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BOLSONARO ABBB 222

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou, na manhã deste domingo (13), por um procedimento de desobstrução intestinal no Hospital DF Star, em Brasília. A informação foi confirmada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que acompanha Bolsonaro na unidade de saúde.

Bolsonaro começou a sentir-se mal na última sexta-feira (11), durante compromissos no Rio Grande do Norte, e precisou ser internado no Hospital Rio Grande, em Natal. Após uma leve melhora, foi transferido para a capital federal no sábado (12), a bordo de uma UTI aérea.

De acordo com boletins médicos, a obstrução intestinal estaria relacionada às complicações da facada que o ex-presidente sofreu em 2018, durante a campanha eleitoral, e às cirurgias abdominais realizadas desde então. A assessoria do hospital informou que novas atualizações sobre o estado de saúde de Bolsonaro serão divulgadas oficialmente em boletim médico.Jair Bolsonaro

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bolsonaro-hospital 750

Por volta das 17h40, o ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o Hospital Rio Grande em Natal, rumo ao aeroporto de São Gonçalo do Amarante, onde será levado para Brasília.

Segundo informações prévias, Bolsonaro deixou a capital potiguar por volta das 19h30, com chegada prevista para 22h15.

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RIO GRANDE HOSPITAL RN 222

O Hospital Rio Grande, em Natal, divulgou no fim da manhã deste sábado (12) um novo boletim médico sobre o estado de saúde do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. De acordo com o informe, o paciente segue internado e evoluindo de forma estável nas últimas 24 horas.

Bolsonaro teve uma noite tranquila, com mais de oito horas de sono, apresentando estabilidade hemodinâmica e bom padrão respiratório, sem necessidade de oxigênio ou medicamentos para suporte da pressão arterial. O boletim também informa que ele permanece confortável, com redução do quadro de distensão abdominal e sem necessidade de analgésicos.

O ex-presidente continua em hidratação venosa, nutrição parenteral e antibioticoterapia, além do uso de uma sonda nasogástrica aberta. Todos os sinais vitais e exames seguem dentro da normalidade, sem intercorrências clínicas.

Ainda segundo o hospital, por decisão pessoal, em conjunto com a família, Bolsonaro será transferido ao longo deste sábado para Brasília, onde continuará o tratamento com suporte médico e a proximidade dos familiares.

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BOLSONARO HOJJJJJJJJJJJJJJJJJJ 222

O senador Rogério Marinho (PL-RN) confirmou, na manhã deste sábado (12), que o ex-presidente Jair Bolsonaro será transferido ainda hoje para Brasília. De acordo com o parlamentar, Bolsonaro deixará Natal em um avião da Unimed, equipado com UTI móvel, com destino ao Hospital DF Star, na capital federal.

Internado desde a sexta-feira (11) no Hospital Rio Grande, em Natal, o ex-presidente passou a noite em observação e sem intercorrências. Nesta manhã, ele realizou sessões de fisioterapia e caminhou pelo andar.

No apartamento onde Bolsonaro está hospitalizado, além do senador Rogério Marinho, permanecem amigos próximos, seguranças e uma equipe médica multidisciplinar. O médico particular de Bolsonaro, Dr. Cláudio Birolini, também está na capital potiguar desde a madrugada, acompanhando de perto o quadro clínico.

A previsão é que a transferência ocorra no início da tarde deste sábado.

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Ministro Alexandre de Moraes em sessão plenária do STF / Foto: Gustavo Moreno/SCO/STF
Ministro Alexandre de Moraes em sessão plenária do STF / Foto: Gustavo Moreno/SCO/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prazo de cinco dias para os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista apresentarem defesa prévia.

A abertura do prazo é a primeira medida assinada pelo ministro na ação penal aberta hoje contra os acusados. Moraes é o relator do caso.

A abertura é uma formalidade para cumprir a decisão da Primeira Turma da Corte que aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e transformou Bolsonaro, o general Braga Netto e outros acusados em réus.

Pela decisão, os acusados poderão alegar “tudo o que interesse à sua defesa”, além de indicar provas pretendidas e arrolar testemunhas, que deverão depor por videoconferência.

