Famílias fragilizadas perante a Covid-19; Direito à prioridade

Advogado, Roberto Diniz

Por todo o mundo tem-se visto notícias de famílias que foram devastadas pela covid-19. Pais, filhos, netos, muitos do mesmo núcleo familiar sofrendo com o agravamento de sintomas ou vindo a óbito em intervalo de tempo de poucos dias ou até de poucas horas.

São pessoas de todas as faixas econômicas, de diversas idades e até sem comorbidades.

Tais fatos chamam a atenção para a grande possibilidade de uma fragilidade desses grupos familiares perante a doença. É como se houvesse uma comorbidade ainda desconhecida sobre essas pessoas.

A ciência até agora não conseguiu demonstrar quais os motivos que levam a tal situação, apesar de muitos estudos começarem a ser feitos sobre o assunto.

Os governos ainda não atentaram para a gravidade desses acontecimentos e não regulamentaram qualquer previsão de prioridade de vacinação nem adotaram outras medidas de amparo para esses grupos familiares.

É preciso mudar. Há famílias fragilizadas perante a covid-19 necessitando de amparo urgente.

A Constituição Federal prevê a assistência integral à saúde e à vida para todos os brasileiros, os decretos de pandemia preveem as situações de calamidade e de emergência para guiarem as ações governamentais e o Direito aponta para a necessidade de uma justiça social que seja capaz de amparar todos os necessitados.

É preciso um novo direito de prioridade de vacinação para esses grupos familiares, que os ampare de forma integral e urgente neste momento.

Diante disso, duas são as medidas que podem ser adotadas:

a) A primeira, que governos estabeleçam uma nova modalidade de direito de prioridade urgente de vacinação da covid-19 para membros de grupos familiares que tiveram pelo menos dois óbitos em curto intervalo de tempo, talvez de até 60 dias entre um e outro óbito;

b) A segunda, que membros dessas famílias fragilizadas, em caso de não regulamentação dos governos, busquem judicialmente (e até de modo individual) o direito de prioridade de vacinação com urgência.

É direito que se vê como muito urgente e necessário neste momento.

Caicó, 14 de maio de 2021.

Roberto Lins Diniz
Advogado OAB/RN 5.026


Quatro estados mostram tendência de alta de covid-19

Aspecto da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – Foto: Divulgação

Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Tocantins apresentaram tendência de crescimento nos casos e óbitos por covid-19 e na incidência de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na semana de epidemiológica 18, de 2 a 8 de maio. As informações foram divulgadas no Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que aponta que todo o país continua a registrar nível muito alto de SRAG.

Segundo o estudo, Amazonas, Tocantins e Mato Grosso do Sul têm mais de 75% de probabilidade de recrudescimento da pandemia na análise de curto prazo (últimas três semanas), e Amazonas e Maranhão apresentam essa tendência na análise de longo prazo (últimas seis semanas). Entre as capitais, três apresentam sinal de crescimento de casos e óbitos: Manaus, Porto Alegre e Palmas.

Por outro lado, 16 estados apresentaram tendência de queda de casos e óbitos em uma das duas análises. Na de longo prazo, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina têm mais de 95% de probabilidade de redução de casos e óbitos.


Em menos de 5 meses de 2021, RN já registra mais casos de Covid-19 que em todo 2020

Em menos de 5 meses de 2021, o Rio Grande do Norte já registrou mais casos de Covid-19 do que em todo o anos de 2020. Até esta quarta-feira (11) foram registrados 120.059 casos confirmados da doença no estado; de março a dezembro de 2020 foram 118.083.

No ano passado dezembro foi o mês com o maior número de casos confirmados de Covid-19: 22.960. Já em 2021, março foi o mês que mais registrou casos da doença: 29.366.

A média diária de casos confirmados em 2021 foi de 909, mais que o dobro que em 2020 quando a média diária foi de 404. Até esta quarta-feira (11), o Rio Grande do Norte registra 238.142 casos confirmados e 5.740 mortes por Covid-19.
Com o aumento no número de casos cresceu também a pressão por leitos de UTIs. Esta semana começou as regiões Oeste e Seridó com taxa de 100% de ocupação de leitos. A taxa média do estado era de 92,5%.

G1 RN


Cientistas investigam pessoas imunes à covid

O trabalho se baseou na análise do material genético de 86 casais

Em um estudo divulgado na plataforma medRxiv, pesquisadores brasileiros deram os primeiros passos para entender por que algumas pessoas são naturalmente resistentes à infecção pelo novo coronavírus.

