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Caso Ana Bruna: Ela foi decretada por uma facção criminosa, afirma a polícia

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Aquela tarde de 29 de abril parece parada no tempo, a cena dramática de uma jovem de 18 anos se curvando para um homem armado chocou a todos que receberam, pelas redes sociais, o vídeo do assassinato. Era por volta das 14h quando o crime de execução foi consumado de maneira fria e cruel.

Ana trabalhava em uma armarinho no centro de Parnamirim, ela estava no interior do estabelecimento acompanhada de algumas colegas de trabalho quando um homem de porte alto chegou perguntado pela vendedora, sem saber as intenções do sujeito, uma das amigas de Ana informou que ela se encontrava e que já vinha atendê-lo.

As imagens das câmeras são dramáticas, quando a vendedora viu o homem logo se debruçou sobre o balcão como se já esperace aquela visita mortal. O indivíduo efetuou cerca de três disparos e foi embora deixando para trás a jovem Ana Bruna com os últimos suspiros. Naquele momento o desespero tomou conta de todos que não sabiam e nem sabem até agora o porquê.

Bruna morreu na hora e logo o inquérito investigativo foi instaurado, mas ao longo de meses nenhuma linha concreta foi apontada para este caso, que parecia perdido diante de tantos outros. O celular de Bruna passou por perícia em Brasília, visto que no RN não há equipamento técnico para subtrair informações da memória do aparelho. A informação exclusiva e mais recente sobre o crime indica que o relatório de Brasília já foi concluído e o aparelho já está de posse do presidente do inquérito, o delegado Robson Pinheiro da DHPP de Parnamirim. Fontes da Polícia Civil informaram ao PortalBO, com exclusividade, que Ana Bruna estava decretada para morrer por uma facção criminosa que atua no RN. A fonte ainda destacou que pessoas envolvidas neste caso serão presas nos próximos dias.

Portal BO

Dr. DINNA Oliveira
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