Brasil chega ao 7º lugar no ranking da geração eólica mundial

Brasil chega ao 7º lugar no ranking da geração eólica mundial

O Brasil subiu mais uma posição e assumiu o sétimo lugar entre os países com maior geração de energia eólica no mundo, ultrapassando o Canadá, que caiu para a oitava posição. Os dados são do “Boletim de Energia Eólica Brasil e Mundo – Base 2016”, produzido pelo Ministério de Minas e Energia.

Dentre os estados brasileiros, o Rio Grande do Norte apresentou a maior parte na geração eólica no ano passado, com 34,7%, seguido do Ceará com 18,8%. No fator de capacidade, o Piauí teve o maior indicador, com 48,4%.

Outro destaque apontado pelo estudo foi o aumento do Fator de Capacidade do país, que saiu de 20%, em 2000, para 41,6%, em 2016.

Lideram o ranking da geração eólica, a China, os Estados Unidos e a Alemanha. Para conferir o estudo completo acesse a página do Ministério de Minas e Energia. O endereço é www.mme.gov.br


Márcia Maia exalta legado de Wilma de Faria no setor energético do RN durante homenagem do CERNE

Márcia Maia exalta legado de Wilma de Faria no setor energético do RN durante homenagem do CERNE

A ex-governadora Wilma de Faria foi homenageada, in memorian, nesta terça-feira (27) pelas conquistas do setor energético do Rio Grande do Norte alcançadas entre os anos de 2003-2010. A homenagem feita pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) durante o Fórum Nacional Eólico, e em nome da indústria energética do estado, foi recebida pela filha e deputada estadual Márcia Maia.

As conquistas alcançadas durante a gestão da ex-governadora Wilma de Faria colocaram o Rio Grande do Norte na liderança do ranking nacional eólico, com 3.3GW de capacidade instalada, e na perspectiva de atingir a marca de 5 gigawatts (GW) de capacidade instalada em energia eólica nos próximos quatro anos.

Jean-Paul Prates, diretor-presidente do CERNE e um dos responsáveis pela realização do Fórum Nacional Eólico desde a sua primeira edição, em 2009, destacou as contribuições da ex-governadora Wilma para o setor e lamentou o falecimento dela no último dia 15. “É uma homenagem do setor todo para ela, a governadora que tornou o estado líder nacional de fato em energia renovável e essa responsabilidade é de todos nós agora, temos que segurar esse bastão e levar isso adiante“, afirmou Prates. Ele, inclusive, foi titular da Secretaria Estadual de Energia e Assuntos Internacionais – pasta criada pela ex-governadora.

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Comissão do Senado aprova projeto de Agripino sobre exploração da energia eólica por assentamentos

Comissão do Senado aprova projeto de Agripino sobre exploração da energia eólica por assentamentos

A Comissão do Meio Ambiente (CMA) aprovou projeto de lei (PLS 384/2016) do senador José Agripino (RN) que estabelece que beneficiários de reforma agrária poderão celebrar contratos com terceiros para exploração de energia eólica ou solar. Hoje, essa prática é vedada, pois grande parte dos assentados não possui título de domínio dos imóveis que exploram. A proposta altera a Lei 8.629/93 que dispõe sobre a regulamentação dos dispositivos relativos à reforma agrária, previstos na Constituição Federal.

Pelo texto aprovado, cuja relatoria foi do senador caicoense José Medeiros (PSD-MT), os contratos entre beneficiários e terceiros serão feitos de forma complementar às atividades de cultivo da terra, sendo imprescindível a autorização do órgão federal competente para a execução do Programa Nacional de Reforma Agrária. O texto original previa que, nos imóveis rurais com condições de produzir energia eólica ou solar, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) autorizaria de forma automática o beneficiário da reforma agrária a firmar contratos com terceiros para exploração desse potencial energético.

Mesmo com o texto alterado, José Agripino comemorou a aprovação da matéria na CMA porque acredita que seu projeto poderá mudar a realidade de milhares de famílias no Brasil, especialmente do Nordeste. “É um projeto que busca garantir a viabilidade econômica dos assentamentos rurais. As famílias assentadas poderão produzir, trabalhar para seu próprio sustento”, destacou. “Será um benefício aos mais necessitados para que eles possam melhorar a expectativa de futuro”, acrescentou.

O texto segue agora para apreciação da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).