Currais-novense é preso por extorquir mulheres com fotos íntimas em troca de dinheiro e sexo

Conversas em rede social entre acusado e vítima

Do G1/RN – Um homem de 28 anos foi preso nesta quinta-feira (18), na região metropolitana de Natal, suspeito de extorquir mulheres com fotos íntimas delas. Segundo a Polícia Civil, o golpista enganava as vítimas com perfis falsos nas redes sociais e, após conseguir a confiança, pedia imagens delas nuas. Com as fotos em mãos, para não divulgar as imagens, o homem exigia dinheiro ou até mesmo relações sexuais.

Pelo menos quatro vítimas foram identificadas pela Polícia Civil, até agora. As investigações da 1ª Delegacia de Polícia de Parnamirim têm um ano e meio. Segundo a polícia, o homem cobrava entre R$ 200 e R$ 500 para não divulgar as fotos e chegou até a pedir para ter relação sexual com algumas das mulheres para não espalhar as fotos.

Ele mora em Currais Novos, na região Seridó, mas foi preso em Parnamirim, nesta quinta-feira justamente após marcar um encontro com uma dessas vítimas e chegar ao município. A polícia foi avisada e prendeu o homem. Apesar do flagrante, já havia um mandato de prisão e de busca e apreensão aberto contra ele.

Conforme a polícia, o suspeito criava contas falsas sempre usando como primeiro nome “Gustavo”. Em algumas ocasiões, ele se passava por estudante de Medicina e, em outras, por aluno de Odontologia. Chegava, inclusive, a mandar fotos com jalecos para as vítimas. Depois de conseguir as imagens das mulheres, o homem passava a fazer ameaças.

Segundo a Polícia Civil, o homem deverá responder por tentativa de estupro, extorsão, ameaça e uso de documento falso.



Câmara amplia pena para homicídio de vítimas sob proteção da Lei Maria da Penha

Aumentou a pena por homicídios contra mulheres

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, o projeto de lei que aumenta em até 50% a pena para quem matar a mulher que esteja sob proteção da Lei Maria da Penha.

A proposta, de autoria do deputado Marcos Monte, do PSD de Minas Gerais, sofreu alterações na Comissão de Seguridade Social e Família. A emenda deixou o texto mais claro e tornou a pena mais rígida, já que a proposta original só previa o aumento da punição em até 1/3.

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Polícia Civil do RN realiza aula de Defesa Pessoal para mulheres

Curso de defesa pessoal para mulheres é desenvolvido em Natal

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, através do Movimento Saúde, desenvolvido pela Academia de Polícia Civil (Acadepol), promoveu, no sábado (17), uma aula gratuita de Defesa Pessoal para mulheres, na sede da Associação dos Moradores dos Parques Residenciais de Ponta Negra e Alagamar (AMPA), no bairro de Ponta Negra. Ministrada por policiais civis, as atividades em alusão ao mês da mulher, tiveram início 08h da manhã.

Para representar a Acadepol, a delegada Maria do Carmo Alves, diretora de ensino da Academia participou da atividade. A instrução do aulão ficou a cargo do policial civil faixa preta de Jiu-Jitsu, Alexandre Freire.  “O que foi repassado são técnicas simples e ao mesmo tempo relevantes para situações de risco, pois, sabemos que, infelizmente, a violência contra à mulher tem sido algo recorrente“, afirmou Alexandre.



Cadastro registra 685 mulheres grávidas ou lactantes presas

Presas grávidas no Brasil

De acordo com o Cadastro Nacional de Presas Grávidas ou Lactantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) até o final de fevereiro de 2018, existem 685 detentas gestantes ou amamentando nos presídios de todo o País. Desse total, 420 mulheres são grávidas e 265, lactantes. As informações começaram a ser divulgadas pelo CNJ em janeiro e serão monitoradas de forma permanente, a fim de que o Poder Judiciário possa identificar cada uma dessas mulheres e verificar o tratamento que recebem nos presídios.