O trabalho se baseou na análise do material genético de 86 casais em que apenas um dos cônjuges foi infectado pelo SARS-CoV-2, embora ambos tenham sido expostos. Os resultados – ainda em processo de revisão por pares – sugerem que determinadas variantes genéticas encontradas com maior frequência nos parceiros resistentes estariam associadas à ativação mais eficiente de células de defesa conhecidas como exterminadoras naturais ou NK (do inglês natural killers).

Esse tipo de leucócito faz parte da resposta imune inata, a primeira barreira imunológica contra vírus e outros patógenos. Quando as NKs são acionadas corretamente, conseguem reconhecer e destruir células infectadas, impedindo que a doença se instale no organismo.

De acordo com a coordenadora do Genoma USP, Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Mayana Zatz, a hipótese é que as variantes genômicas mais frequentes nos parceiros suscetíveis levem à produção de moléculas que inibem a ativação das células NK. “Mas isso é algo que ainda precisa ser validado por meio de estudos funcionais”, diz Mayana que também é professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.


Média de mortes diárias por covid-19 cai 28% em um mês no país

Unidade de Terapia Intensiva, UTI, Hospital, pacientes, tratamento, internação, equipamento hospitalar

O número de mortes diárias por covid-19 no Brasil recuou 28,3% em um mês, de acordo com a média móvel de sete dias, divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dados mostram que ontem (9) a média diária estava em 2.100 óbitos, abaixo dos 2.930 de 9 de abril.

Em 14 dias, a média móvel de mortes caiu 15,8%, já que, em 25 de abril, o número de óbitos diários estava em 2.495. O ápice de mortes foi registrado em 12 de abril (3.124). Desde então, os registros têm apresentado uma trajetória de queda, com algumas altas pontuais.

A média de móvel de sete dias, divulgada pela Fiocruz, é calculada somando-se os registros do dia com os seis dias anteriores e dividindo o resultado da soma por sete. O número é diferente daquele divulgado pelo Ministério da Saúde, que mostra apenas as ocorrências de um dia específico.


Remédio que custava R$ 23 dispara para R$ 121 depois da Covid-19

Foto: Jamile Alves

A disparada nos preços de medicamentos para UTI por causa da Covid, mostra, como se diz na minha terra, que tem muita gente faturando em cima da desgraça alheia. O Hospital Amparo, fundado em 1912, no Rio Comprido, pagava R$ 23 no medicamento Belisato de Atracurio, fármaco usado como complemento de anestesia e facilitador da intubação endotraqueal.

Semana passada, o mesmo remédio foi cotado para o hospital a R$ 121. E mais: o lote tem a validade de 10/21. Ou seja, já foi fabricado há pelo menos 2 anos.

Ancelmo Gois – O Globo


Brasil chega a 15,19 milhões de casos e 422,3 mil mortes por covid-19

O Brasil registra, até o momento, 422.340 mortes por covid-19. Em 24 horas, foram confirmados 1.024 óbitos e 38.911 novos casos. No total, 15.184.790 casos foram diagnosticados no país.

O número de pessoas recuperadas totalizou 13.714.135 – 90,3% do total de infectados pelo novo coronavírus. Existem 3.722 mortes em investigação por equipes de saúde, dados relativos a ontem, porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado no fim da tarde de hoje (9). O balanço é elaborado a partir dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (100.799), Rio de Janeiro (46.427) e Minas Gerais (36.011). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.546), Amapá (1.582) e Acre (1.589).


Mortes por covid-19 seguem caindo lentamente, mas casos voltam a subir

As mortes por covid-19 no Brasil têm apresentado uma leve tendência de queda, segundo dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. No período de 25 de abril a 1º de maio (Semana Epidemiológica 17), foram registrados 16.945 óbitos, enquanto na semana anterior foram detectadas 17.814 vidas perdidas para a doença.

O resultado revela uma queda de 5% no número de óbitos, o que é considerado um quadro de estabilidade pelo ministério. A média móvel de mortes (total de vidas perdidas durante a semana dividida pelo número de dias) ficou em 2.421.

A curva de mortes durante a pandemia segue o movimento de reversão da tendência de alta da 2ª onda registrada neste ano, iniciada por um aumento intenso a partir do fim do mês de fevereiro. A inflexão teve início na semana epidemiológica 14, na 1ª quinzena de abril.


