simplesmente copiar o que sai nos Estados Unidos“, disse. De acordo com Molion, dois institutos norte-americanos anunciaram a probabilidade de 80% de chance de ocorrer um novo El Niño. “Nesse caso, eles usam 18 modelos de clima que usam equações matemáticas e cada um dá um resultado diferente. Então, eles pegam uma média de tudo e fazem uma previsão por consenso. Eu não gosto desse tipo de previsão. Eu uso mais uma previsão chamada ‘por similaridade’. Posso dizer que esse ano de 2019, está muito parecido com o ano de 2001, que foi depois do violento El Niño que ocorreu em 1997 e 98. Diante disso, a minha previsão é que não vai haver El Niño, e que as águas do Oceano Pacífico, elas fiquem a cima da média, com meio grau centígrado pra cima e meio grau centígrado pra baixo, ou seja, fica numa situação de neutralidade e se tiver, vai ser um fenômeno fraco“, revela.

Voltando a falar da similaridade, Luiz Carlos Molion, frisa que se olharmos para os anos passados, pode-se constatar que somente em 2034, é que teremos um novo evento de estiagem tão forte quando foi registrado nos últimos anos que afetou o Brasil de forma geral.

Nós teremos nos próximos 10 anos, chuvas regulares com algumas variações, mas, nada tão grave quanto o que foi registrado nos últimos anos“, disse.


Governo reduz previsão do salário mínimo para R$ 998 em 2019

Previsão de salário mínimo cai para 998 reais

O governo reduziu a previsão de salário mínimo para o ano que vem. Em abril, a expectativa era de R$ 1.002. O valor sofreu uma leve alteração e passou para R$ 998. A revisão foi publicada em uma nota técnica do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano, divulgada pela Comissão Mista do Orçamento, formada por deputados e senadores. O novo valor é apenas uma estimativa e ainda precisa ser aprovado.

Ainda segundo o relatório, a queda no valor do salário mínimo é justificada pela projeção menor de inflação para este ano. Em abril, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor era de 3,8%. No entanto, essa projeção foi revisada para 3,3% pelo governo, o que afetou o cálculo do salário mínimo.

Caso aprovado, o valor de R$ 998 para o mínimo, em 2019, irá representar um aumento de 4,61% em relação a este ano. Em 2018, a correção foi de 1,81%. O salário mínimo passou de R$ 937 em 2017 para R$ 954 neste ano.

O valor de R$ 998 pode ser alterado. Até o fim do ano, o governo ainda pode mudar o valor caso haja novamente alteração na previsão para a inflação deste ano, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do mínimo do ano que vem.


Emparn prevê continuidade das chuvas no RN

O serviço de meteorologia da Emparn divulgou esta semana que a previsão para os próximos dias no RN, é de céu parcialmente nublado com chuvas, principalmente no interior do Estado, já que as condições oceânicas e atmosféricas estão favoráveis para a ocorrência de chuva e massa de ar quente sobre a região também perdeu forças.

Reunião Climática

Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), sedia nos dias 27 e 28 de março, em Recife/PE, mais uma Reunião Climática com representantes dos centros de meteorologia da região Nordeste. Meteorologistas da Bahia, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, estarão reunidos para analisar modelos meteorológicos e a configuração da atmosfera e dos oceanos, com objetivo de realizar a Previsão Climática para os meses de abril, maio e junho de 2018 para o setor leste do Nordeste, no Rio Grande do Norte abrange parte da região Agreste e o Litoral.


Emparn vai divulgar análises semanais sobre o inverno, mas, perspectivas são boas

Perspectivas de chuvas são boas – (Foto: Sidney Silva)

Na terça-feira (19), Gilmar Bristot, Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN, vai repassar para a imprensa e demais interessados no tema, os detalhes da análise sobre a quadra chuvosa para 2018. Será às 9h, no auditório da Emater – Centro Administrativo em Natal.