Segundo a juíza auxiliar da presidência do CNJ Andremara dos Santos, a ideia do cadastro é definir padrões de procedimentos a serem adotados no sistema prisional em relação aos cuidados com grávidas, lactantes e a seus filhos.

Segundo a juíza Andremara dos Santos, será feito um raio X para  que seja adotada todas as providências necessárias às detentas, pois está dentro da perspectiva estabelecida pela Portaria n. 15/2017 do CNJ, que criou a política judiciária nacional de enfrentamento da violência contra a mulher.

Entre janeiro e fevereiro, a equipe do CNJ coordenada por Andremara Santos esteve em 24 estabelecimentos penais de 16 estados e do Distrito Federal.



Secretaria de Assistência Social realiza atividades em homenagem às mulheres

Secretaria de Assistência Social realiza atividades em homenagem às mulheres

A secretaria municipal do Trabalho, Habitação e Assistência Social vem desenvolvendo uma programação especial em homenagem às mulheres. Na terça-feira (13), às 17h30, o secretário de Assistência Social, Maurício Ernesto, reuniu toda a equipe da Semthas, além de convidados, no evento denominado Chá da Tarde, no restaurante da Panificadora Seridó.

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IBGE: Mulheres ganham menos que homens mesmo com mais qualificação

Mulheres são mais qualifcadas, mas, ainda ganham menos

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, divulgou nesta quarta-feira (7) os Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil. No estudo foi constatado que, mesmo em maior número entre as pessoas com ensino superior completo, as mulheres ainda enfrentam desigualdade no mercado de trabalho em relação aos homens.

No que se refere ao rendimento médio mensal, as mulheres ganharam, em média, 75% do que os homens ganham. Isso significa que as mulheres têm rendimento de R$ 1.764, enquanto os homens, de R$ 2.306.

A pesquisa confirma ainda a desigualdade existente entre mulheres brancas e negras ou pardas. As mulheres brancas alcançam o ensino superior completo em proporção duas vezes maior do que as pretas ou pardas.

No que se refere à questão da representatividade, o estudo divulgado pelo IBGE evidencia também que as mulheres são sub-representadas em várias áreas, não só na vida política, como no Congresso Nacional e cargos ministeriais, mas nos cargos gerenciais, nos cargos públicos e privados e na instituição policial.

A pesquisa também destacou que no Brasil há uma participação feminina reduzida nos cargos de primeiro escalão. Até 13 de dezembro do ano passado, dos 28 cargos de ministro, apenas dois eram ocupados por mulheres.



TSE: Mulheres representam 52% do eleitorado brasileiro

Mulheres são maioria entre os eleitores do Brasil

De acordo com dados estatísticos da Justiça Eleitoral, 52% do eleitorado brasileiro é formado por mulheres. A maioria, que representa 18.710 mulheres, está na faixa etária de 45 a 49 anos. Em seguida, aparecem as mulheres de 25 a 34 anos, que somam 16.241. Já em terceiro lugar aparece a faixa etária de 34 a 44 anos, somando 15.755 mil eleitoras.

Os números mostram que essas mulheres estão em plenas condições de exercer a soberania popular prevista na Constituição Federal de 1988, que define a possibilidade de votar e se candidatar nas eleições como um valor igual para todos.

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Professoras lideram o ranking das ocupações femininas no Brasil

Professoras lideram o ranking das ocupações femininas

A maioria das mulheres está concentrada em ocupações relacionadas a serviços administrativos, de educação e saúde. Segundo dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), em 2016, as principais profissões desempenhadas por elas eram a de auxiliar de escritório, assistente administrativo, vendedora do comércio varejista e faxineira. No entanto, apesar de não aparecerem entre as cinco principais ocupações femininas, as professoras lideram o ranking das profissões ocupadas por mulheres. Isso ocorre porque, na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), a atividade de professora se divide em 76 especialidades e, quando agrupadas, totalizam 3,1 milhões de profissionais registrados na Rais em 2016, sendo que as mulheres são responsáveis por 2,3 milhões de vínculos.