Rede de laboratórios da Sesap realiza mais de 300 mil exames para Covid-19

Os números mostram que 2021 superou a quantidade de exames em todo 2020

A rede de laboratórios públicos do Rio Grande do Norte, coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), ultrapassou nesta quarta-feira (5) a marca da realização e liberação de 300 mil exames para Covid-19. Apenas o Laboratório Central Dr. Almino Fernandes (Lacen-RN), que é a referência estadual no diagnóstico laboratorial de Covid-19, atingiu a liberação de 200.343 exames pela metodologia de RT-PCR, dos quais 108.541 foram realizados apenas em 2021. Além disto, 100.783 sorologias foram realizadas no Lacen-RN e nos Laboratórios Regionais de Caicó (Larec), Mossoró (Larem) e Pau dos Ferros (Larepf).

“Os números mostram que superamos em 2021 a quantidade de exames realizados em todo o ano de 2020. Isso comprova que vivenciamos um primeiro quadrimestre com aumento da necessidade da população em ser testada, causado por um cenário epidemiológico mais crítico em 2021”, disse a diretora geral do Lacen, Magaly Câmara.

De acordo com Magaly, que é bioquímica, mesmo diante do acréscimo significativo em poucos meses, o Lacen permanece recebendo e realizando exames sem interrupções por falta de insumos, além de continuar com a vigilância laboratorial. “Com planejamento, investimento no parque tecnológico e compromisso dos profissionais envolvidos a população norte-rio-grandense possui acesso constante aos testes diagnósticos para Covid-19”, completou ela.


Saúde autoriza mais de 1,2 mil leitos de UTI Covid-19 para 19 estados

Foto: Rodrigo Félix Leal

Mais 1.152 leitos de UTI adulto e 51 leitos de UTI pediátrica foram autorizados nesta terça-feira (04) pelo Ministério da Saúde para atendimento de pacientes graves com Covid-19. A autorização, em caráter excepcional e temporário, é mais uma ação da pasta em apoio aos estados, Distrito Federal e municípios para reforço do Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento da pandemia.

Estão sendo beneficiados vários municípios nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia e São Paulo, conforme portarias publicadas no Diário Oficial da União (DOU) – acesse aqui e aqui. O valor do repasse mensal será de mais de R$ 58,2 milhões, correspondente à abril.

A autorização ocorre sob demanda dos estados, que têm autonomia para disponibilizar e financiar quantos leitos forem necessários. Apesar disso, o Ministério da Saúde, em decorrência do atual cenário de emergência, disponibiliza recursos financeiros e auxílio técnico para o enfrentamento da doença – somente em 2021, já foram autorizados mais de 20,8 mil leitos de UTI Covid-19 adultos e pediátricos para tratamento de pacientes graves. O investimento é de mais de R$ 1,5 bilhão.


Ministro diz que é possível vacinar toda população brasileira em 2021

Foto: Marcos Lopes/Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (3) que o governo tem como prioridade a vacinação e como horizonte imunizar toda a população contra o coronavírus ainda em 2021. “Estamos muito entusiasmados com a perspectiva de vacinar toda a nossa população até o final do ano. Isso é plausível”, enfatizou ao participar de um evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo ele, o governo tem buscado ampliar a vacinação, mas enfrenta a falta de doses que afeta todo o mundo. “Não temos doses de vacinas suficientes, isso não é só um problema do Brasil, é um problema do mundo inteiro”, ressaltou após dizer que já foram contratadas mais de 530 milhões de doses de imunizantes.

Além da vacinação, Queiroga disse que deve ser ampliada a testagem e o uso de protocolos sem medicamentos, como as máscaras, nos próximos meses. De acordo com o ministro, as medidas são necessárias para promover a reabertura da economia que enfrenta diversas restrições devido as quarentenas para evitar a disseminação do vírus.

“Não há como o governo continuar através de auxílios emergenciais segurando a nossa população. Sem desmerecer o auxílio emergencial que no ano passado foi a mais potente política social praticada no mundo contra a covid-19”.


Mundo deve produzir 11,9 bi de vacinas neste ano

A estimativa é de 4 bilhões no primeiro semestre, outros 7,92 no segundo

Governos já encomendaram 11,6 bilhões de doses de vacina contra a Covid-19, segundo o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Seriam doses suficientes para vacinar pelo menos a população mundial inteira com 19 anos ou mais (cerca de 5 bilhões de pessoas). Os laboratórios têm capacidade de fabricar o que foi encomendado?