A Emparn já adiantou que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro antecedem o período chuvoso principal no semiárido potiguar. É a chamada pré-estação chuvosa. Os sistemas meteorológicos que costumam atuar durante essa época (vórtices ciclônicos de ar superior, frentes frias e linhas de instabilidade) são considerados de baixa previsibilidade. Por causa dessa dificuldade na previsão a longo prazo, as informações sobre ocorrência de chuvas serão analisadas semanalmente.

Nesta segunda quinzena de dezembro, a presença de instabilidades deve ocasionar chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte, com intensidade variando entre 10mm e 40mm. Em janeiro, a climatologia mostra um aumento de chuvas, principalmente nas regiões Oeste e Seridó, com valores que variam entre 20mm e 80mm. Para fevereiro, as chuvas apresentam acumulados maiores nas regiões Oeste, Vale do Assú e Seridó Ocidental, com valores acima de 100mm.

Para o período chuvoso de 2018, que deverá começar entre o fim de fevereiro e início de março, as primeiras análises mostram que existe uma forte tendência de chuvas próximas da normalidade climatológica, com índices variando entre 800mm e 1000mm, no total, dependendo da região.

Temperaturas

Na quinta-feira (21), às 13h28, começa o verão no hemisfério sul. A estação chega com influência do Fenômeno La Niña, caracterizado por águas mais frias do que o normal ao longo da faixa equatorial do Oceano Pacífico, o que deve acarretar em um comportamento próximo do normal no que se refere à temperatura. Segundo o meteorologista Gilmar Bristot, chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), as temperaturas médias máximas para o mês de dezembro devem variar entre 30°C e 32°C nas Regiões Leste e Agreste; de 32°C a 34 °C no Seridó, Região do Vale e Mossoró; e ficará acima dos 34°C, podendo chegar aos 36°C na Região do Alto Oeste.

Para os meses de janeiro e fevereiro, com a ocorrência de chuvas, as temperaturas médias máximas caem um pouco no interior, variando entre 32°C e 34°C. No Leste e Agreste, devido à influência da umidade, elas se mantém em torno dos 32°C durante o mesmo período.


EMPARN prevê chuvas para os próximos dias

EMPARN prevê chuvas para os próximos dias

As instabilidades oceânicas, os ventos úmidos e a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) vão provocar mais chuvas no Rio Grande do Norte nos próximos dias. De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, da Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), as precipitações devem ocorrer com intensidade maior nas regiões Leste e Agreste até por volta da quinta-feira, 1º de junho.

Das 7h do dia 26 às 7h desta segunda-feira, dia 29 de maio, os pluviômetros monitorados pela EMPARN em todo o estado registraram chuvas em 51 postos. O acumulado é o seguinte: Na mesorregião Oeste, choveu em Viçosa, 78,0 milímetros (mm); Rafael Fernandes, 62,0mm; São Francisco do Oeste, 55,6mm; São Rafael, 47,8mm; Serrinha dos Pintos, 35,0mm; Felipe Guerra, 29,0mm e Mossoró, 27,1mm. Choveu ainda em Apodi, 24,0mm; Umarizal, 20,0mm, Baraúna, Lucrécia, Antonio Martins, João Dias, Rafael Godeiro e Patu. Na mesorregião Central, choveu em Guamaré, 38,3 milímetros (mm); Pedro Avelino, 20,6mm; Acari e São Vicente 19,1mm, em cada, e ainda em Florânia, Lajes, Fernando Pedroza, Angicos e Lagoa Nova, entre outros municípios.

Na mesorregião Leste, choveu em Canguaretama (Emater/Barra de Cunhau), 83,2mm; São José do Mipibu, 35,2mm; Senador Georgino Avelino, 31,5mm; Natal, 14,0mm; Montanhas, 11,2mm; Parnamirim(Base Física da EMPARN), 10,8mm e Baía Formosa. Choveu ainda em São Gonçalo do Amarante, Taipu, Goianinha e  Ceará-Mirim.  Na mesorregião Agreste, choveu mais forte em Rui Barbosa, São Tomé, Bom Jesus, Jaçanã e Japi.