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Polícia Civil de Caicó registra aumento de casos de violência contra a mulher

A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher – DEAM de Caicó registrou um pequeno aumento nos casos de violência doméstica neste ano em comparação com 2016. Foram instaurados 236 Inquéritos Policiais, enquanto em 2016, foram 214, o que representa um aumento de aproximadamente 10% no registro de casos de violência contra a mulher.

Do total de Inquéritos de 2017, 53 foram instaurados através de Auto de Prisão em Flagrante e 183 foram instaurados mediante portaria, sendo que, desse total, 222, foram concluídos e encaminhados à Justiça, enquanto apenas 14 Inquéritos aguardam o cumprimento de diligências para serem finalizados. A grande maioria dos casos se deve à pratica do crime de ameaça contra a mulher (118) ou ofensas verbais (66), seguidos dos casos de lesão corporal (48) e vias de fato (43) em que há ofensa à integridade física da vítima.

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Pesquisa indica que 27% das mulheres nordestinas já sofreram violência doméstica

Nos estados do Nordeste brasileiro, 27% das mulheres com idade entre 15 e 49 anos já foram vítimas da violência doméstica praticada por maridos, companheiros ou namorados. As cidades onde essa violência foi maior são Salvador, Natal e Fortaleza. Esses são alguns dos dados levantados pela Pesquisa Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, apresentada na tarde desta quarta-feira (23) no auditório da representação da ONU no Brasil, em Brasília.

Elaborada em parceria com o Instituto Maria da Penha e coordenada pelo professor José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará, a pesquisa revela os impactos sociais, econômicos, emocionais e psicológicos nas vítimas e também na família, especialmente em crianças e adolescentes. Foram ouvidas 10 mil mulheres por 250 entrevistadores.



Nesta sexta em Natal, mulheres organizam ato contra PEC que autera permissão do aborto

Na última terça-feira (14), mulheres dos diversos movimentos feministas de Natal, articularam uma reunião que tirou a data para um ato em Natal, contra a Proposta de Emenda Constitucional 181/2015 – que altera a permissão para a realização de aborto.

O protesto está previsto para esta sexta-feira (17), com concentração às 15h, na Av. Rio Branco, na famosa subida do Viaduto do Baldo, Cidade Alta. Com o nome: Todas Contra a PEC 181- É pela vida das mulheres, o ato tem um evento no facebook e já conta com mais de mil pessoas, entre interessadas e que comparecerão.

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Sancionada lei que qualifica atendimento à mulheres violentadas

Mulheres violentadas tem direito a atendimento especializado

Nesta quinta-feira (9) foi sancionada pela Presidência da República um projeto que altera a Lei Maria da Penha, criando regras que qualificam o atendimento policial e a perícia junto a mulheres em situação de violência doméstica.

A lei, determina que esse trabalho deve ser prestado, de preferência, por servidoras do sexo feminino, que sejam previamente capacitadas. Além disso, traz também algumas garantias quanto aos questionamentos feitos, que devem dar prioridade à saúde psicológica e emocional da mulher e protegê-la do contato com os agressores.

De acordo com a lei, as políticas e planos de atendimento às mulheres em situação de violência devem priorizar a criação de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams), de Núcleos Investigativos de Feminicídio e de equipes especializadas para o atendimento e a investigação das violências graves contra a mulher.



Número de mulheres presas multiplica por oito em 16 anos

Número de mulheres presas multiplica por oito em 16 anos

Segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça multiplicou-se por oito o total de mulheres presas no Brasil em 16 anos. O número de presas passou de 5.601 em 2000 para 44.721 em 2016, com o aumento, a representação das mulheres na massa prisional passou de 3,2% para 6,8% no período analisado.