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BOLSONARO MÉDICOS 222

O ex-presidente Jair Bolsonaro vai continuar internado no Hospital Rio Grande, em Natal. De acordo com a equipe médica da unidade hospitalar, ainda não há previsão de alta e o médico pessoal dele está se dirigindo para a capital potiguar, com chegada prevista para a madrugada deste sábado (12).

“Não há previsão de alta, acordo com o posicionamento da equipe de cirurgia. O paciente permanece em observação clínica e vai pernoitar no hospital. Não há previsão de transferência no momento. A opção da família e dos médicos, que são médicos das equipes que o assiste em São Paulo e em Brasília, é que ele permaneça em Natal”, afirmou o médico Luiz Roberto Fonseca, diretor do Hospital Rio Grande.

Apesar de ter condições de ser transferido para São Paulo ou Brasília, a decisão foi pela permanência na capital potiguar. “O paciente apresenta condições de transferência, mas por opção da família, da equipe que o assiste em São Paulo e em Brasília e da equipe está acompanhando aqui, foi optado pela permanência no hospital”, destacou o dr. Elio Barreto, médico cirurgião.

Ele ainda explicou o problema enfrentado pelo ex-presidente e reforçou a relação com a facada de 2018. “Apresenta quadro de suboclusão intestinal em decorrência de aderências intestinais das cirurgias que ele foi submetido em decorrência da facada”, disse Barreto.

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(Foto: José Cruz/Agência Brasil)
(Foto: José Cruz/Agência Brasil)
(Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (11) a decisão da Primeira Turma que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados réus por planejarem e tentarem um golpe de Estado fracassado.

Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o acórdão. De acordo com nota do Partido Liberal (PL), o ex-presidente passou mal durante a madrugada e está internado em um hospital em Natal, no Rio Grande Norte, para onde foi levado depois de ter “fortes dores abdominais em decorrência da facada sofrida em 2018”.

Com cerca de 500 páginas, o acórdão – decisão única proferida por um grupo de juízes – resume o julgamento realizado em 26 de março, quando os cinco ministros da Primeira Turma aceitaram por unanimidade a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A publicação do documento é um passo indispensável para a continuidade do caso, pois marca a formalização por escrito do que foi julgado. Com isso, as defesas podem ser notificadas e têm a oportunidade de apresentar questionamentos ao que foi registrado pelo acórdão. O prazo mais comum é de cinco dias a partir da notificação.

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(Foto: Instagram)
(Foto: Instagram)
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Internado desde a manhã desta quinta-feira (11) no Hospital Rio Grande, em Natal, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez seu primeiro pronunciamento público após sentir fortes dores abdominais durante agenda no interior do Rio Grande do Norte e ser internado. Em publicação nas redes sociais, ele atribuiu o quadro a uma complicação no intestino delgado, resultado das múltiplas cirurgias realizadas após o atentado que sofreu em 2018. “Sigo internado no Hospital Rio Grande, em Natal, após sentir fortes dores abdominais durante a agenda que cumpria no interior do Rio Grande do Norte”, escreveu Bolsonaro.

O ex-presidente tranquilizou seus apoiadores e afirmou que, apesar do susto, seu estado de saúde é estável e a evolução clínica tem sido positiva. “Graças a Deus, meu quadro está estável e sigo me recuperando, sem febre e com boa evolução clínica. A última informação que temos é de que, por enquanto, não há necessidade de uma nova cirurgia”, informou.

Bolsonaro também agradeceu aos profissionais de saúde que o atenderam em Santa Cruz e Natal, além da Polícia Militar do RN, responsável pelo transporte até a capital potiguar. “Agradeço de coração aos médicos e enfermeiros dos hospitais de Santa Cruz e de Natal, que me atenderam com rapidez, dedicação e competência, bem como à eficiência no transporte realizado pela Polícia Militar/RN.”

O primeiro atendimento foi feito no Hospital Municipal Aluízio Bezerra, em Santa Cruz. De lá, ele foi transferido para Natal, onde permanece em observação médica, conforme já havia sido informado pelo diretor do Hospital Rio Grande, Luiz Roberto Fonseca.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) precisou interromper sua agenda no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira (11), após sentir-se mal durante o deslocamento pelo interior do estado. Bolsonaro foi levado ao Hospital Municipal Aluízio Bezerra, em Santa Cruz, onde recebeu atendimento médico emergencial.