De acordo com o próprio Unicef, em tese, sim. Considerada só a capacidade de fabricação de vacinas aprovadas por ao menos uma autoridade nacional (agência reguladora ou similar), as fábricas dos laboratórios e suas subcontratadas poderiam fabricar 11,92 bilhões de doses neste ano (4 bilhões no primeiro semestre, outros 7,92 no segundo). É apenas uma estimativa.

Folha de S. Paulo


Remessa de 3,8 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca chega ao Brasil

Avião com o imunizante deve pousar às 16h em Guarulhos – (Foto: Fernando Frazão/ABr)

Chega hoje (2) ao Brasil uma remessa com 3,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Os imunizantes foram obtidos no âmbito do mecanismo Covax Facility, consórcio que conta com governos e fabricantes e é coordenado pela Organização Mundial da Saúde(OMS).

As doses chegam em voo que aterrissará no aeroporto de Guarulhos. O voo está previsto para às 16h e será recebido pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a representante da OMS no Brasil, Socorro Gross.

Ontem, um novo voo já havia entregado 220 mil doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. O Brasil tem direito a mais de 10 milhões de doses pelo mecanismo da Covax Facility.

Segundo balanço do Ministério da Saúde, considerando essa nova carga, foram disponibilizados, por meio de fabricação no país ou importação, 17,1 milhões de doses em um intervalo de seis dias, contando a partir do dia 28 de abril. Nesse dia, o ministério recebeu 5,2 milhões.

No dia 29, chegou ao Brasil 1 milhão de doses da Pfizer. No dia 30, foram entregues 6,5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de 420 mil da vacina CoronaVac, parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Agência Brasil


Covax Facility: 220 mil doses de vacinas chegam hoje ao Brasil

(Foto: Jovem Pan)

Está prevista para as 17h de hoje (1º) a chegada de 220 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca importadas por intermédio do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os imunizantes serão desembarcados no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Amanhã (2), uma nova remessa desse imunizante, também obtida junto ao Covax Facility, chega a São Paulo, com mais 3,8 milhões de doses. Com isso, completam-se os 4 milhões de doses previstos para maio anunciados pelo Ministério da Saúde.

O Covax Facility é uma aliança internacional da OMS que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 e garantir acesso igualitário à imunização. O Brasil tem direito a 10,5 milhões de doses. Em março, foi enviado um total de 1 milhão de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, cujos lotes foram fabricados na Coreia do Sul pelo laboratório BK Bioscience.


RN Mais Vacina passa por atualização

Novas atualizações já estão disponíveis para todos os usuários do RN Mais Vacina, plataforma especialmente construída para o planejamento, acompanhamento, transparência e gestão do processo de vacinação contra a covid-19, no Rio Grande do Norte.

A plataforma é resultado de uma parceria com Governo do Estado e o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN). O RN Mais Vacina está totalmente integrado às plataformas do DATASUS e do Ministério da Saúde.

As atualizações são feitas pela equipe de suporte da plataforma, em alinhamentos com os gestores da saúde. O objetivo é garantir transparência e acesso fácil às informações. As novas atualizações, que já estão no ar, ocorrem às 22h39min, do último dia 25 de abril. Veja em https://rnmaisvacina.lais.ufrn.br/cidadao/

Novas atualizações do RN + Vacinas 💉

25/04/2021 às 22h39min

✅ Relatório Analítico de Pessoas Vacinadas com exportação de dados em planilha

✅ Registro de doses aplicadas para campanha da Influenza

✅ Consulta Boletim Diário de doses aplicadas por tipos de grupo prioritários da campanha da Influenza

✅ Possibilidade de informar cidadãos que vieram a óbito durante campanha de vacinação

✅ Novo Filtros por Faixa Etária e Fabricante em Gerenciar Cidadãos

✅ Alerta inteligente para o vacinador dos lotes vencidos no registro da vacinação


Caicó: Idosos de 62 e 61 anos serão vacinados no domingo e na segunda

Vacinação de idosos segue neste domingo e na segunda em Caicó

Com a chegada de 1.045 doses de vacina em Caicó/RN neste sábado (24), a Secretaria Municipal de Saúde, vai imunizar os idosos de 62 anos neste domingo (25). Já os de 61 anos, vão começar a ser vacinados na segunda-feira (26), à tarde. “Como teremos vacina de segunda dose a partir das 9 horas da manhã, optamos por vacinar os idosos de 61 anos a partir das 16 horas até às 20 horas”, informa Jardênia Noronha, Apoiadora Técnica da SMS de Caicó.