O estado das prisões femininas, em função do aumento do número de presas, passou a chamar a atenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Preocupada, a presidente do conselho e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, visitou unidades prisionais para mulheres de três Estados. Desde o início da série de inspeções, em outubro de 2016, a chefe do Poder Judiciário teve contato com internas no Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Bahia. O Brasil possui a quinta maior população de detentas do mundo — a terceira se considerados ambos os sexos. Das 1422 prisões brasileiras, 107 (7,5%) são exclusivamente femininas e outras 244 (17%) mistas. Entre as 44,7 mil detidas, 43% são provisórias, à espera de julgamento definitivo.

Os dados estão anexados em pedido de habeas corpus coletivo em favor de todas as presas grávidas que deram à luz há até 45 dias ou com filhos de até 12 anos sob sua responsabilidade em prisão cautelar, bem como das próprias crianças. Esta ação, do Coletivo de Advogados em Direitos Humanos (Cadhu), tramita pelo Superior Tribunal Federal (STF). Cerca de 60% das detidas respondem a crimes ligados ao tráfico de drogas. A maioria delas, contudo, não tem ligação com grupos criminosos e tampouco ocupam postos de chefia, sendo coadjuvantes, informa o Depen.



Mulheres ainda são minoria na política; PEC quer diminuir desigualdade

Mulheres ainda são minoria na Política do Brasil – (Foto: Marcos Santos/Jornal da USP)

No Brasil, as mulheres são maioria. Segundo dados do IBGE, o Brasil contabilizava, em 2015, 105 milhões de mulheres contra pouco mais de 98 milhões de homens. Na área de ciência e pesquisa, por exemplo, a participação do público feminino também é maior. Em 2015, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) mostrou que quase 60% das bolsas de iniciação científica foram para elas.

Mas na política, a realidade ainda é diferente. Mesmo representando 52% do total da população, o País ocupa apenas a posição de número 154 no ranking da ONU que mede a participação das mulheres no parlamento. Hoje, apenas 51 mulheres ocupam as mais de 500 vagas para deputados federais. Para se ter ideia, o estado de Mato Grosso não tem representante feminina na Câmara dos Deputados. São Paulo tem seis em um total de 70 vagas disponíveis para o estado.

Se as mulheres são maioria, então por que elas ainda não ocupam esse lugar dentro da política? O analista político Marcelo Moraes opina sobre o assunto. “Acho que é uma junção de duas coisas: interesse, que começa a surgir cada vez mais não só na política, mas também no mundo profissional, e também é uma questão de oportunidade, é um mundo extremamente masculino o mundo da política. Isso cria até algumas animosidades para que as mulheres venham participar desse ambiente”.



RIO GRANDE DO NORTE: No estado, homens bebem mais do que as mulheres antes de dirigir

Beber e depois dirigir ainda é um hábito comum entre homens e mulheres. Esse costume cresceu 32% entre 2015 e 2016. E os homens são os que mais assumem esse risco, como revela a última pesquisa Vigitel, realizada pelo Ministério da Saúde em todo o país. De acordo com os dados, no Rio Grande do Norte, 29% dos homens que responderam a pesquisa assumiram pegar o volante depois de ter consumido bebida alcoólica. Já entre as mulheres, o total foi de 10%.

Os acidentes de trânsito, motivados ou não pela bebida, são o maior motivo de atendimentos de urgência e emergência e internações no Sistema Único de Saúde. Só em 2015, o Governo Federal gastou R$ 242 milhões para internar mais de 158 mil vítimas de ocorrências graves nas ruas e estradas.

Apesar dos dados alarmantes, uma notícia boa: em 2015 o número de mortes decorrentes de episódios envolvendo álcool e direção caiu em 11%. O Ministério da Saúde acredita que além das campanhas de conscientização sobre os riscos de beber e dirigir, a lei seca e o aumento na fiscalização também contribuíram para esse resultado.  Para saber mais acesse www.saude.gov.br