A indisposição ocorreu pouco depois do início da programação, que começou às 7h com saída de um hotel em Ponta Negra, em Natal. Bolsonaro seguia ao lado do senador Rogério Marinho (PL), pré-candidato ao Governo do RN, e demais aliados, com destino à cidade de Tangará. No local, faria uma parada simbólica para degustar o tradicional pastel da cidade, ao lado do deputado estadual Tomba Farias (PL).

Segundo informações da equipe do ex-presidente, Bolsonaro estaria há três dias sofrendo com sintomas de uma obstrução intestinal, que se agravaram durante o trajeto. Diante da situação, a comitiva optou por levá-lo imediatamente a uma unidade de saúde.

Diante do episódio, o Governo do Rio Grande do Norte emitiu nota oficial informando que a governadora Fátima Bezerra determinou total empenho das equipes das Secretarias de Saúde (Sesap) e Segurança Pública (Sesed) na assistência ao ex-presidente. A Sesed mobilizou, de imediato, uma das aeronaves — o helicóptero Potiguar 02 — para realizar o traslado de Bolsonaro a uma unidade de saúde em Natal, além de orientar os gestores da Saúde a adotarem todas as providências necessárias para o atendimento.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro vai receber o título de cidadão natalense. O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal de Natal em regime de urgência nesta quinta-feira (10), com 20 votos favoráveis e apenas quatro contrários. A matéria rendeu polêmicas durante os três dias em que foi debatida na casa.

A proposta foi apresentada pelo vereador Subtenente Eliabe. Segundo ele, a justificativa para a concessão do título é que o ex-presidente destinou vários investimentos para a capital potiguar. Já a oposição, que foi contra, criticou os posicionamentos de Bolsonaro durante a pandemia de covid-19. 

A expectativa é que a entrega do título de cidadão natalense seja realizada durante a agenda de Bolsonaro em Natal. O ex-presidente desembarca na noite desta quinta-feira (10), no Aeroporto de Natal.

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GOLPE DO MITO 750

Nos momentos que antecederam a decisão de tornar réu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de golpe de Estado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino protagonizou uma daquelas cenas momentosas, comuns em julgamentos televisionados em rede nacional. Em seu voto, comparou as tramas antidemocráticas que culminaram no ataque aos três Poderes à ditadura militar, deflagrada há 61 anos. “Dizem que, em 1º de abril de 1964, não morreu ninguém. Golpe de Estado mata, não importa se é no dia ou anos depois”, disse o ministro.

A comparação de Dino deu espaço para o antigo mito de que o golpe fora dado, seis décadas atrás, sem o uso de violência, e suscita agora um questionamento sobre como seria o dia 16 de dezembro de 2022, a data seguinte à Operação Punhal Verde Amarelo, que, segundo as investigações da Polícia Federal (PF), planejou assassinar o presidente Lula (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Se o plano fosse consumado, um golpe para impedir o terceiro mandato do petista desencadearia um cenário ainda mais grave do que o de 1964, com mais mortes, sublevações populares, crise econômica e descrédito internacional, avaliam acadêmicos.

“Haveria confronto direto com a sociedade e mais mortes”, afirma João Roberto Martins Filho, professor da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e autor do livro “Os Militares e A Crise Brasileira”.

“Os golpistas enfrentariam à bala a escolta dessas autoridades e os opositores nas ruas.” A resistência em 2022, afirma o sociólogo, seria maior, inclusive porque os movimentos sociais articulam as suas ações pela internet. Martins Filho acredita, de todo modo, que seria difícil implantar um governo autoritário depois da operação, porque as conjunturas de 1964 e de 2022 eram bem diferentes.

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O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou, nesta quinta-feira (9), à Justiça Eleitoral do Acre o processo que questiona declarações do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições 2018, quando ele usou a expressão “vamos fuzilar a petralhada aqui do Acre”.

Com o fim do mandato de Bolsonaro, o ministro reconheceu que o ex-presidente não tem mais foro privilegiado no Supremo e deve responder às acusações na primeira instância da Justiça.

Reconheço a superveniente incompetência deste Supremo Tribunal para processar e julgar esta queixa-crime, com o consequente encaminhamento dos autos ao Tribunal Regional Eleitoral do estado do Acre para distribuição a uma das zonas eleitorais competentes do município de Rio Branco“, escreveu na decisão.