Na última quarta-feira (21), com a ausência dos idosos de 63 anos, os de 62 foram convocados para tomar a vacina. Caso ocorra o mesmo neste domingo, os de 61 anos, serão chamados.

Domingo – 25 de abril de 2021

Faixa etária: 62 anos ou acima dessa idade que, por ventura, tenha deixado de tomar a primeira dose.
Horário: 9h às 16 horas
Local: Prédio da antiga Prefeitura de Caicó (ao lado da Igreja do Rosário, no Centro)

Segunda-feira – 26 de abril de 2021

Faixa etária: 61 anos ou acima dessa idade que, por ventura, possa não ter tomado a primeira dose.
Horário: 16 às 20 horas

Locais:

Laboratório da SMS – Vila do Príncipe
– CRAS – Boa Passagem
– Prefeitura Antiga – Centro
– Salão Paroquial de Sant’Ana, por trás da Catedral
– Maçonaria – Barra Nova
– Salão da Prevocacional – ao lado do CDS
– Salão Paroquial de Santo Estevão, no Bairro Castelo Branco


Vacinação contra a Covid-19 segue avançando em Caicó

Vacinação segue em Caicó

A Secretaria Municipal de Saúde imunizou, nos dias 20 e 21 de abril, 1.391 idosos com 62 anos ou mais de idade. As equipes de Saúde atuaram em nove salas de vacinação, instaladas nas quatro regiões da cidade.

Nesta quinta-feira (22), idosos com 75 anos ou mais e profissionais de saúde, continuam recebendo a segunda dose (D2).

“Seguimos aguardando o recebimento de novas doses, para prosseguir com o calendário de vacinação e as próximas faixas etárias”, afirmou Jardênia Noronha, apoiadora técnica da Secretaria de Saúde.

Na próxima semana, as ações de vacinação continuam. Na manhã da segunda (26), idosos com 74 e 73 anos receberão a segunda dose, e a tarde, idosos com 72 e 71 anos.

Na manhã da terça (27), idosos com 70 e 69 anos receberão a segunda dose, e a tarde, idosos com 68 e 67 anos.

Na quarta (27) e quinta (28), os profissionais de saúde receberão a segunda dose, no auditório da Prefeitura de Caicó.


RN contabiliza 29 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 12 dentro do dia; novos casos são 820

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quarta-feira (21). Foram mais 820 casos confirmados, totalizando 214.488. Até terça (20) eram 213.668 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 5.185 no total, sendo 12 mortes registradas nas últimas 24h: Natal (04), Mossoró (01), Currais novos (01), Caico (01), Florânia (02), Santo Antônio (01), São José de mipibu (01) e Doutor Severiano (01).

A Sesap ainda registrou outros 17 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 1.036. Na terça (20) o número total de mortes era 5.156 mortes.

Casos suspeitos somam 52.653 e descartados 436.894. Recuperados são 150.649.

Blog do BG


Seridó com 72,5% de ocupação dos leitos de UTI/Covid-19

Depois de várias semanas onde os leitos de UTI dos Hospitais Telecila Freitas Fontes, em Caicó, e o Mariano Coelho, em Currais Novos, tinham taxa de ocupação beirando os 100%, nesta quarta-feira (21), o índice chegou a 72,5%, confirmando uma queda nas internações.

Segundo informações do portal Regula RN, na manhã de hoje, dos 35 leitos Covid0-19 de UTI existentes no Hospital Regional do Seridó, 24 estavam ocupados, ou seja, 11 estavam vagos.


Coquetel aprovado para tratamento da Covid reduz internações e mortes em 70%, diz Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) espera que o coquetel contra a Covid-19 aprovado por unanimidade nesta terça-feira (20) para uso emergencial no Brasil possa reduzir significativamente o índice de internações e mortes, segundo afirma o gerente-geral de medicamentos da agência, Gustavo Mendes, em entrevista à CNN.

O coquetel é composto por dois remédios, casirivimabe e imdevimabe. O composto com a substância já é utilizado nos Estados Unidos e foi apresentado pela farmacêutica Roche pediu autorização para uso emergencial no Brasil.

A gente chama de anticorpo monoclonal ou produzido em célula, diferente do produzido por uma vacina ou vírus. A ideia deste medicamento é inserir esses anticorpos, que impedem o vírus de entrar na célula e se propagar, em pacientes no início da doença, até 10 dias do início dos sintomas, tendo uma redução de 70% nas hospitalizações e das mortes”, afirma.

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