A ação contra Bolsonaro foi apresentada em 2018 pela coligação Povo Feliz de Novo, formada pelos partidos PT, PCdoB e PROS para disputar o pleito.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou recurso contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível por abuso de poder político em uma reunião com embaixadores meses antes da eleição.

Por 5 votos a 2, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu em junho deste ano tornar o ex-presidente inelegível por abuso de poder político em uma reunião com embaixadores meses antes da eleição. Na prática, Bolsonaro não pode se candidatar a nenhum cargo até 2030.

A defesa do ex-presidente alega que se a configuração do abuso do poder político, por definição, exige que o mandatário se utilize do cargo ocupado para influenciar a legitimidade das eleições, o não envolvimento direto de órgãos como a Casa Civil, o Ministério das Relações Exteriores e a Subchefia para Assuntos Jurídicos – que hoje tem o nome de Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos – evidenciariam “a inexistência do ilícito”.

“Não se trata de instrução defeituosa, mas de atuação que corrobora a tese defensiva em detrimento da acusatória. Tais situações, num Estado Democrático de Direito, jamais se confundiriam”, acrescenta a a defesa de Bolsonaro.

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O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou nesta terça-feira (27) pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro à inelegibilidade por oito anos. Se o voto do ministro, que é relator do caso, for acompanhado pela maioria da Corte, Bolsonaro não poderá disputar, pelo menos, das eleições gerais de 2026.

Após o posicionamento do relator, o julgamento foi suspenso e será retomado na quinta-feira (29). Faltam os votos dos ministros Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques e o presidente do Tribunal, Alexandre de Moraes.

O TSE julga uma ação na qual o PDT acusa Bolsonaro de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A legenda contesta a legalidade da reunião realizada pelo ex-presidente com embaixadores em julho do ano passado, no Palácio da Alvorada, para atacar o sistema eletrônico de votação.

Voto

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma, nesta terça-feira (27), o julgamento da ação que pode tornar o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) inelegível pelo período de oito anos.

A sessão da Corte Eleitoral, que está marcada às 19h, começa com a leitura do voto do relator, ministro Benedito Gonçalves.

Bolsonaro é alvo de um processo em que o Partido Democrático Trabalhista (PDT) o acusa de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação após uma reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, em julho do ano passado.

A ordem de manifestações dos ministros será a seguinte: depois do relator, votam Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques e, por último, Alexandre de Moraes, presidente da Corte.

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A presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano, declarou, por meio das redes sociais, que o banco realiza auditoria interna para investigar utilização do consignado do Auxílio Brasil durante a campanha de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022.

“Tanto o Consignado do Auxílio Emergencial quanto o programa de Microfinanças estão sendo investigados pelos órgãos de controle, fiscalização e pela auditoria interna. A Caixa tem colaborado plenamente, fornecendo todas as informações solicitadas, demonstrando nosso compromisso com a transparência e a prestação de contas”, escreveu a presidente da instituição financeira.

Rita Serrano expõe que o programa de microfinanças e o crédito consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil teriam impactado a liquidez da Caixa. Segundo a presidente do banco, a inadimplência do programa ultrapassou 80%, mas o calote é coberto pelo Fundo Garantidor de Microfinanças (FGM), que recebeu R$ 3 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A declaração de Rita Serrano acontece após uma reportagem do portal UOL mostrar um possível calote durante o governo Bolsonaro na liberação de crédito da Caixa durante a campanha eleitoral.

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Em manifestação enviada ontem (12) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) pediu que o ex-presidente Jair Bolsonaro tenha seus direitos políticos suspensos, tornando-se inelegível.

O parecer, assinado pelo procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet, foi enviado às 23h de ontem (12), no âmbito do ação de investigação judicial eleitoral (Aije) em que Bolsonaro é investigado por atacar o processo eleitoral e as urnas eletrônicas, sem provas críveis, durante reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, em junho de 2022.

A posição da PGE é uma das últimas etapas da Aije. Com isso, a expectativa é que o relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, libere o caso para julgamento em plenário nas próximas semanas, após elaborar seu voto. Caberá ao presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, marcar o julgamento.

Na peça, Gonet destacou que a apresentação de Bolsonaro às representações diplomáticas reunião um compilado de informações e boatos reiteradamente já desmentidos por diversos órgãos oficiais.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro não poderá usar nem vender as joias recebidas do governo da Arábia Saudita. A determinação foi feita pelo ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), que acatou um pedido do subprocurador-geral do órgão, Lucas Furtado.

Em decisão publicada na noite desta quinta-feira (9), Nardes determinou que o ex-presidente deve preservar “intacto, na qualidade de fiel depositário, até ulterior deliberação desta corte de contas, abstendo-se de usar, dispor ou alienar qualquer peça oriunda do acervo de joias objeto do processo em exame”.

A emissora CNN afirmou nesta semana que Bolsonaro admitiu ter incorporado ao seu acervo pessoal uma caixa contendo um relógio de pulso, um par de abotoaduras, uma caneta, um anel e uma espécie de rosário. O ex-presidente ainda não falou publicamente sobre o caso. Além dessa caixa, existem outros itens também recebidos a título de presente do governo árabe. Trata-se de um colar, um anel, um relógio e um par de brincos de diamantes. Esses seguem em posse da Receita Federal.

Relator do processo do TCU, Nardes determinou ainda investigações para verificar se a Polícia Federal e a Receita Federal atuaram de forma adequada na apuração dos fatos relatados e se esses órgãos sofreram pressão interna pela alta cúpula do governo anterior. O TCU investiga o ex-presidente por tentativa de receber ilegalmente joias com valor total estimado em cerca de três milhões de euros, equivalente a cerca de R$ 16 milhões.

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Bolsonaro-e-Anderson-Torres

A Polícia Federal encontrou diversas digitais na minuta do golpe apreendida na residência do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. A equipe da PF está agora usando um sistema de identificação de digitais para checar a quem elas pertencem e, com isso, avançar nas investigações.

Segundo um investigador, a perícia da PF detectou “fragmentos de digitais de diversas pessoas” que manusearam o documento, batizado de minuta do golpe por propor a intervenção do governo federal no Tribunal Superior Eleitoral por uma comissão composta por onze pessoas, sendo oito militares.

Se a PF encontrar, no cruzamento com o banco de dados, digitais de outras autoridades além das de Anderson Torres, o depoimento do ex-ministro da Justiça seria desmentido. Na sua fala à PF, ele insistiu na versão de que a minuta lhe foi entregue por uma pessoa que não conhece e não teria nenhuma importância. Tanto que iria triturá-la.

Na avaliação de investigadores, a minuta do golpe ganhou maior importância depois das revelações feitas pelo senador Marcos do Val (Podemos-ES), porque os dois casos estariam conectados.

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A Polícia Federal pediu nesta quinta-feira (2) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para tomar depoimento do senador Marcos do Val (Podemos-ES) em investigação que apura atos golpistas.

O pedido foi feito após o senador afirmar que recebeu um pedido do ex-deputado Daniel Silveira para gravar conversa com o ministro Alexandre de Moraes.

O objetivo da proposta, segundo o senador, era criar ambiente para uma tentativa de golpe de Estado e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com Marcos do Val, o ex-presidente Jair Bolsonaro teria participado da reunião em que o pedido foi feito por Daniel Silveira e concordado com a ideia.

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(FOTO: Antônio Augusto/ Ascom/TSE)
(FOTO: Antônio Augusto/ Ascom/TSE)
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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Benedito Gonçalves deu um prazo de cinco dias para que o ex-presidente Jair Bolsonaro se pronuncie sobre a postagem em que contesta o resultado das eleições de 2022 e sobre os atos criminosos ocorridos no dia 08 de janeiro de Brasília.

A decisão de Benedito Gonçalves ocorre após a coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citar como “fato público e notório” o ataque a sede dos três poderes por parte dos apoiadores do ex-presidente, a postagem feita por Bolsonaro dois dias após os ataques em que diz que Lula não foi eleito pelo povo, e a minuta de decreto destinada a instaurar Estado de Defesa no TSE.

Na peça, o ministro afirma que não há uma conjuntura que o registro seja feito no processo, mas dá aos réus a oportunidade de se manifestarem a respeito dos fatos citados pela coligação do presidente Lula.

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